sábado, 20 de agosto de 2011

Máquinas instaladas nos supermercados da Alemanha recolhem garrafas para reutilização



Sistema recompensa consumidor que devolve embalagem para a indústria 
e possibilita às famílias complementação da renda familiar

Quando as pessoas compram qualquer produto, em qualquer parte do mundo, elas também compram, consomem e são responsáveis por suas embalagens. O mesmo vale para os pontos de venda e para quem fabrica. Isto porque as embalagens, muitas vezes,são tão ou mais poluentes que o próprio produto ou ainda vão permanecer no meio ambiente por muito mais tempo que a maioria dos produtos por elas embalados, poluindo o meio ambiente e prejudicando todas as espécies, inclusive os seres humanos. Por isto são tão importantes sistemas, políticas e práticas de incentivo à coleta e à reciclagem.

Em países mais avançados, como a Suécia, sistemas automatizados de depósito e recolhimento de embalagens recicláveis são utilizados desde meados de 1885, garantindo a reutilização de 85% das embalagens. Na Alemanha, os supermercados recebem embalagens usadas e restituem o valor pago por elas ao consumidor. Isto é feito por meio de máquinas do tamanho de uma geladeira, que recebem das mãos do próprio consumidor, identificam e separam garrafas de vidro e plástico em troca de cupons de desconto.

As máquinas são amplamente utilizadas pela população desde a década de 90. Lá, o consumidor, na hora da compra, paga embutido no preço da bebida uma espécie de caução pelo uso de embalagens que possuem um selo no rótulo com a frase "Pfand zurück" (que significa algo como depósito retornável em alemão).

Consumidor recebe de volta valor pago pela garrafa

Uma garrafa grande de suco, por exemplo, vale 25 centavos. Já as pequenas, em torno de 15 centavos. Após as garrafas serem colocadas e identificadas pela máquina, o consumidor aperta um botão verde e em alguns segundos um tíquete sai da máquina com o valor a ser descontado do valor total de compras no mesmo supermercado. As garrafas arrecadas voltam para a indústria e são reutilizadas.

Políticas similares existem também na Noruega, Dinamarca, Holanda, Estônia, Croácia, Holanda, Suíca e em alguns estados dos Estados Unidos, apoiadas por leis de depósito obrigatório que facilitam, estimulam e recompensam que cada parte se responsabilize pelas embalagens utilizadas. Aqui no Brasil, apenas algumas cidades e cidadãos separam fazem coleta seletiva e produtos usados ou suas embalagens dificilmente voltam para as indústrias.

Máquinas já existem por aqui
Recentemente, uma empresa de São Paulo lançou no Brasil para venda ou locação as ‘reverse vending machines', máquinas de venda reversa que emitem os cupons de desconto.

Segundo o brasileiro Augusto Rosario, que mora na Alemanha, a prática também permite a complementação da renda familiar. Leia um trecho de uma publicação dele na revista online O Tagarela.

"...Já vi pessoas andando nas estações de metrô, com maletas de rodinhas recolhendo garrafas, provavelmente para complementar a renda também. Certamente esse bônus estimula as pessoas a guardarem as garrafas e levarem pra máquina. É justo, consciente e cidadão. Então me lembro de quantas vezes insisti com amigos e familiares que sequer separavam o lixo orgânico do inorgânico no Brasil. Aqui, se os moradores do apartamento não o fazem, estão sujeitos à multa. Quando se mexe no bolso, para benefício ou malefício do cidadão, a coisa parece funcionar"

portalodm

Conheça o sagui-pigmeu o menor do mundo



Reillo, um sagui-pigmeu de cinco meses de idade que "pertence" ao Jardim Zoológico de Lincoln, no estado norte-americano do Nebraska, poder ser confirmado em breve como o menor do mundo.

O sagui-pigmeu, que mede 12,7 centímetros e pesa apenas 60 gramas, era do tamanho de um dedo humano quando nasceu. Mais tarde, Reillo foi abandonado pelos seus pais e adoptado por Sarah Jurgen, que ainda é hoje a sua tratadora.

O sagui nasceu em 7 de Março, juntamente com um irmão. Ao todo, os pais Gidget e Pepe tiveram três ninhadas, num total de sete filhotes. Até Reillo, nenhum ainda sobreviveu, pelo que a história deste sagui-pigmeu é também uma história de sobrevivência.

O sagui-pigmeu começou há poucos meses a comer sólidos, como bananas esmagadas e iogurtes. 

Equipe do IMA proporciona educação ambiental a povoados ribeirinhos


Visando a preservação ambiental no Baixo São Francisco, a Diretoria de Educação e Pesquisa do Instituto do Meio Ambiente (Didep/IMA) realiza, esta semana, uma série de atividades em comunidades de municípios ribeirinhos. A iniciativa, parte do projeto Educando para Preservar o Velho Chico, envolve crianças e adultos e inclui palestras, oficinas e jogos educativos.

A comunidade de Barra do Ipanema, no município de Belo Monte, será a próxima a ser visitada. As ações estão marcadas para esta sexta-feira (19) e terão a participação da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf). Nestas quarta e quinta-feiras (17 e 18), as equipes estiveram nos povoados de Entremontes, em Piranhas, e da Ilha do Ferro.

Na programação, há espaço para todas as faixas etárias. Para as crianças, a diversão começa com cinco quebra-cabeças, que mostram os biomas caatinga e mata atlântica e os ecossistemas manguezal e marinho, além do mapa das regiões hidrográficas de Alagoas. Além disso, elas ainda participam de sessão de cinema, lanche e podem brincar com jogos sobre coleta seletiva de resíduos sólidos, uso racional da água e conhecimento sobre a fauna brasileira.

Já para os adultos, há palestras sobre o lixo e a degradação do rio, abordando temáticas a exemplo de queimadas, assoreamento e extração de madeira, e oficinas sobre a produção de sabão a partir do óleo de cozinha usado e o reaproveitamento de materiais como garrafas pet, que podem ser transformadas em brinquedos, objetos de decoração e suporte para plantas.

O projeto Educando para Preservar o Velho Chico está em sua segunda fase. A primeira, realizada junto com equipes da fiscalização e das Diretorias de Laboratório e de Unidades de Conservação, aconteceu nos dias 22 e 23 julho, na comunidade Cruz e no assentamento Lameirão, em Delmiro Gouveia. Até outubro, outros cinco municípios ainda devem receber as ações.

Alunos de engenharia florestal conhecem a Floresta Amazônica


Universitários da Esalq vivenciam no Estado do Pará
 experiência sobre manejo de florestas nativas

 Grupo ficará pouco mais de uma semana aprimorando conhecimentos sobre a Floresta Amazônica 

Das salas de aula para o coração da floresta amazônica. Essa transição foi vivida, durante pouco mais de uma semana, por 18 alunos do curso de Engenharia Florestal, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Com o propósito de realizar atividades práticas e aprimorar o conhecimento sobre o manejo de florestas nativas, o professor Edson Vidal, do Departamento de Ciências Florestais (LCF) capitaneou o grupo de estudantes durante a permanência no Estado do Pará. 

No Pará, os alunos participaram de um treinamento prático inovador, dentro da floresta amazônica. Conheceram todas as atividades de manejo de florestas nativas tropicais, desde o planejamento inicial, levantamento do estoque de árvores, seleção de árvores a colher, planejamento de estradas e arraste, operação de arraste, romaneio e empilhamento, manejo praticado por população tradicional, manejo de produtos não-madeireiros, manutenção de estrada, bueiros e pontes.

Vidal atribui que, pela importância que representam as florestas tropicais da Amazônia, um número razoável de estudantes de diversas partes do mundo tem visitado este ecossistema para melhorar sua formação profissional. Marcele Almeida da Silva é uma das estudantes que esteve no Pará. Para ela, o ponto positivo do treinamento foi a oportunidade de vivenciar as três fases da exploração da madeira. “Essa possibilidade nos proporcionou grande enriquecimento em nosso aprendizado, que até então tinha uma base mais teórica sobre exploração madeireira de impacto reduzido.” 

Frederico Domene lembrou que o contato com o bioma amazônico tornou-se um diferencial na formação. “É tão importante conhecer a realidade e peculiaridades dos biomas do Sudeste, quanto conhecer as realidades e peculiaridades da floresta amazônica.” O estudante enfatizou que é necessário conhecer as melhores tecnologias que podem ser utilizadas nas diversas áreas de atuação.

Mato Grosso regulamenta a atividade turística de observação da fauna





Mato Grosso terá normativa inédita para o turismo de observação da fauna

O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou, nesta quinta-feira (18.08), durante a 8ª Reunião Ordinária, uma normativa inédita no Brasil que regulamenta a atividade turística de observação da fauna. Com essa resolução, Mato Grosso sai mais uma vez na frente em relação à preservação do ambiente natural e o impulso à atividade turística em seu território. Nenhum outro Estado da federação regulamentou a questão até o momento.

A proposta foi discutida na Comissão Especial Temporária, instituída pelo Consema e presidida pelo representante da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), o analista de Meio Ambiente Pedro Julião de Castro Borges, assessor de projetos da Superintendência de Fiscalização (SUF). Também integraram a Comissão Especial, o analista de Meio Ambiente da Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros/Sema, Marcos Roberto Ferramosca Cardoso; a representante do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Miyazaki Onuma; o representante da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso (Sedtur), Jairo Pradela; o representante da Associação Diamantinense de Ecologia (ADE), Dailor Luiz Romio, e o representante da OAB/MT, Leonardo Pio da Silva Campos.

Pedro Julião explicou que a questão sempre foi uma preocupação dos órgãos de gestão ambiental e do turismo devido a grande demanda por esse tipo de turismo em nosso Estado. Até então não existia nenhuma regulamentação da matéria, descrita no Art. 29 da Lei Federal nº 9.605 e no Art. 24 do Decreto Federal nº 6.514/2008.

“Nossa proposta surgiu da vivência com a questão e de uma conversa com o biólogo e analista ambiental do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap), ligado ao ICMBio, Dr. Peter Gransden Crawshaw Jr. Nosso objetivo é regulamentar a atividade turística de observação da fauna, em especial de onças, a fim de preservar a integridade física desses animais, dos turistas e, o equilíbrio do ambiente natural”, explicou o representante da Sema.

Todo o trabalho teve como base científica os estudos e pesquisas coordenados pelo Dr. Peter, considerado a maior autoridade no Brasil em pesquisa de animais carnívoros. Os resultados desses estudos e pesquisas foram reunidos em publicações como “Recomendações para Melhores Práticas de Observação e Convivência com Onças”, e “Predadores Silvestres e Animais Domésticos: Guia Prático de Convivência”.

"Entendemos que esta resolução é o instrumento apropriado que permitirá a continuidade da atividade turística, de maneira segura e regulamentada e dará à fiscalização, a ferramenta legal para coibir praticas irregulares de turismo”, destacou Pedro Julião. “Temos que coibir as formas arriscadas de exploração do turismo de observação de animais (em especial de onças), que coloquem em perigo a integridade física dos turistas. Também estaremos evitando a exploração desordenada que coloca em risco os animais em seu habitat natural e, ordenando o crescimento do turismo de observação no Pantanal, em regiões como Porto Jofre e a Estação Ecológica de Taiamã, onde a atividade é bastante comum”, reforçou Pedro Julião.

A Resolução permitirá ainda a aplicação de sanções às infrações criminais e administrativas contra a fauna silvestre, já que a normatização, a Lei Federal 9.605/98 e o Decreto Federal 6.514/08, são de sentido lato sensu, ou seja, genérico.

Para viabilizar as ações de fiscalização a Sema e a Sedtur deverão assinar um Termo de Cooperação Técnica que permitirá ao órgão ambiental atuar na fiscalização da atividade.

Para que tenha validade, a Resolução deve ser publicada no Diário Oficial do Estado, o que deve acontecer nos próximos dias.

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE

A Resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) que dispõe sobre a regulamentação da observação de onças pintadas (Panthera Onça) ou pardas (Puma Concolor), em vida, deverá entrar em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial do Estado, o que deve acontecer em breve.

Segundo a Resolução, a observação de onças pintadas será permitida desde que não seja utilizado nenhum mecanismo ou expediente que provoque alterações no comportamento do animal. O observador deverá permanecer em silêncio de modo a não atrair a atenção da onça e, durante a observação, poderá ser utilizada máquina fotográfica, filmadora, binóculo ou luneta.

A observação a partir de embarcações poderá ser feita desde que as embarcações mantenham distancias mínimas por questões de segurança. As embarcações devem permanecer no local pelo tempo máximo de 20 minutos. Também o número de embarcações no local de observação será limitado.

A Resolução prevê também a proibição de alimentação ou ceva dos animais, práticas utilizadas para atrair ou aumentar a chance de observação ou garantir a permanência do animal em determinado local. Também será proibida a utilização de instrumentos sonoros, visuais ou olfativo para atrair os animais ou perseguir, atrapalhar ou impedir que eles iniciem ou concluam a travessia dos cursos d’água ou qualquer percurso dos animais.

A Resolução não se aplica às atividades desenvolvidas com a permissão de órgãos ambientais competentes como, por exemplo, atividades de estudo e pesquisa.

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