sexta-feira, 8 de julho de 2011

Globo vídeos: Alimentos prontos e excesso de alimentos prejudicam a saúde e o meio ambiente

Conheça o trabalho de recuperação das nascentes do Xingu

A reportagem sobre a devastação das nascentes do Rio Xingu traz a dificuldade de recuperar essas áreas.






Acaba de decolar, o ônibus espacial Atlantis, o último vôo da Nasa




Partindo de uma velocidade de 200 milhas por hora, rapidamente alcançando 400 milhas e num piscar de olhos chega a 1.000 milhas. Este é seu último voo. Tivemos um brasileiro astronauta, Marcos Pontes e neste momento nos passa informações em tempo real:

Acompanhe pelo twitter @astro_pontes
Marcos Cesar PontesO astronauta Marcos Pontes, diretamente de Houston, acompanha e transmite pelo twitter todos os detalhes dos preparativos da última decolagem do Ônibus Espacial Americano.
A espaçonave ATLANTIS tinha sua decolagem prevista para hoje (08), às 12h26 (horário de Brasília). Acompanhe!

Ao atingir órbita a aeronave alcança impressionantes 3.500milhas/h.
As previsões americanas dai por diante serão de viajar de carona com os russos, alguém imaginava?


Cidades, Bicicletas e o Futuro da Mobilidade é idealizado por David Byrne, ex: Talking Heads



 “Percebi que a bicicleta é algo prático e agradável”

O ex-vocalista e guitarrista da banda americana Talking Heads, David Byrne, também é um defensor apaixonado do ciclismo urbano. “Gosto da sensação de flutuar e deslizar sem um motor, posso parar e explorar, fazer meu próprio itinerário e tomar o caminho que quiser para chegar a qualquer lugar. Desfruto da perspectiva oferecida a quem se locomove de bicicleta pela cidade e também pelos lugares que visito”, confidenciou o músico à Rede Nossa São Paulo.Em seu último livro, intitulado Diários de Bicicleta (publicado no Brasil pelo selo Amarilys), o músico relatou suas experiências em passeios realizados pelas ruas de cidades importantes do mundo, como Nova York. Por meio de histórias e fotografias pessoais, evidenciou o fato de que andar de bicicleta e utilizá-la como meio de transporte sustentável pode mudar a visão do mundo e das cidades.“Sinto-me conectado com a vida nas ruas e posso ir de um lugar ao outro com bastante rapidez. Tenho um senso de localização muito bom, por isso não me perco muito, adoro como, à medida em que me movo, abro uma espécie de imagem mental da cidade, algo que não acontece da mesma forma em um automóvel, nem mesmo no transporte público”, enfatizou o astro pop.

Byrne é o idealizador do fórum Cidades, Bicicletas e o Futuro da Mobilidade, que terá sua primeira edição sediada no Brasil na próxima terça-feira, 12 de julho, às 19h, no teatro Paulo Autran, do Sesc Pinheiros, em São Paulo.A iniciativa, que conta com a organização do Instituto Parada Vital e do Instituto de Políticas para o Transporte e o Desenvolvimento (ITDP), tem como objetivo discutir a redução do uso dos automóveis nas cidades, além de desenvolver um conjunto de sinergias e alianças estratégicas para resultarem em projetos conjuntos de maior impacto e alcance, relacionados às bicicletas.

“As previsões mais pessimistas sobre a mobilidade em São Paulo estão se confirmando. Promovermos um debate desse nível em São Paulo é de extrema importância para clarearmos o momento e encaminharmos soluções”, explicou Ismael Caetano, presidente do Instituto Parada Vital, à Rede Nossa São Paulo.Além do músico, participarão do evento, que será mediado pela jornalista Paulina Chamorro, o secretário de Transportes da 

Prefeitura de São Paulo, Marcelo Branco, o cicloativista Arturo Alcorta, e Eduardo Vasconcellos, especialista em planejamento urbano e coordenador do Projeto Observatório da Mobilidade Cidadã, da Associação Nacional de Transportes Públicos.O valor do ingresso para participação no evento é de R$ 10,00, com valores de meia-entrada para estudantes, idosos e associados do Sesc. As inscrições seguem até sábado (9) e devem ser feitas pelo portal www.sescsp.org.br.Detalhes sobre o fórum serão apresentados durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), no dia 10 de julho, contando com a participação de Byrne, que será um dos integrantes de uma mesa-redonda mediada por Alexandre Fernandez.Depois de passar pelo Brasil, o projeto seguirá para Buenos Aires (Argentina), Santiago (Chile), Lima (Peru), Quito (Equador), Bogotá (Colômbia), Cidade do México e Guadalajara (México).


Fonte Redação EcoD

O Ministério da Saúde adverte: Comer insetos faz bem

Especialistas defendem o uso de insetos na 
alimentação pelo bem da saúde e do planeta

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Desde 2008, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) vê a possibilidade de incluir insetos na dieta humana. A ideia tem a participação do entomologista (estudioo de insetos) Arnold Van Huis, da Universidade de Wageningen, na Holanda. Essa inclusão, além de benéfica para a saúde, também ajuda no combate ao efeito estufa.Nos últimos anos o consumo de carne, que era de 20kg por ano, cresceu para 50kg, e em 20 anos a perspectiva é de que cada pessoa coma, em média, 80kg de carne por ano. Devido a esse aumento, a Organização das Nações Unidas (ONU) recomendou que todas as pessoas passem pelo menos um dia por semana sem consumir carne e que diminuam ainda mais ao longo do tempo, para que dessa forma possam controlar as mudanças climáticas.

A entomofagia, que é a prática de comer insetos, ainda não é permitida no Brasil, mas estudos comprovam a importância nutricional do hábito. Um grupo de cientistas, trabalhando com a agência espacial japonesa (JAXA), pesquisou o bicho da seda e os cupins, e descobriram que eles seriam fonte de uma dieta rica em gorduras e aminoácidos.Mais de mil tipos de insetos já fazem parte do cardápio de 80% dos países, principalmente na porção oriental do globo, e são mais populares nas regiões tropicais, onde ficam maiores e são mais fáceis de serem capturados.


Opção contra a desnutrição

Frank Franklin, professor e diretor de nutrição pediátrica da Universidade do Alamaba, nos Estado Unidos, afirma que baixas calorias e poucas proteínas são as principais causas de morte em crianças e que a proteína dos insetos poderia ser uma solução mais barata se processada em uma forma semelhante a uma pasta de amendoim, para aqueles que sofrem dessa má nutrição.A população do Laos (país asiático) sofre com deficiência de cálcio e uma proposta de se construir uma grande indústria leiteira no país foi colocada em questão, mas por saberem que a maior parte dos asiáticos tem intolerância à lactose, essa proposta não pôde ser realizada.

Considerando então que grilos e gafanhotos são ricos em cálcio e 90% da população do Laos já comeram insetos em algum momento de suas vidas, a FAO vem desenvolvendo um projeto de criação de insetos, que aproveita os conhecimentos de 15 mil agricultores familiares que cultivam gafanhotos na Tailândia, um país vizinho. Em algumas partes do mundo, comer insetos não é estranho. No sul da África, as lagartas Mopani são salgadinhos populares, já os japoneses preferem as larvas de insetos aquáticos, e no México, as pessoas comem gafanhotos.


Insetos podem beneficiar a diminuição dos gases do efeito estufa

De acordo com as pesquisas do entomologista Van Huis, as fazendas de insetos produzem uma quantidade muito menor de gases de efeito estufa se comparadas à pecuária. Ele afirma que os insetos produzem 300 vezes menos óxido nitroso (que também agrava o efeito estufa) e muito menos amônia, que é tão comum nas criações de porcos e aves.

As fazendas de insetos ainda poderiam gerar renda para comunidades carentes e proteger as florestas, pois além de elas serem o habitat natural de várias espécies, não precisariam ser destruídas pelo avanço das pastagens.

Legalização da entomofagia

Por ainda não ser permitido a criação de insetos para fins alimentícios no Brasil, o empresário mineiro Luiz Otávio Pôssas Gonçalves, dono de uma companhia que cria e comercializa insetos, pediu ao Ministério da Agricultura o reconhecimento do seu negócio como um “estabelecimento produtor de insetos para consumo humano”.

Esse pedido acabou abrindo espaço sobre a legalização da entomofagia no Brasil. O Ministério da Agricultura pediu indicação bibliográfica ao empresário, alegando que se trata de um tema polêmico, mas que será discutido, pois representa oportunidade real de se combater o aquecimento global no Brasil e no mundo.Dados da FAO, que também está discutindo a possibilidade de incluir insetos na dieta humana, mostram que cerca de 80% dos países possuem insetos em seu cardápio e 23 dessas nações ficam no continente americano. Caso a proposta de Gonçalves seja aceita, podemos ter um cardápio recheado de insetos. 

Fonte: Eco Desenvolvimento

Amazonas da nascente à foz - 3ª parte

Parte 3 de 3
Este documentário mostra a PRIMEIRA EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA À NASCENTE DO AMAZONAS, organizada por Paula Saldanha e Roberto Werneck, com a participação do IBGE, Agência Nacional de Águas, INPE e Instituto Geográfico Nacional do Peru. O objetivo é iniciar uma série de pesquisas para a identificação do local da nascente do Amazonas, para atualização de mapas do Brasil e América do Sul pelo IBGE, e realização de medições de qualidade da água e vazão dos mananciais. Com a implantação de estações geodésicas no local, a expedição abre caminho para futuras pesquisas.


Programa EXPEDIÇÕES
Parte 3 de 3
Neste EXPEDIÇÕES vamos apresentar os resultados das pesquisas feitas pelo INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, sobre a medição comparativa do Amazonas e do rio Nilo.

Paulo Martini, pesquisador do INPE, explica como foi feito o estudo do comprimento entre os dois rios. O resultado vai comprovar na comunidade científica nacional e internacional que o Amazonas é o último grande rio do planeta ainda não poluído.

O INPE é referência para a América Latina e para o mundo inteiro no tratamento de imagens de sensoriamento remoto obtidas por satélites em órbita da terra. Martini e sua equipe usaram critérios iguais para a medição do Nilo e do Amazonas adotando o canal mais longo na foz dos dois rios.

Através desse um criterioso estudo comparativo, utilizando tecnologia de ponta e interpretação de imagens de satélite, os pesquisadores do INPE divulgaram: o Amazonas tem 6.992 quilômetros e é o mais longo rio do planeta, superando o Nilo em 140,09 km.

Essa medição só foi possível com a oficialização do local da nascente, conquistada com a Expedição Científica Brasileira e Peruana, organizada por Paula Saldanha, com financiamento da Petrobras e da RWCine.

Amazonas da nascente à foz - 2ª parte


Parte 2 de 3
Este documentário mostra a PRIMEIRA EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA À NASCENTE DO AMAZONAS, organizada por Paula Saldanha e Roberto Werneck, com a participação do IBGE, Agência Nacional de Águas, INPE e Instituto Geográfico Nacional do Peru. O objetivo é iniciar uma série de pesquisas para a identificação do local da nascente do Amazonas, para atualização de mapas do Brasil e América do Sul pelo IBGE, e realização de medições de qualidade da água e vazão dos mananciais. Com a implantação de estações geodésicas no local, a expedição abre caminho para futuras pesquisas



Programa  EXPEDIÇÕES
Parte 2 de 3
Neste EXPEDIÇÕES vamos apresentar os resultados das pesquisas feitas pelo INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, sobre a medição comparativa do Amazonas e do rio Nilo.

Paulo Martini, pesquisador do INPE, explica como foi feito o estudo do comprimento entre os dois rios. O resultado vai comprovar na comunidade científica nacional e internacional que o Amazonas é o último grande rio do planeta ainda não poluído.

O INPE é referência para a América Latina e para o mundo inteiro no tratamento de imagens de sensoriamento remoto obtidas por satélites em órbita da terra. Martini e sua equipe usaram critérios iguais para a medição do Nilo e do Amazonas adotando o canal mais longo na foz dos dois rios.

Através desse um criterioso estudo comparativo, utilizando tecnologia de ponta e interpretação de imagens de satélite, os pesquisadores do INPE divulgaram: o Amazonas tem 6.992 quilômetros e é o mais longo rio do planeta, superando o Nilo em 140,09 km.

Essa medição só foi possível com a oficialização do local da nascente, conquistada com a Expedição Científica Brasileira e Peruana, organizada por Paula Saldanha, com financiamento da Petrobras e da RWCine.


Amazonas da nascente à foz - 1ª parte

Histórico que apresenta os trabalhos da RW Cine Paula Saldanha, Roberto Werneck e Pedro Werneck de expedições realizadas na região da nascente do rio amazonas. Além de uma breve edição da aventura de Pedro Werneck que desceu o rio amazonas da nascente a foz em 2009. Vídeo apresentado na cerimonia que comemorou 48 aniversário do INPE - Instituto de pesquisas espaciais.



Parte 1 de 3
Este documentário mostra a PRIMEIRA EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA À NASCENTE DO AMAZONAS, organizada por Paula Saldanha e Roberto Werneck, com a participação do IBGE, Agência Nacional de Águas, INPE e Instituto Geográfico Nacional do Peru. O objetivo é iniciar uma série de pesquisas para a identificação do local da nascente do Amazonas, para atualização de mapas do Brasil e América do Sul pelo IBGE, e realização de medições de qualidade da água e vazão dos mananciais. Com a implantação de estações geodésicas no local, a expedição abre caminho para futuras pesquisas.



Programa EXPEDIÇÕES
Parte 1 de 3
Neste EXPEDIÇÕES vamos apresentar os resultados das pesquisas feitas pelo INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, sobre a medição comparativa do Amazonas e do rio Nilo.

Paulo Martini, pesquisador do INPE, explica como foi feito o estudo do comprimento entre os dois rios. O resultado vai comprovar na comunidade científica nacional e internacional que o Amazonas é o último grande rio do planeta ainda não poluído.

O INPE é referência para a América Latina e para o mundo inteiro no tratamento de imagens de sensoriamento remoto obtidas por satélites em órbita da terra. Martini e sua equipe usaram critérios iguais para a medição do Nilo e do Amazonas adotando o canal mais longo na foz dos dois rios.

Através desse um criterioso estudo comparativo, utilizando tecnologia de ponta e interpretação de imagens de satélite, os pesquisadores do INPE divulgaram: o Amazonas tem 6.992 quilômetros e é o mais longo rio do planeta, superando o Nilo em 140,09 km.

Essa medição só foi possível com a oficialização do local da nascente, conquistada com a Expedição Científica Brasileira e Peruana, organizada por Paula Saldanha, com financiamento da Petrobras e da RWCine.

Às Estrelas


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Google Street View - Dados cartográficos

A gigante de couro pode atingir dois metros de comprimento e pesar até 750 kg.