terça-feira, 9 de abril de 2013

Criada em 2010, a UC do MoNa Cagarras vai ter agora sua 1ª oficina de manejo


Um ano atrás

Em abril de 2010, o grupo de ilhas costeiras do Rio de Janeiro tornou-se a primeira Unidade de conservação (UC) Marinha Integral da cidade: o Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MoNa Cagarras)

O MoNa é uma categoria de Unidade de Conservação de proteção integral. Essa unidades são criadas com a finalidade de preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica.

O vídeo acima demonstra a grande preocupação de pesquisadores e biólogos com a depredação das ilhas costeiras por consequência das constantes invasões, e com a falta de fiscalização. Visando conscientizar a população, eles promovem mutirões de limpeza. A produção de lixo em grandes quantidades, ameaça diariamente o frágil ecossistema deste paraíso ecológico.

Oficina Discutirá Plano De Manejo Das Ilhas Cagarras

 

Evento será dia 16 no VI Fórum de Planejamento Turístico no Rio

Brasília (04/04/2013) – O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e a Fundação SOS Mata Atlântica, promove no próximo dia 16 a I Oficina de Plano de Manejo do Monumento Natural das Ilhas Cagarras, unidade de conservação (UC) federal localizada no litoral da cidade do Rio de Janeiro.

Aberto a todos os interessados, a oficina, que integra a programação do VI Fórum de Planejamento Turístico, ocorrerá das 10h às 18h, no auditório do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UniRio, na Avenida Pasteur, 458, Urca. Durante o evento, haverá ainda a reunião ordinária do conselho consultivo da UC.

Programação:

10h – 10h30: Credenciamento
10h30 – 12h: Apresentação da metodologia para elaboração do Plano de Manejo e Programas de Gestão esperados.

14h – 15h: Patrimônio a ser preservado
15h – 15h30: Discussão
15h30 – 16h: Intervalo
16h – 17h: Uso Público
17h – 17h30: Discussão
17h30 – 18h: Coffe-break


Thais Alves
thais.lima@icmbio.gov.br
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

SOS Mata Atlântica : Estrada ameaça Parque Nacional do Iguaçu

Dano ao ambiente será irremediável


Será que não existe um único deputado a favor do meio ambiente?


Os Ruralistas agradecem:
Comissão especial criada na Câmara aprovou projeto que prevê estrada dentro de uma das mais importantes Unidades de Conservação da Mata Atlântica; ONGs lamentam decisão, capitaneada por deputados ruralistas, e a omissão do governo.

Foi aprovado na tarde de quarta-feira (3/4) o relatório final do projeto de lei que quer abrir a Estrada Caminhos do Colono, que corta o Parque Nacional do Iguaçu. Com 18 quilômetros de extensão, a estrada corta a área mais protegida do Parque, na qual é proibida a visitação de turistas. Para legalizar a estrada, o Projeto de lei nº 7123, de 2010, de autoria do deputado ruralista Assis do Couto (PT-PR), incluiu o conceito estrada-parque na Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

O projeto foi aprovado por uma comissão especial criada na Câmara dos Deputados e segue agora para a Mesa da Câmara, onde ficará por 5 sessões antes de ser encaminhado ao Senado, sem necessidade de ser votado em plenário. Só será encaminhado ao plenário caso algum deputado entre com requerimento durante algumas dessas sessões.

“Este é mais um atentado contra o meio ambiente e a sociedade. É um patrimônio da humanidade que está sob forte ameaça”, lamenta Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, que acompanhou a votação ontem. “Restam apenas 7,9% da Mata Atlântica original e o pouco que sobrou pode ser devastado com iniciativas como essa de deputados ruralistas e a omissão do governo”, afirmou ele.

Malu Ribeiro, coordenadora de projetos da Fundação SOS Mata Atlântica e especialista em estradas-parque, critica a forma como o processo vem sendo conduzido. “Trata-se de enorme agravante o fato da Câmara especial aprovar o projeto de lei sem um estudo técnico e científico e de impactos ambientais para o parque. Isto não representa um conceito de estrada-parque, com características especiais. Neste caso, é a abertura de uma ferida, um caminho para a devastação, aumentando as ameaças a um parque que é referência e um grande patrimônio do país“, diz ela.

Na opinião de Ivy Wiens, do Instituto Socioambiental e coordenadora-geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica, sob o pretexto de levar o país ao “desenvolvimento”, mais de 400 projetos de lei estão em análise no Congresso Nacional para promover um retrocesso gigantesco na legislação nacional.

“O exemplo mais recente é o projeto de lei que permite a abertura da Estrada do Colono, no Parque Nacional do Iguaçu, e que teve parecer favorável aprovado na tarde de ontem. Além de trazer impactos a um dos biomas mais ameaçados do planeta, a Mata Atlântica, as discussões sobre este projeto estão acontecendo em uma Comissão Especial que desobriga que seu conteúdo seja amplamente discutido em plenário“, afirma ela.


Segundo Ivy, a Rede de Ongs da Mata Atlântica, articulação que reúne mais de 200 organizações em 17 Estados, repudia a forma como as questões socioambientais têm sido discutidas no Congresso Nacional e, na certeza de que esse tipo de postura não é unânime entre deputados e senadores, está iniciando contato com diversos parlamentares, para que esses retrocessos sejam barrados. “O Brasil tem um potencial enorme de geração de riqueza e de garantia à boa qualidade de vida, aproveitando as cadeias produtivas da sociobiodiversidade, mas o que vemos são nossos parlamentares acabando com este patrimônio, com posturas ultrapassadas”, lamenta.

Para Miriam Prochnow, coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi (Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida), “a aprovação desse projeto é mais um grande retrocesso ambiental, especialmente porque ele vem travestido sob a forma de um instrumento necessário às Unidades de Conservação, que é a figura da estrada-parque”.

“A estrada do colono não pode ser classificada como uma estrada-parque, porque sua reabertura, visando atender interesses puramente privados, trará um impacto irreparável à única área conservada que sobrou no extremo oeste do Paraná e que beneficia toda a comunidade, com a prestação de serviços ambientais. No caso do Parque Nacional do Iguaçu já existe uma verdadeira estrada-parque que é aquela que leva às Cataratas. Reabrir a Estrada do Colono significa também abrir o Parque para que contrabandistas, traficantes de drogas e de armas possam se valer da floresta como rota de contrabando e de fuga, destruindo a floresta e dificultando o trabalho dos órgãos de controle e fiscalização”, ressalta Miriam.


Uma ferida na floresta

A Estrada do Colono foi aberta no início do século XX para ligar as cidades de Serranópolis do Iguaçu e Capanema, no sudoeste do Paraná, cortando o Parque Nacional do Iguaçu, criado em 1939.

Primeiramente uma trilha, o trecho se transformou em estrada de terra nos anos 50 e quase chegou a ser asfaltado nos anos 80. A estrada foi oficialmente fechada pelo governo federal em 2001, o que gerou uma onde de ações na Justiça para reabrir a passagem. Em 2013, a disputa chegou à Câmara dos Deputados, incentivada pela bancada ruralista.

A estrada do colono foi fechada há 12 anos

Patrimônio ameaçado

Segundo o site www.cataratasdoiguacu.com.br, o Parque Nacional do Iguaçu abriga o maior remanescente de Mata Atlântica da região sul do Brasil e protege uma riquíssima biodiversidade, constituída por espécies representativas da fauna e flora brasileiras, das quais algumas ameaçadas de extinção.

O Parque do Iguaçu foi a primeira Unidade de Conservação do Brasil a ser instituída como Sítio do Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, no ano de 1986. Unido pelo rio Iguaçu ao Parque Nacional Iguazú, na Argentina, o Parque integra o mais importante contínuo biológico do Centro-Sul da América do Sul, com mais de 600 mil hectares de áreas protegidas e outros 400 mil em florestas ainda primitivas, responsabilidade ímpar para ações conjuntas entre brasileiros e argentinos nos esforços de preservação deste tão importante patrimônio mundial.

Deputado Assis Miguel do Couto
(profissão agricultor) - autor do projeto 


Proteste!

Envie email para as autoridades políticas manifestando sua oposição à essa ameaça a um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros: diga “Não” à reabertura da Estrada do Colono no Parque Nacional do Iguaçu!

Presidenta Dilma Rousseff
Telefones: (61) 3411.1200 (61) 3411.1201
Fax: (61) 3411.2222
gabinetepessoal@planalto.gov.br

Ministra da Casa Civil Gleisi Helena Hoffmann
Telefone: (61) 3411-1573 / 3411-1935
Fax: (61) 3321-1461
casacivil@presidencia.gov.br
gleisi.hoffmann@presidencia.gov.br

Ministério do Meio Ambiente
Ministra Izabella Teixeira
Telefone: (61) 2028-1057 / 2028-1058 / 2028-1289
Fax: (61) 2028-1755 / 2028-1756
izabella.teixeira@mma.gov.br
gm@mma.gov.br


Projeto inovador pretende livrar o oceano da poluição por plásticos




How the oceans can clean themselves: Boyan Slat at TEDxDelft

Plataforma desenhada no formato de uma arraia manta promete recolher toneladas de plásticos dos oceanos ao mesmo tempo em que gera lucros para o empreendedor que comprar a ideia.

A cada ano, produzimos cerca de 300 milhões de toneladas de plástico e muito disso acaba indo parar nos oceanos, provocando grandes danos ambientais, inclusive matando a vida marinha, que confunde os resíduos com alimento.

Grande parte do lixo é proveniente das cidades, sendo levado pelos fluxos de água e se acumulando em cinco áreas de alta concentração, os chamados ‘giros’ dos oceanos. Para resolver o problema, além de reduzirmos o uso do plástico, é preciso uma melhoria no gerenciamento global de resíduos. Porém, isso não torna menos necessária a eliminação de todo o lixo que já se encontra nos cinco giros (imagem ao lado) oceânicos.

Até agora, as propostas para ‘limpar’ o plástico nos mares incluem o uso de navios, que gastariam enormes quantidades de combustível e força humana, ou redes que capturariam, além do plástico, muitos animais marinhos.

Uma nova ideia surgiu em um trabalho acadêmico do estudante holandês de engenharia Boyan Slat. A proposta, que ainda está na fase investigativa, é: se o plástico se movimenta embalado pelas correntes marinhas, por que não fixar processadores de água no leito oceânico em um determinado ponto onde esses resíduos passam?

O processador, uma plataforma similar a uma arraia manta, teria a forma de um compartimento flutuante, sem redes, o que resultaria na liberação de formas de vida que viessem a cair no ‘filtro’, como o plâncton. Além disso, por ser flutuante, ao contrário das redes, a solução cobriria áreas muito mais amplas e não ficaria no caminho das espécies marinhas.

Manta2

“Inspirado por meus mergulhos nas Ilhas de Açores, decidi que o melhor formato para a plataforma seria o de uma arraia manta. Ao permitir que as suas 'asas' fluam como uma manta, podemos garantir o contato dos 'braços' da plataforma com a superfície mesmo nos mares mais agitados", comentou Slat em sua apresentação no TEDx Delft (vídeo acima).

Apesar de a hipótese não ter sido testada, o projeto prevê que mesmo espécies planctônicas – devido a sua densidade similar à da água do mar – podem se movimentar sob o compartimento junto com o fluxo da água.

As plataformas seriam completamente autônomas, recebendo energia do sol, das correntes e ondas.

Slat enfatiza que com a renda gerada pela coleta do plástico nos cinco giros, seria possível lucrar mais do que se gastaria para executar o projeto.

Manta3

A ideia do estudante agora conta com o apoio de um grupo de cerca de 50 engenheiros, modeladores, especialistas e de outros estudantes. 

Uma campanha de crowd funding foi lançada visando extrair mais de sete bilhões de quilos de plástico dos oceanos em apenas cinco anos. O custo estimado para provar cientificamente o conceito é de US$ 80 mil.


Foto: Very sad news from Tenerife today.
No pictures of Divers having fun.
No Pictures of our wonderful aquatic world we visit.

Just a picture of a dead Dolphin found 200 metres offshore, with a plastic bag around its rostrum, in Tenerife.
 
One white plastic bag is all it took to end the life of this beautiful animal.
Um saco plástico branco foi o suficiente  
para acabar com a vida deste belo animal.


Help make it happen for Boyan Slat! Contribute to The Ocean Cleanup: FEASIBILITY STUDY.




Also Find This Campaign On:

Às Estrelas


The Most Astounding Fact
O Fato Mais Importante (Legendado)

PET



Medicamentos - Descarte Consciente


Google Street View - Dados cartográficos

A gigante de couro pode atingir dois metros de comprimento e pesar até 750 kg.