quarta-feira, 15 de junho de 2011

Era uma vez um mundo cheio de vida e esperança chamado Makaya...


Cuidando do meio ambiente através crianças, 
  
Carolina Lefemina conta a história

Apesar de não ter aprendido noções sobre preservação dos recursos naturais desde criança, Carolina Lefemina sempre gostou da natureza. Aos 35 anos, ela criou a Makaya, uma ONG para realizar trabalhos de reinserção de animais silvestres em seus habitats e desenvolve um projeto com as crianças da Casa do Zezinho
Na escola, ela criou uma metodologia de ensino ambiental completamente diferente do usual, seu objetivo é fazer com que as crianças gostem de cuidar do meio ambiente "com o coração".
Leia abaixo a entrevista e entenda como projetos como a criação de uma horta ou a troca de copinhos plásticos por canecas pode fazer com que as crianças e os jovens compreendam a preservação e cultivem amor pela natureza. 
 O Makaya surgiu de uma vontade minha de fazer reinserção de animais silvestres na vida selvagem. Eu sempre trabalhei com animais, fui adestradora durante 15 anos, e o meu objetivo é trabalhar para devolver esses bichos à natureza. A partir daí comecei a rea
lizar parcerias com pessoas que querem ter aproximação com o meio ambiente. Dessa forma, eu tomo conta dessa temática nos projetos das pessoas com quem trabalho.

A missão do Makaya é educar as pessoas para a preservação e o cuidado com o meio ambiente. Hoje, na parceria que eu realizo com a Casa do Zezinho, eu cuido do meio ambiente através das crianças.

Nessa parceria, nós criamos mecanismos de educar os zezinhos para a preservação. Um deles é o Caminho da Transformação, que começa em uma Ecocabana. Ela foi construída pelos próprios zezinhos e seus pais. 
Nós escolhemos pais que já tinham experiência como pedreiros ou que estavam desempregados e os levamos para um curso de capacitação em permacultura, chamado Casa do Homem. Lá eles aprenderam a fazer bioconstrução. 
A cabana foi montada com garrafas PET recheadas de sobras de materiais das aulas dos zezinhos, com a massa feita de adobe com jornal, cola e barro, e com estrutura de restos de metais de construção civil. Na Ecocabana, os zezinhos têm aulas de vídeo, com filmes relacionados ao meio ambiente.
O percurso do "Caminho da Transformação" é grande... 
Então, após a cabana, tem uma “Calçada da Fama” com pegadas de bichos que estão em fase de extinção, daí eles chegam na parte que eu considero o coração do projeto, que é o “Meu Refúgio”, um pedaço de mata fechada, onde os alunos devem ficar em silêncio e podem sentir o cheiro do mato. É nesse ponto que a gente quer tocar no coração desses meninos, fazer com que eles sintam gratidão pela natureza e por tudo o que ela nos oferece (a água, o fogo, a terra e o ar). Fazer com que eles entendam que são parte disso e que a natureza está aí, responsável pela vida deles. 
Depois temos viveiros de coelhos, cabras, codornas e também um viveiro aberto para pássaros. Nós queremos implantar a ideia de que os animais não precisam estar presos para serem cuidados pelas pessoas. 
No futuro nós queremos fazer uma ação com o IBAMA para devolver papagaios dos alunos à natureza. Um dado curioso é que três em cada 10 alunos da Casa possuem papagaios. Eles sabem que é errado, mas muitos não sabem que podem devolver os animais e nós queremos realizar uma ação de reinserção desses pássaros.
 Os alunos também plantaram um jardim com mais de mil sementes. A primeira tentativa não deu certo, todas as mudas morreram e eles passaram por uma frustração, além de entender a dificuldade que uma planta tem de nascer e o tempo que demora para germinar. Eles produziram outras mudas, na própria estufa da Casa.
Eles adoram essas ações e participam diariamente. Outro projeto nosso foi a implantação de reciclagem na escola, feito com a cooperativa que uma mãe de zezinho participa. 
Nós colocamos as lixeiras e explicamos a eles como é que funciona o sistema: todos os dias, em rodízio, um grupo de zezinhos de todas as classes de aula são fiscalizadores do Makaya. Eles recebem aventais e boné de identificação e passam por toda a escola olhando as lixeiras e as plantas - assim que os bichos chegarem também vão cuidar deles. E para acabar com esse hábito de jogar o lixo no chão, que tinha muito, nós criamos uma parceria entre o pessoal da limpeza e os zezinhos que participam do Makaya, porque aí, no local que está sujo ou que o pessoal não está jogando lixo corretamente, os alunos avisam ao pessoal da limpeza. 
A Casa do Zezinho consumia cerca de 60 mil copos plásticos por mês e isso incomodava muito a Tia Dag. O copinho plástico, por mais que ele seja levado para a reciclagem, é pouco reaproveitado. Nós tínhamos a ideia de introduzir o uso das canecas, mas não sabíamos como fazer. Foi então que um grupo de alunos viu a nossa bióloga com uma caneca pendurada na calça e também quis. A partir desses jovens, a escola toda (com mil e duzentos alunos) quis usar as caneca. Os próprios alunos tomam conta das plantas e da fiscalização do lixo 
Para fazer com que os alunos entendessem a necessidade de cuidar do meio ambiente, nós começamos com a ideia de que eles precisam colocar a mão na massa em tudo, são eles que mexem na terra e cuidam das plantas, que veem se as coisas estão dando certo ou não. No começo, nós tivemos uma dificuldade de como trazer isso para os zezinhos. Uma de nossas primeiras conversas foi justamente isso, qual o papel deles na preservação do meio ambiente, seja contra o aquecimento global ou no cuidado com as espécies. Eles diziam que não tinham nada a ver com o derretimento das geleiras e com a extinção dos micos-leões-dourados, por exemplo. 
Então nós fizemos com que eles percebessem que tinham que cuidar dos recursos mais próximos, como o ar que respiram e a água que bebem. A ideia é fazer com que eles poluíssem menos  produzissem menos lixo.
Muito dessa filosofia é realizada em parceria com a nossa bióloga, que direto realiza atividades de reciclagem e reutilização com as crianças para que eles passem a entender da preservação com o coração, porque aí fica mais fácil. 
O Makaya só tem um ano, mas nós realizamos outras duas ações, uma no Lar Doce Lar (quadro do programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo) e uma com o Projeto A Gente Transforma (AGT), em parceria com o Marcelo Rosenbaum e a Suvinil. Nesse projeto nós fizemos uma revitalização da quadra de esportes do Parque Santo Antônio, em São Paulo, e o Makaya entrou com o objetivo de fazer com aquilo tivesse o menor impacto ambiental possível. Nós reutilizamos o material utilizado na ação e plantamos mais de 100 árvores em torno do campo. 
Nessas ações, é possível perceber se a comunidade agrega esses valores de sustentabilidade tem coisas que ficam guardadas em nossa cabeça, coisas que dinheiro nenhum compra. Nessa ação do AGT, por exemplo, nós passamos o dia plantando árvores, fomos na comunidade apenas para plantar e explicar como fazer para preservar as plantas. 
Quando terminamos, a gente entregou balas para as crianças que participaram e nos ajudaram com as mudas, e um garoto me chamou atenção. O lugar que foi revitalizado fica em meio a um lixão, sabe? E tem sacos de lixo e resíduos espalhados por todos os lados. Quando aquele menino ganhou a bala e desembrulhou, ele ficou sem saber onde jogar o papel. Ele olhou para todos os lados e moveu mais de vinte passos para chegar a uma lixeira, mas não jogou no chão. 
Nós não estávamos lá para falar que não se podia jogar lixo no chão, a gente estava lá para revitalizar a comunidade. E eu acho que aquilo o tocou. Acho que ele pensou que agora, já que estava tudo arrumado, ele não ia ajudar a sujar. 
Isso ficou guardado em minha memória.


Jon Rose, o surfista americano desce ondas em benefício da água

http://www.wavesforwater.org

O projeto Waves of Water na Amazônia 

"Ondas para água sempre foi enraizada na aventura ... Foi basicamente fundada no estilo de vida que eu vivi nos últimos 15 anos. A idéia inicial era simples - continuar a exercer a minha paixão por viagens e aventuras e fazer algo de bom no processo ..."
 "Tenho certeza que isso acontece com a maioria das pessoas em algum nível ... é uma forma de evolução - levando as coisas que você aprendeu no passado e ira aplicá-las no futuro". 
"Quando há políticos envolvidos, há também muita burocracia. Tudo o que queremos é fazer o nosso trabalho 
Jon Rose

A organização Waves for Water, do surfista americano Jon Rose, doou 200 filtros de água para 13 comunidades ribeirinhas da Amazônia, durante uma expedição realizada em maio.
A organização promove expedições a lugares afetados pela má qualidade da água, como Haiti, Paquistão, Indonésia, ìndia, Japão e Chile. Durante as visitas, a Waves of Water distribui filtros portárteis de cerâmica que eliminam bactérias e protozoários da água.

O trabalho em terras brasileiras começou no início de 2011, no Rio de Janeiro, quando a ONG distribuiu outros 200 filtros após a tragédia causada pelas chuvas na região serrana.
Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o surfista contou que conheceu as comunidades ribeirinhas da Amazônia quando surfou na região, na pororoca. "É incrível que uma região tão rica em água doce ainda exista tanta gente sem acesso a água tratada", afirmou.

Suas ondas ajududaram comunidades 
do Haiti, Japão, Rio de Janeiro e Afeganistão


De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 54% da população da Amazônia não têm acesso a água potável, mesmo morando em uma região que possui 70% da água disponível para uso do país.

Acostumado a buscar patrocínios para as competições de surf, Rose diz que prefere trabalhar em parceria com setores privados do que com governos. A expedição amazônica, por exemplo, foi realizada com o patrocínio de empresas como Ambev, Nextel e a agência de publicidade Loducca.

"No meio de uma revista National Geographic. Nós tivemos uma aventura inigualável e incrível tempo surfando a onda que alguns chamam de a mais longa do mundo. Ele percorre o Atlântico, de forma contínua , 80 milhas - verdadeiramente um dos mundos grande fenômeno da natureza"

"Em tudo que faço, gosto de ser mais ágil e independente. Adoro a emoção da descoberta e seus mistérios . Eu não sabia disso na época, mas todos os anos que passei como um surfista globetrotting antes de iniciar W4W seria diretamente responsáveis, assim como um trampolim, crucial para a vida que levo hoje. Tenho certeza que isso acontece com a maioria das pessoas em algum nível ... é uma forma de evolução - levando as coisas que você aprendeu no passado e aplicá-las no futuro. Mas no meu caso eu sei que havia uma linhagem distinta transferidos, não somente de um capítulo para o outro, mas também através de gerações de membros da família antes de mim.
Agora eu me encontro aqui - 30 mil pés no ar, voando sobre o Brasil central, indo para uma cidade na região amazônica chamada Macapá. É a última cidade grande ao longo do rio Amazonas antes de converger com o Atlântico. Vamos pegar um barco e motor em Macapá, 20 horas descendo o rio até à foz.Vamos passar três dias em uma parte do rio - surfar na incrível Pororoca  e entregar filtros de água  a todos os moradores ribeirinhos ao longo do caminho. Há uma necessidade incrível de água potável nessas áreas, a maioria das pessoas vivem nas chamadas "Aldeias Stilt" - conjuntos de estruturas de madeira que são construídos sobre palafitas, com passarelas de entre si, interligando-as

Suas vidas acontecem com a água debaixo deles ... em muitos casos, essas pessoas levam quase a vida inteira sem os pés em terra firme. Transitam só remo em canoas de uma aldeia para outra. Eles são provavelmente a coisa mais próxima de um anfíbio sendo pessoas, em nosso planeta. Estas condições tornam extremamente difícil o acesso à água potável. Tudo é misturado por água abaixo - como um prato gigante de petri.
Eu estive nesta área uma outra vez, cerca de 4 anos, para filmar um comercial para a montadora japonesa Nissan. O comercial foi baseado em torno alguns surfistas aventureiros em uma missão através da Amazônia para surfar na Pororoca (é claro que eu faria uma grande parte da viagem - por estradas na selva - na mais nova Nissan SUV). Eu tenho que dar-lhes parabéns realmente sérios tendo as filmagens como uma missão real e não apenas o preparo algo para se assemelhar a uma aventura como muitos dos comerciais de queijo lá fora. Não, era real como deveria ... a Amazônia não é brincadeira!  
Eu sempre soube estaria de volta ... e depois que comecei a W4W passou a ser do meu radar. Eu tinha estado lá, vi as necessidades com meus próprios olhos e agora eu tenho uma forma concreta de ajudar. Ao longo dos últimos meses a W4W tem realizado um monte de trabalhos no Brasil. Tudo começou com uma missão em resposta à desastres,  as inundações catastróficas que aconteceram próximo ao Rio no início deste ano. Desde então, com a ajuda de um grupo apoio formado por brasileiros colaborando com a W4W (composto por Vavá Ribiero e Guga Ketzer), temos desenvolvido novos projetos para que as pessoas possam ter acesso a água limpa."
Jon Rose




Fonte:

W4W
Estado de São Paulo

"Wikiflora" projeto de enciclopédia digital da biodiversidade amazônica


A ideia foi do próprio Mercadante, afirmou Ministério do Tecnologia/
O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a companhia norte-americana de computadores e sistemas de informática IBM vão criar uma plataforma para registro de dados sobre a flora amazônica. 
‘Wikiflora’ vai mapear biodiversidade na AmazôniaO projeto, já batizado de “Wikiflora”, será desenvolvido por meio de um convênio assinado no dia 15 de junho em Brasília pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e o presidente da IBM Brasil, Ricardo Pelegrini. 
A proposta prevê a criação de um portal eletrônico de “ciência cidadã”, que permita a colaboração de cientistas, de professores e da comunidade na investigação da diversidade biológica e que utilize ferramentas de redes sociais e semelhantes às da Wikipedia.
Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a ideia do portal é do próprio Mercadante, que em janeiro visitou a Reserva Experimental Adolpho Ducke, pertencente ao Inpa. 
“Temos a necessidade de fazer a enciclopédia digital da biodiversidade da Amazônia. Precisamos conhecer melhor a nossa riqueza”, disse o ministro à época da visita. 

Fontes:
Agência Brasil
Portal EcoD

Deputados aprovam REDD nacional em plenário

Manutenção e aumento dos estoques de carbono florestal

O Projeto de Lei 195/11, que institui o sistema nacional de redução de emissões por desmatamento e degradação, conservação, manejo florestal sustentável, manutenção e aumento dos estoques de carbono florestal (REDD+), foi aprovado na quarta-feira, 10 de junho, pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. 
De autoria da deputada Rebecca Garcia (PP-AM), o projeto teve como relator o deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), que foi favorável à proposta, embora tenha apresentado emendas. “O desmatamento e as queimadas respondem por mais de metade do total de emissões brasileiras de gases de efeito estufa, cifra que sobe para cerca de 3/4 quando se considera apenas o gás carbônico”, explicou ao Estadão. Segundo ele, o sistema ajudará a conter a perda das florestas e contribuirá para reduzir o impacto das mudanças climáticas. 
No Brasil, o sistema Redd+ vai criar uma espécie de mercado de carbono interno, que pode gerar créditos para a obtenção de financiamentos, ou gerar certificados para serem usados na compensação de emissões de gases de efeito estufa no território nacional ou em outros países.
Além da redução das emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal, a proposta tem como objetivo a conservação da biodiversidade; a manutenção e aumento dos estoques de carbono florestal; a valoração dos produtos e serviços ambientais relacionados ao carbono florestal; e o reconhecimento e repartição dos benefícios decorrentes da implementação do sistema. 
O sistema Redd+ poderá ser financiado por fundos nacionais como o de Mudanças do Clima; o da Amazônia; o do Meio Ambiente; e o do Desenvolvimento Florestal. Os recursos também podem ser provenientes de acordos bilaterais ou multilaterais sobre clima; acordos decorrentes de ajustes, contratos de gestão e convênios celebrados com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual ou municipal; doações; comercialização de créditos de carbono e, ainda, verbas do Orçamento da União ou privadas.



Fontes
ecodesenvolvimento

A Rota do Sol & O Túnel do Tempo


Ferrovia Solar

O primeiro túnel de trem da Europa movido a 
energia solar, cobre um trecho de mais de três quilômetros.

A viagem de trem de Paris a Amsterdã pode não ser a rota ferroviária europeia mais pitoresca, mas é a única capaz de aproveitar o tremendo poder do sol.Na primeira semana de junho, engenheiros na Bélgica oficialmente ligaram o primeiro túnel de trem da Europa movido a energia solar, cobrindo um trecho de mais de três quilômetros de linha férrea ligando a Cidade Luz à Amsterdam.
Criada por uma companhia belga de energia solar, os painéis solares custarão ao governo do país cerca de US$ 20,1 milhões. Eles abrangem uma área equivalente a oito campos de futebol. A instalação de 16 mil painéis solares vai ser usada também para fornecer 50% da energia necessária para alimentar as proximidades da Estação Central de Antuérpia, Bélgica, e para fornecer energia extra para os trens de alta velocidade e tradicionais. Originalmente desenvolvido para ajudar a proteger os viajantes de quedas de árvores da antiga floresta que beira os trilhos, o projeto adaptado prevê hoje a produção de até 3.3 MW/h por ano, energia suficiente para abastecer 950 famílias anualmente, enquanto diminui as emissões anuais de CO2 em cerca de 2.400 toneladas. Este não é o único projeto do gênero. O governo dos Estados 
Unidos lançou uma campanha para o "trem-bala movido a energia solar" viajando a 321 km/h entre Tucson, Phoenix e Arizona. E na Itália também existe um trem equipado com painéis solares capazes de gerar energia suficiente para o sistema de ar condicionado. Redação

CicloVivo

Inspiração, casa contêiner modo de vida sustentável



O escritório de arquitetura HyBrid, empresa instalada em Seattle (EUA), construiu uma casa usando a arquitetura denominada Cargotecture - arquitetura com contentores de carga reciclada; com toda a energia necessária para alimentá-la proveniente da luz solar, uma fonte totalmente renovável.
"Ser verde" oferece infinitas oportunidades na educação, exploração e divertimento. Adaptar-se a um estilo de vida mais sustentável vale a pena para todos os motivos que não incluem somente o planeta. Este tipo de hábito frequentemente economiza dinheiro e melhorara a saúde e a vida.

Foi seguindo esses princípios que a residência sustentável foi projetada. A estrutura da casa é construída a partir de um contêiner de transporte de nove anos de idade. Os designers Robert Humble e Joel Egan transformaram-no dando uma nova vida e finalidade a ele. Esta pequena casa moderna é um símbolo da criatividade a partir de resíduos, que tem como um de seus objetivos incentivar as pessoas a terem consciência ambiental. O Cargotecture também dá uma mensagem simples de como ser criativo e fazer uso dos materiais descartados em todas as maneiras possíveis. 
A “casa do sol” foi recentemente exibida no “Celebration Weekend”, em Menlo Park, Califórnia. Para que a casa fosse construída foram necessários pouco mais de 58 m2, mesmo assim a residência tem espaço suficiente para acomodar confortavelmente quatro pessoas. Ela é totalmente movida a energia solar, com todos os tipos de comodidades modernas na cozinha, como balcões de madeira e armários simples e funcionais. Há um mini banheiro com descarga dupla, pia e chuveiro de teto. No mobiliário também está presente um sofá e uma cama dobrável. 
Esta é a Era da consciência ambiental. As pessoas já estão percebendo que se todos produzem lixo, todos são parte do problema, então também podem ser parte da solução. Ao invés de jogar fora itens que já não precisamos mais, podemos encontrar um caminho para a próxima fase de seu ciclo de vida. Os três R's - reduzir, reutilizar e reciclar - ajudam a diminuir a quantidade de lixo jogada fora diariamente. Eles ajudam a conservar os recursos naturais, espaço em aterros e energia. 
Hoje em dia o lixo já não é mais desperdiçado. Podemos primeiro reduzir sua quantidade e em seguida, reutilizar um item ou encontrar alguém que possa usá-lo ou reciclá-lo. Assim, nossos valiosos recursos naturais serão poupados. 



Fontes:
Spencer Toy/Sunset Magazine
Redação CicloVivo

Às Estrelas


The Most Astounding Fact
O Fato Mais Importante (Legendado)

PET



Medicamentos - Descarte Consciente


Google Street View - Dados cartográficos

A gigante de couro pode atingir dois metros de comprimento e pesar até 750 kg.