sábado, 8 de outubro de 2011

As ruínas de Machu Picchu, tema de fórum sobre turismo sustentável

Vista da cidade inca de Machu Picchu, nos andes peruanos; local foi tema de palestra em SP

Vista do complexo de Machu Picchu


Turistas passeiam por escadaria de Machu PicchuAs ruínas de Machu Picchu foi um dos principais assuntos abordados durante o Fórum Interamericano de Turismo Sustentável, que aconteceu durante a feira Adventure Sports Fair, no parque do Ibirapuera, em São Paulo.

O tema "Turismo em Unidades de Conservação", da palestra sobre Machu Picchu ocorreu no prédio da Bienal, apresentado por Glen Gamper, da agência Ambiental Expedições.

Machu Picchu está na lista do Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade da Unesco desde 1983 e é um destino mundialmente conhecido pela presença de monumentos arqueológicos de alto valor histórico e cultural. O santuário também é considerado uma obra-prima da arquitetura e da engenharia.



Luz do sol revela desenhos ocultos em Machu Picchu


Pachacutec, fundador de Machu Picchu

Os construtores de Machu Picchu, no sudeste do Peru, deixaram ocultos desenhos de condores, alpacas e lhamas em sua estrutura que só podem ser vistos sob os raios do sol e em determinadas épocas do ano.

Há mais de 600 anos, os artífices da cidadela "foram guiados pelos astros, pelas montanhas e pelos rios" para escolher o local exato da construção do Machu Picchu, pois se tratava de um lugar "estratégico" para os incas, relata à agência de notícias Efe o pesquisador Zadir Milla.

De acordo com os vestígios encontrados em Machu Picchu, um dos principais usos do local era para o "culto à terra" porque, em seus mil metros de plataformas de estação, os incas desenvolveram um centro de pesquisa para o melhoramento de sementes e cultivos, afirma Milla.

Em segundo lugar, acrescentou o especialista, o santuário arqueológico era "um centro de peregrinação" onde se mostrava o Cosmos a uma elite, além de "um observatório astronômico".

"A cultura andina é cosmocêntrica, onde tudo faz parte de uma harmonia integrada e os seres constituem uma família", disse Milla, autor da pesquisa "O Código Secreto de Machu Picchu".

Machu Picchu completará cem anos; desenhos ocultos podem ser vistos em determinados períodos do ano

CONHECIMENTO DO UNIVERSO

O Machu Picchu foi uma escola para que seus governantes se preparassem para o conhecimento do Universo e a única forma de fazê-lo era vê-lo em movimento, entre as montanhas, nas diversas estações do ano e sob os astros.

"Nossos antepassados foram tão fora de série que criaram um espaço cuja imagem vai mudando no transcurso do ano", destacou.

Quando alguém vê a cidadela arqueológica do alto, pode observar que a montanha de Machu Picchu tem a forma de um condor com as asas abertas, ave que representa o Sol, o deus criador da vida e da fecundação.

Além disso, a parte alta do Huayna Picchu, outra montanha que rodeia o lugar, tem o formato de uma lhama olhando para o céu, que representa a terra.

"Há um lugar dentro da cidadela que chamam de prisões (porque parecem três celas de pedra), que se encontra sobre uma escultura de um condor levantando voo, e aos pés deste condor há uma mesa cerimonial de pedra que também reflete a mesma ave na altura do templo de Huiracocha", revela.

Estas imagens podem ser vistas sob a luz do sol ao meio-dia de 21 de junho, mas o templo de Huiracocha conta também com uma serpente, esculpida em pedra, que só pode ser vista claramente sob o sol a partir de 30 de outubro.

EQUINÓCIO

Mila relatou que há outro ambiente conhecido como olhos que choram ou como sala dos espelhos astronômicos, onde, através de uma janela, reflete-se a luz do equinócio nas datas de 23 de março, 21 de junho e 21 de setembro.

Segundo o pesquisador, cada região do Machu Picchu, formada por diferentes templos, era visitada em distintas épocas do ano e, por isso, revela imagens diversas em momentos diferentes.

"São espaços de interatividade para as pessoas", destacou.

O templo do sol, por exemplo, tem uma mesa cerimonial ao centro, que a cada 21 de junho recebe a luz solar por uma janela que cai sobre a cabeça de uma escultura de condor.

Milla alerta, no entanto, que a cidadela de Machu Picchu, que em 7 de julho teve atos de comemoração pelo centenário de seu "descobrimento" pelo explorador americano Hiram Bingham, perdeu desde 1976 uma de suas esculturas mais representativas que marcava o cruzamento de dois eixos muito importantes.

Segundo ele, a enorme peça foi removida da esplanada da cidadela para que o rei da Espanha Juan Carlos 1º aterrissasse em um helicóptero para visitar o Machu Picchu, mas nunca foi recolocada no lugar.Machu

Baleia de mais de 18 metros agoniza em praia escocesa



Uma baleia-sei de mais de dezoito metros de comprimento encalhou na costa da Escócia. Voluntários na pequena ilha de South Uist no norte escocês tentaram manter a baleia viva na esperança de que ela pudesse ser resgatada, mas o animal não pôde ser levado de volta para o mar por falta de equipamentos necessários no local.

Especialistas passaram a estudar como sacrificar o animal para que ele sofra o menos possível.

BBC 

Voluntários tentam desencalhar a baleia-sei que foi parar no litoral de praia da Escócia

BBC 

Especialistas consideram sacrificar a baleia-sei, para que o cetáceo não sofra ainda mais

Nova Zelândia condena Japão por retomada de caça a baleias



O governo da Nova Zelândia condenou uma decisão tomada na terça-feira pelo Japão, de retomar a caça a baleias na Antártida ainda em 2011.

O governo neozelandês descreveu o mar em volta da Antártida como sua vizinhança e chamou os planos de caça do Japão de desrespeito.

A última temporada de caça a baleias do Japão foi abreviada depois de vários confrontos com ambientalistas em alto mar.

Há um veto de 25 anos à caça comercial de baleias, mas o Japão caça cerca de mil desses animais por ano, sob a justificativa de que a iniciativa é parte de um programa de pesquisas.

Japão anuncia polêmica retomada de caça a baleias na Antártica



O governo do Japão confirmou nesta terça-feira que promoverá sua tradicional temporada de caça a baleias na Antártica neste ano, em anúncio que deve despertar reações de ativistas.

O ministro da Pesca, Michihiko Kano, disse que os navios baleeiros japoneses contarão com proteção extra, para evitar confrontos com opositores da caça.

No ano passado, a ação dos ativistas forçou o Japão a antecipar o fim da temporada de caça.

O anúncio desta terça foi criticado pela Austrália, que questiona a caça promovida pelo Japão na Justiça internacional.

"Há amplas preocupações na comunidade internacional quanto ao programa de caça do Japão e apelos para que ele seja extinto", declarou o chanceler Kevin Rudd, agregando que a Austrália segue firme "na oposição à caça comercial de baleia, incluindo a suposta caça científica (promovida pelo) Japão".

Há um veto de 25 anos à caça comercial de baleias, mas o Japão caça cerca de mil desses animais por ano, sob a justificativa de que a iniciativa é parte de um programa de pesquisas.

Código Florestal não é 'jabuticaba', diz relatório

Luciano Silva/Ibama/Divulgação 

Responda rápido: qual é o país do mundo que tem 69% de suas florestas preservadas e uma lei ambiental rigorosa, na qual o governo determina o que proprietários privados podem ou não podem fazer com a mata em suas terras? Sim, você acertou: a Suécia.

Um relatório divulgado ontem por organizações ambientalistas comparou a proteção florestal em 12 países e afirma que o Brasil não apenas está longe de ser a nação que mais preserva, como tampouco é o único no qual a conservação é imposta pelo governo a donos de terras.

Com 56% de sua cobertura florestal preservada, o Brasil fica atrás dos desenvolvidos Suécia e Japão (69% de florestas em pé), e não muito à frente da Indonésia.

O arquipélago asiático, segundo país do mundo com maior cobertura de floresta tropical e visto como desmatador insaciável, mantém 52% de suas matas preservadas. A taxa de devastação brasileira, porém, é maior do que a da Indonésia.

A análise foi feita pela ONG paraense de pesquisas Imazon e pela britânica Proforest, por encomenda do Greenpeace. "Queríamos saber se leis de defesa da floresta são mesmo uma 'jabuticaba', como a bancada ruralista afirmou durante a discussão do Código Florestal", afirmou Paulo Adário, diretor do Greenpeace na Amazônia.

Trator usado para derrubar árvores pela raiz; Brasil tem apenas 56% de cobertura florestal preservada


Parlamentares ligados ao agronegócio têm dito que só o Brasil tem tanta floresta, que os países europeus já desmataram tudo e que o Código Florestal, lei que impõe a proprietários de terras o ônus da conservação em suas próprias fazendas, é uma "jabuticaba" --ou seja, uma entidade exótica que só existe no Brasil.

O estudo do Imazon mostrou que, entre os países analisados, apenas a Holanda acabou com todas as suas matas --e mesmo assim hoje tem 11% de cobertura florestal plantada.

A França detém 29% de seu território florestado (mais do que os Estados da mata atlântica brasileira), 90% disso com matas primárias ou regeneradas naturalmente.

Os EUA, que como o Brasil são um grande produtor de alimentos, têm 33% de suas florestas preservadas, e não tiveram um palmo de desmatamento desde 1950. Na Europa, na Índia e na China, as florestas aumentaram desde aquele ano.

"Há, sim, regras fortes para a manutenção de florestas nesses países, com imposições sobre as propriedades privadas", disse Adalberto Veríssimo, do Imazon, coautor do estudo.

Na França, por exemplo, qualquer desmatamento maior o que 4 hectares precisa de licenciamento. Nos EUA, a conversão de florestas nativas é proibida.

Segundo Veríssimo, todos os países analisados seguiram uma curva na qual o desmatamento começa por razões econômicas (madeira, terras ou combustível), a cobertura florestal declina até o "fundo do poço" e a floresta começa a retornar depois.

"No Brasil, a entropia gerada com o Código Florestal permite que a curva continue ladeira abaixo", disse.

AGENDA DO BOI

Segundo o pesquisador, os 56% de florestas que sobram no Brasil hoje deveriam ser considerados o "fundo do poço", ou o limite abaixo do qual não cabe mais desmatamento. "Se o Brasil fosse para 62% [de cobertura florestal], ainda sobraria um grande estoque de terras abertas."

Isso porque o grosso do desmatamento no país foi feito para a pecuária, que tem produtividade média de apenas 1,1 cabeça por hectare.

"Existe no debate do código uma contaminação da agenda da pecuária, que se impõe sobre dois setores competitivos, o de grãos e o de florestas plantadas, que não precisam do desmatamento para se expandir", afirmou Veríssimo.

Segundo ele, é possível triplicar a produtividade da pecuária no Brasil e ainda assim manter a carne barata, liberando áreas para a agricultura e a silvicultura.

O pecuarista Assuero Veronez, vice-presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) diz que o estudo é "simplista". "O instituto da reserva legal na propriedade sem compensação ao produtor só existe no Brasil e, de uns tempos para cá, no Paraguai", disse. "Na França as restrições são muito menores."

Veronez concorda em que é possível ampliar a produtividade da pecuária, mas diz que, em alguns lugares, como o Acre, isso implica em um custo adicional que elimina a competitividade. "Você sai do mercado."

Segundo ele, a liberação de áreas de pasto para a agricultura é possível, mas não depende só da melhora dos pastos: "Existem questões de logística e de fontes de insumos", explica. "E transformar o pecuarista em agricultor não é fácil, a menos que você esteja na União Soviética, onde o governo determina e as pessoas têm de fazer."

CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA/Folha

Vazamento de petróleo pode causar desastre ecológico na costa neozelandesa


O vazamento de petróleo causado pelo naufrágio de um cargueiro de bandeira liberiana na quarta-feira ameaça causar um desastre ecológico no litoral norte da Nova Zelândia, advertiram grupos ambientalistas nesta sexta.

As autoridades têm problemas para limpar a mancha de óleo de cinco quilômetros de extensão, que já causou a morte de vários animais selvagens, e temem que possa se estender no recife Austrolabo, de grande importância ecológica.

O cargueiro Rena transportava 1.700 toneladas de petróleo pesado e quatro contêineres de uma substância tóxica de ferrossilício quando naufragou no recife, a cerca de 12 quilômetros do litoral.

Vários navios e equipes estão na área para recolher o óleo e tentar evitar que a mancha aumente de forma significativa, enquanto se espera a chegada de especialistas holandeses para dar sequência à tarefa de extrair o petróleo pesado.

As autoridades já borrifaram uma polêmica substância para dispersar o petróleo, a mesma utilizada no desastre ecológico do ano passado no Golfo do México, sem alcançar os resultados esperados.

Folha.com

Quem está vencendo a corrida pela Energia Limpa?

BRASIL É O SEXTO PAÍS QUE MAIS RECEBE INVESTIMENTOS EM ENERGIA LIMPA


O Brasil aparece na sexta posição entre os países que mais recebem investimentos para o desenvolvimento de fontes renováveis de energia segundo dados do relatório "Who´s Winning The Clean Energy Race?” (Quem está vencendo a corrida pela energia Limpa?), publicado pela ONG norte-americana Pew Charitable Trusts. Em 2010, o país desembolsou R$ 12,1 bilhões, subindo uma posição no ranking em relação a 2009.Do total investido, 40% foram destinados para os bio­-combustíveis, 31% para energia eólica e 28% para outras fontes.À frente do Brasil, apenas potências mundiais: a China ocupa a 1ª posição (com R$ 87,1 bilhões investidos), seguida da Alemanha (R$ 65,9 bilhões), do ex-líder Estados Unidos (R$ 54,4), da Itália (R$ 22,2) e de um grupo de países da União Européia (R$ 21,4).

As fontes renováveis de energia, como o sol e o vento, ao contrário das matrizes fôsseis (petróleo, o gás natural e o carvão), são consideradas limpas, já que, em seu processo de produção de energia, elas não emitem gases de efeito estufa como o CO2, causadoras do aquecimento global e as consequentes mudanças climáticas.O documento destaca o Brasil como um "líder do G-20" e lembra que o país "está pronto para um crescimento significativo nos investimentos em energia eólica".

Considerando usinas eólicas, plantas a biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas, o estudo coloca o Brasil em nono colocado entre os países com mais capacidade renovável instalada, com 8,9GW.Por outro lado, o estudo considerou o esforço do Brasil por ter conseguido avançar sem subsídios governamentais, fortemente aplicados na China e nos Estados Unidos. Segundo o texto, o Brasil anunciou apenas R$ 4 bilhões em fundos de estímulo à geração de eletricidade limpa, enquanto os EUA aplicaram R$ 106,5 bilhões e a China R$ 75 bilhões no setor.Globalmente, os investimentos em energias limpas cresceram 30% no ano passado – depois de um 2009 caracterizado por uma retração nos investimentos devido a forte crise financeira mundial – e chegaram a R$ 388,8 bilhões, um recorde histórico.

O estudo aponta a energia eólica e a solar como as que mais receberam recursos durante o ano. Somente as usinas eólicas foram responsáveis por mais de 50% do total aplicado em fontes limpas em 2009. "Reconhecida como limpa, segura, competitiva em preços, a energia dos ventos está sendo utilizada como uma importante fonte de eletricidade nas economias líderes em energia verde", aponta o relatório.A geração solar, mais forte nos EUA, Espanha e União Europeia, é vista como "pronta para se expandir". Segundo o estudo, os preços da fonte caíram significativamente nos últimos anos - ao mesmo tempo em que as tecnologias avançaram. Por outro lado, o setor de biomassa demonstra uma retração em relação aos anos de 2006 e 2007, quando apresentou forte crescimento.

Atividade minerária e seus impactos

As substâncias minerais são utilizadas em inúmeros produtos humanos, da construção civil a bens industriais.
 
 

Para que seu consumo seja possível é necessária a realização de processos e trabalhos consideravelmente devastadores ao meio ambiente. E esses impactos devem ser precedidos das devidas e necessárias autorizações e licenciamentos dos órgãos competentes, independentemente de se tratar de Área de Preservação Permanente (APP) ou não.

Podem ser mencionados como alguns dos principais impactos ambientais oriundos da mineração, encontrados tanto na fase de pesquisa quanto na fase de lavra, a poluição e o excesso de consumo de água, que decorrem das respectivas atividades minerárias, propriamente ditas, e, principalmente, das fases mais adiantadas dos trabalhos (transporte e infraestrutura minerária).

Dentre os efeitos dessa poluição causada pela exploração minerária destacam-se: as polêmicas alterações climáticas, a variação na qualidade da água (alteração no pH) de forma a torná-la mais ácida, a contaminação do solo, o assoreamento de rios e o consequente surgimento de áreas degradadas.

No entanto, as atividades da mineração são e sempre foram de grande valia para a estruturação da sociedade e, devido aos grandes impactos que podem e são causados ao meio ambiente, há amplo e rigoroso arcabouço normativo no país. A ideia é buscar a regulação do assunto com a incessante tentativa de se evitar falhas em sua aplicação.

Como exemplo normativo, vale indicar a Resolução CONAMA 369/2006, que prevê procedimentos e exigências peculiares aos casos de instalação de empreendimento para extração de substâncias minerais em APP, desde que o objetivo não seja a extração de minérios específicos, como areia, argila, saibro e cascalho.

Para implantação de empreendimento minerário, especificamente em área de preservação permanente (fases de pesquisa e planejamento de lavra), faz-se necessária a realização de pesquisa mineral, a fim de se verificar a possibilidade do real aproveitamento racional da jazida. Essa pesquisa deverá obedecer a requisitos previstos na Lei 227/1967, que instituiu o Código de Mineração, e seu respectivo decreto regulamentador, e, consequentemente, aguardar autorização a ser concedida pelo DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral, órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia.

Vale ressaltar, ainda, que na fase do projeto do empreendimento deverá constar todo o planejamento de recuperação do meio ambiente após a exploração da mina, sob pena de indeferimento do pedido de autorização.

Além disso, a atividade de extração de minérios em APP fica sujeita à aprovação do EIA/RIMA – Relatório/Estudo de Impacto Ambiental, requisito essencial para que uma empresa/empreendimento possa pleitear o Licenciamento Ambiental. Este documento é indispensável para a implantação do projeto de localização, instalação e operação de qualquer atividade de mineração.

De modo geral, independentemente de se tratar de atividade minerária em APP ou não, a não observância dos procedimentos de “autorização, permissão, concessão ou licença” a serem viabilizados por meio dos órgãos competentes se caracteriza como crime previsto na Lei Federal de Crimes Ambientais nº 9.605/98 (cf. art.55), cuja penalidade se resume à detenção pelo prazo de seis meses a um ano e multa. Essa pena também pode ser aplicada aqueles que deixarem de recuperar a área pesquisada ou explorada.

Verifica-se, portanto, que a legislação brasileira proíbe formas de intervenção em área de mineração sem as devidas anuências do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM e do órgão ambiental competente, independentemente de se tratar de jazida para realização de pesquisa ou mina já em fase de lavra.


Fonte: observatórioeco.com.br
Francine Gutierres Morro e 
Victor Penitente Trevizan.

Japão desenvolve turbina eólica que triplica a geração de energia

Nova tecnologia eólica pretende triplicar produção de energia

Toda a estrutura soma 112 metros de diâmetro

Pesquisadores da Universidade de Kyushu, no Japão, desenvolveram uma turbina eólica que tem capacidade de produzir três vezes mais energia do que as atuais. A nova tecnologia, que já possui alguns protótipos em fase de testes no centro acadêmico, é chamada de Lente Eólica.

Segundo o líder da pesquisa, Yuji Ohya, os geradores têm a vantagem de não causarem tanta poluição sonora como os convencionais. Toda a estrutura soma 112 metros de diâmetro.

O produto irá reduzir o preço da eletricidade eólica

O modelo consiste em um anel e circunscreve a área das pás dos geradores, que têm a função de acelerar o fluxo de ar nas lâminas. Com este processo, o sistema gera de duas a três vezes mais energia do que as turbinas comuns.

Os pesquisadores afirmaram que o produto irá reduzir o preço da eletricidade eólica. A estrutura entraria em competição com o carvão e fontes nucleares e os custos da energia alternativa seriam menores.

O produto está em fase de teste

O design do produto foi criado na Exibição Internacional de Energias Renováveis de Yokohama, em 2010.

De acordo com especialistas, nos Estados Unidos, seria preciso ter uma área disponível de pelo menos 440 mil km2, equivalente a 25% do estado do Alaska para o desenvolvimento de novas tecnologias.

BNDES aprova recursos para cinco parques eólicos na Bahia


Parque de energia eólica em Brotas de Macaúbas, no
 interior baiano/Foto: Alberto Coutinho/Secom-BA

Um financiamento no valor de R$ 297,4 milhões foi aprovado na terça-feira, 4 de outubro, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de cinco parques eólicos no interior da Bahia, totalizando potência de 98,8 megawatts (MW).

A estimativa é que as obras e a operação dos empreendimentos criarão mais de 1.400 postos de trabalho diretos e indiretos.

A participação do BNDES corresponde a 70% do valor total do projeto (R$ 423,3 milhões). A operação de apoio a energias renováveis é priorizada pela direção do banco.

Segundo a instituição, as novas usinas integram o conjunto de 14 centrais eólicas que foi vencedor do segundo Leilão de Energia de Reserva, realizado em 2009. As centrais eólicas são controladas pela empresa Renova Energia. Nove dessas usinas já obtiveram financiamento do BNDES, no ano passado.

Incluindo esses cinco novos parques na Bahia, sobe para 70 o número de usinas eólicas construídas com apoio do BNDES no país. A capacidade instalada é de 1,5 mil MW. Os empréstimos do banco para o setor somam R$ 4,5 bilhões.

Exposição sobre a fauna brasileira estreou no dia 7 em São Sebastião


Realizada pela Secretaria de Estado da Cultura, mostra tem como propósito conscientizar o público para a urgência da proteção da fauna

A Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), realiza neste mês a exposição Fauna Brasileira – Beleza e Conservação, em São Sebastião. A mostra foi aberta ao público a partir do dia 7 de outubro,  na praça Major João Fernandes. A itinerância é feita em parceria com a ACAM Portinari e a prefeitura municipal, por meio do Departamento de Cultura. 

O Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, ressalta que apesar da presença recorrente desse tema na mídia, ainda é grande o desconhecimento e a relativa indiferença ao alarmante processo de extinção. "Exposições como esta mostram como a arte - neste caso, a fotografia - pode ser utilizada para conscientizar o público sobre temas importantes.”

A exposição pretende mostrar, por meio do olhar de três importantes fotógrafos brasileiros – Haroldo Palo Jr., Luiz Claudio Marigo e Adriano Gambarini –, a importância da conservação da fauna silvestre e dos seus ecossistemas. Composta por 54 ampliações entre fotos e ilustrações, ela está dividida em três segmentos: Arte e Ciência, Fotografia e Fauna Brasileira e Ameaça e Preservação de Espécies. 

Em cartaz até 20 de novembro, aberta à visitação 24h, a exposição faz parte das ações itinerantes do SISEM-SP que buscam levar a outros públicos, do interior e litoral, conteúdo artístico e cultural antes apenas encontrado na capital. A praça Major João Fernandes fica na região central de São Sebastião. Mais informações pelo telefone: (12) 3892-3532.





Serviço:
Fauna Brasileira – Beleza e Conservação
Abertura: 7/10/2011, às 10h
Período: de 7/10 a 20/11/2011
Local: Praça Major João Fernandes (Centro - São Sebastião/SP)
Horário: 24h

Informações: (12) 3892-3532

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