quinta-feira, 14 de julho de 2011

No Pacífico Norte, até 24 mil tons.de plástico são engolidas por peixes ao ano.



Um estudo feita por pesquisadores do sul da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que pequenos peixes do norte do Oceano Pacífico estão ingerindo plástico. De acordo com a publicação, 9% dos peixes capturados durante uma expedição feita em 2008, na Costa Oeste dos Estados Unidos, continham pedaços de plástico em seus estômagos.

Com base em evidências, os autores do estudo, Peter Davison e Rebecca Asch, estimam que os peixes que vivem em profundezas intermediária do Pacífico Norte ingerem entre 12 mil e 24 mil toneladas de plástico por ano.

O estudo foi apresentado no final de junho na revista científica Marine Ecology Progress Series e chamou a atenção para os efeitos do lixo que circula através das correntes marítimas. Fizeram parte da pesquisa a Algalita Marine Research Foundation (Fundação de Pesquisa Marinha Algalita) e California Coastal Water Research Project (Projeto de Pesquisa das Águas Costeiras da Califórnia).

De acordo com a pesquisa, cada peixe capturado pelo grupo continha, em média, dois pedaços de plástico. Mas animais de algumas espécies, como os peixes-lanterna, que se alimentam de plânctons, chegaram a engolir 83 peças do material.

Plástico ao longo da cadeia alimentar

Essa espécie de peixe é uma das mais comuns nos oceanos e é fonte de alimentos para outros, como o atum e o dourado. Dessa forma, o plástico ingerido pelos peixes-lanterna acaba sendo transferido para o estômago de outras espécies ao longo da cadeia alimentar. A dúvida dos cientistas agora é se essa substância pode chegar até os seres humanos

"À medida que os pedaços grandes de plástico se fragmentam, eles vão ficando do tamanho e com a textura de um alimento natural", disse Charles Mooore, fundador da Fundação Algalita e autor do estudo. "O que estamos observando é toda a rede alimentar sendo contaminada pelo plástico".

Os estudiosos já documentaram os perigos apresentados por esse lixo flutuante para as tartarugas, os pássaros marinhos e os mamíferos que se alimentam desse lixo ou ficam presos nos detritos.

Para realizar o estudo, os pesquisadores das duas instituições avançaram por cerca de 1,6 mil quilômetros da costa, em busca de peixes vivendo em meio às partículas de lixo flutuante numa área do Pacífico conhecida como Eastern Garbage Patch. Eles dissecaram e analisaram os peixes num laboratório em Costa Mesa.


Fonte: Portal EcoD.

Plano Decenal 2020, “Não há risco de apagão”, assegurou Tolmasquim



Plano Decenal 2020 visa expansão do setor de
energia do Brasil

O Plano Decenal de Expansão de Energia 2020 foi apresentado durante a reunião do Conselho Temático de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na terça-feira, 12 de julho, pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.

O projeto visa investir R$ 1 trilhão no setor da energia, até o ano de 2020. Desse valor, R$ 686 bilhões serão aplicados em petróleo e gás.

Segundo Tolmasquim, a matriz energética brasileira continuará com a significante participação nas fontes renováveis. Haverá expansão das energias alternativas, como a eólica, pequenas centrais hidrelétricas e de bioeletricidade. A energia nuclear manterá a participação de 2% e as fontes térmicas também permanecerão em 15%. O objetivo é que a participação na matriz aumente dos atuais 8% para 16%.

Crescimento

O plano estima ainda um crescimento expressivo de 48 bilhões de litros na oferta do etanol. Está previsto um aumento na mesma proporção também no consumo, carros com motor flex passarão de 49% para 75% da frota de veículos leves.

“Não há risco de apagão”, assegurou Tolmasquim ao afirmar que o plano considera um crescimento médio de 5% para a economia brasileira nos próximos dez anos e que a expansão da oferta de energia e do sistema de transmissão será suficiente para atender à demanda.

Devem ser construídos 42.553 quilômetros de linhas de transmissão, que serão somadas aos 99.649 mil quilômetros existentes no país.

Avaliação do CNI

O presidente do CNI, José de Freitas Mascarenhas, considerou o plano positivo, salientando que os custos da energia no Brasil são elevados e comprometem a competitividade da indústria, devido a este fato, o mesmo deve ser revisado anualmente com o objetivo de se adequar às reais necessidades do país. E concluiu com a afirmação de que o Brasil precisa de uma política para o gás natural, que garanta previsibilidade de oferta e preços.

- Conheça o Plano Decenal de Expansão de Energia 2020 na íntegra (em PDF) –



Fontes: Portal Brasil.
por Redação EcoD

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