segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Saiba mais sobre a Chlorella




A CHLORELLA está na terra desde o período Pré-Cambiano. Devido ao seu tamanho mínimo somente em 1890 sua célula foi identificada através do microscópio. No seu nome o prefixo “chlor” foi escolhido por significar verde e o sufixo ‘ella’ que indica pequeno. 

O oxigênio da Terra era largamente produzido através da luz solar, água, dióxido de carbono e pelos vários tipos de plantas entre as quais a chlorella, que contribuía com importante parcela devido a sua forte capacidade de realizar a fotossíntese. Ela era também o alimento básico para vários tipos de animais superiores multicelulares.

Somente no início deste século descobriu-se que a chlorella era constituída de 60% de proteínas e que se multiplicava muito rapidamente. Cientistas de vários países começaram pesquisas para fazer um alimento da chlorella.


Apesar das pesquisas serem interrompidas pelas duas grandes guerras na Europa, o interesse pela chlorella continuou, agora, nos EUA. Foi realizado um estudo piloto pelo Instituto de Pesquisas de Stanford, depois o Instituto Carnegie aprofundou os estudos e concluiu que a chlorella poderia ser cultivada em escala comercial podendo ser a solução para os problemas da fome no mundo. 

O Japão do após guerra confrontou-se com um sério problema; escassez de alimentos. A Fundação Rockefeller e o Governo Japonês patrocinaram estudos do Dr. Hiroshi Tamiya no Instituto Biológico de Tokugawa. Dr. Tamiya foi o pioneiro em desenvolver a tecnologia de crescimento, colheita e processamento em larga escala comercial da chlorella. No Japão foi fundada a organização sem fins lucrativos, Centro de Pesquisas Japonês de Chlorella. Mais tarde foi instituída a Associação da Chlorella do Japão, com apoio do Governo Japonês.

Somente a partir de 1960 cientistas japoneses focaram sua atenção às possibilidades da chlorella promover uma boa saúde. Foi descoberto então que a chlorella contém uma quantidade e variedade surpreendente de vitaminas e minerais em altíssimo teor. Mais do que isso descobriram que ainda por conta de fatores desconhecidos, as pessoas podem tomar vitaminas e minerais mas, não obterão o mesmo efeito da chlorella.


O QUE FAZ A CHLORELLA ?

• Efeito Anti Tumoral – “Imunomodulação por Alga Celular – Chlorella Pyrenoidosa – e atividades anti-tumor em cobaias inoculadas” – Dr. N.Yamaguchi e equipe do Departamento de Hematologia e Microbiologia da Universidade de Kamazawa, Japão e Departamento de Bioquímica da Universidade de Medicina de Taipei, China
• Aumento notável do sistema imunológico – Depto. De Neurocirurgia da Faculdade de Medicina de Virgínia (EUA) com orientação do Dr. Randall Merchant, Ph.D., professor de anatomia.
• Efeito Anti Colasterol – Hospital Wakahisa de Fukuoka (Jornal Japonês de Nutrição, 1975)
• Efeito Desintoxicante – Remove substâncias tóxicas do organismo como pesticidas pesados, cádmio, chumbo, mercúrio e urânio. Estudos de diversas universidades dos EUA e Japão constataram que a chlorella se une ao corpo estranho e força sua saída do organismo.
• Efeito Anti Envelhecimento – O Japão é o maior consumidor de chlorella do mundo e também o maior pesquisador de seus efeitos. É utilizada no Japão em programas de anti envelhecimento.
• Chlorella para a Saúde da Mulher – Cistite, Dismenorréia Primária, Sintomas de Menopausa, Osteoporose, Náuseas na Gravidez. Em diversos relatórios médicos há constatações e depoimentos tanto de médicos quanto de pacientes sobre o incrível aproveitamento da chlorella no organismo humano. (Dra. Betty Kamen, Ph.D.)
• Crescimento animal – aumenta o crescimento de animais domésticos tornando-os mais saudáveis (Science Magazine, 1956)



COMPOSIÇÃO DA CHLORELLA

Chlorella contém 60% de proteína, 20% de carboidrato e 11% de gorduras. As proteínas contêm todos aminoácidos necessários a uma nutrição completa. Entre vitaminas e minerais incluem; vitamina C, pré-vitamina A, todo complexo de vitaminas B, cálcio, ferro, zinco e magnésio assim como outros minerais.


ANÁLISE GERAL DA CHLORELLA (por 100gr)

Umidade 3,6% fibras 0,2%
Proteína 60,5% resíduos 4,6%
Gorduras 11,0% calorias 421
Carboidratos 20,1%
VITAMINAS E MINERAIS POR 100 GRS
Vitamina A (beta caroteno) 55,500 UI Beta caroteno 180,8mg 
Clorofila a 1469,0mg Clorofila b 613,9mg 
Tiamina (Vitamina B1) 175,0mg Riboflavina (B2) 4,8mg
Piridoxina (Vitamina B6) 1,7mg Cobalamina (B12) 125,9mg
Vitamina C 15,6mg Vitamina E 1,0UI
Niacina (B3) 23,8mg Acido Pantotênico 1,3mg
Ácido Fólico 26,9mg Biotina 191,6mg 
PABA 0,6mg Inositol 165,0mg
Cálcio 103,0mg Fósforo 989,0mg
Iodo 600,0mg Magnésio 315,0mg
Ferro 167,0mg Zinco 
Cobre 0,08mg

AMINOÁCIDOS ( EXPRESSOS EM W/W%)

Lisina 3,46 Cistina 0,38 
Histidina 1,29 Valina 3,64
Arginina 3,64 Metianina 1,45
Ácido Aspártico 5,20 Isoleucina 2,63 
Treonina 2,70 Leucina 5,26
Serina 2,78 Tirosina 2,09
Ácido Glutâmico 6,29 Fenilalamina 3,08
Prolina 2,93 Ornitina 0,06
Glicina 3,40 Triptofano 0,59
Alanina 4,80

ÁCIDOS GRAXOS

Ácidos Graxos Insaturados 81,8%
Ácidos Graxos Saturados 18,2%


FONTE: Japan Dairi Technology

População de borboletas-monarcas registra seu maior declínio



No Verão de 2011, um pequeno grupo de cientistas de Ontário, no Canadá, realizou a investigação mais ambiciosa já alguma vez proposta em torno da borboleta-monarca, uma espécie em perigo. Liderando o trabalho de campo, Tyler Flockhart, percorreu mais de 35 mil quilômetros através dos Estados Unidos e do Canadá para apanhar e etiquetar centenas de borboletas – que foram, depois, sujeitas a uma análise de laboratório para determinar os seus locais de origem.

“Do que eu conheço, esta é a amostra mais ampla de borboletas-monarcas de toda uma época de reprodução em toda a América do Norte”, disse recentemente Flockhart. Os resultados do esforço confirmaram o que entomologistas temiam há anos: a borboleta caminhando para a extinção. Em 2012, o número de espécimes da população foi o mais baixo já registrado.


Segundo o Atlantic Cities, a monitorização destes insetos é uma tentativa arriscada, porque a sua migração anual abrange vastas distâncias e diferentes gerações. As borboletas passam os meses mais frios nas florestas centrais do México, viajando então na Primavera para os EUA e o Canadá.

Neste Inverno, no México, as borboletas ocuparam pouco menos do que um hectare de floresta – uma diminuição de 59% dos quase três hectares do Inverno de 2011-12, de acordo com o World Wildlife Fund (WWF). A causa parece estar nas flutuações climáticas extremas sentidas nos EUA e no Canadá que secam os ovos e matam as larvas de borboleta.

Há outros agentes suspeitos por detrás da diminuição destes espécimes. Algumas pessoas referem os herbicidas pulverizados nas produções de milho que matam as ervas daninhas e limitam os lugares onde os insetos podem colocar seus ovos. Ao mesmo tempo, a fonte de alimento das monarcas vai desaparecendo à medida que os campos são substituídos por cimento.


 Mais uma triste notícia para o reino animal.

Seca provoca grande impacto na produção de mel, as abelhas abandonam as colméias



Com as dificuldades da estiagem de 2012, o inverno ruim deste ano e o elevado número de colmeias vazias as perspectivas para as próximas safras de mel no Nordeste são alarmantes. A produção regional representa cerca de 40% de todo o mel produzido no país.

(Agência Prodetec) – A seca cobra um alto preço à produção atual de mel do Nordeste, além reflexos danosos para a atividade nos próximos anos. Em 2012, o clima adverso impediu boas floradas e provocou quedas generalizadas em todas as áreas produtoras da região.

As altas temperaturas, a falta de sombreamento e o manejo alimentar inadequado também trouxeram conseqüências para o setor: a perda de enxames por abandono da colméia,situação verificada desde o Piauí até a Bahia, com destaque para o Rio Grande do Norte.

É o que constatou o BNB-Etene em relatório sobre a apicultura regional colocado à disposição dos interessados em seu portal (www.bnb.gov.br/etene/publicacoes/informe rural.

Produção reduzida

De acordo com o estudo, foi de dois terços a queda na produção de mel do Piauí, ano passado, alcançando apenas duas mil toneladas contra seis mil toneladas em 2011. Em Pernambuco, as perdas foram igualmente acentuadas, especialmente na região do Araripe que produziu somente 300 quilos de mel dos 12 mil estimados.

No estado da Bahia, conforme a mesma fonte, as perdas teriam chegado a 80% entre os produtores filiados à Federação Baiana de Apicultores e Meliponicultores.

No Rio Grande do Norte, essa redução atingiu 90%, o mesmo índice estimado para a produção do Ceará e um pouco maior que o registrado na Paraíba e Alagoas.

Colmeias vazias

A engenheira agrônoma Maria de Fátima Vidal fez os cálculos com base em informações colhidas em sete estados: com, aproximadamente, 75% das colmeias (1.012 mil) vazias em decorrência da enxameação por abandono, haveria necessidade de 1 kg de cera por enxame perdido para o repovoamento racional das colmeias. Isso significa muita dificuldade para revitalizar o setor, mesmo com inverno favorável e disponibilidade de enxames silvestres para captura.

A cera é um insumo essencial para fazer o repovoamento e seu preço hoje oscila em volta de R$ 40,00/kg, o que implicaria recursos no montante de R$ 40 milhões apenas para repor a cera perdida.

Segundo Fátima Vidal, que é pesquisadora do BNB-Etene, em termos absolutos, o Piauí foi o estado mais afetado com o abandono de colméias (de 210 mil a 270 mil), seguido por Pernambuco (240 mil), Rio Grande do Norte (174 mil), Ceará (153 mil) e Bahia (147 mil). Proporcionalmente ao total de colméias, as perdas de enxames foram mais acentuadas para o Rio Grande do Norte (82%), Pernambuco (70%), Paraíba (80%), Ceará (75%), Piauí (70%) e Bahia (60%).


Exportações

O relatório mostra, ainda, as conseqüências da seca sobre as exportações de mel do Nordeste e do Brasil no ano passado. A queda no país foi de 25% em relação a 2011, equivalentes a 16,7 mil toneladas.

No Nordeste, em particular, a redução das vendas externas de mel alcançou 52%, cerca de US$ 16 milhões, a maior em dez anos.

Também se observou retrocessos nos valores contratados pelo Banco do Nordeste, no âmbito da apicultura. No ano passado, o montante foi de R$ 11,8 milhões contra R$ 13 milhões, em 2011.

Emprego e renda

Os financiamentos do BNB para a apicultura foram direcionados principalmente para a região semiárida do Nordeste, onde a atividade se transformou em fonte representativa de geração de emprego e renda complementar.

Em função dos baixos custos de implantação e manutenção, bem como do rápido retorno financeiro, a criação racional de abelhas no Nordeste experimentou grande crescimento nos últimos anos. De fato, a produção regional de mel entre 199 e 2009 mais que quintuplicou, passando de 2,8 mil toneladas para 15 mil toneladas.

A atividade no Nordeste é basicamente de agricultores familiares reunidos em cooperativas e associações. No início deste ano, estimava-se em 46 mil o número de apicultores cadastrados no Nordeste que declaravam possuir 1.458 mil colmeias.

Perspectivas

Para Fátima Vidal, a apicultura é o setor muito promissor no Nordeste. "Além de sua comprovada vocação para produzir mel, a flora diversificada da região possibilita um produto livre de resíduos de antibióticos e pesticidas agrícolas, característica muito valorizada e até exigida pelo mercado consumidor externo", afirma a pesquisadora.

Segundo ela, com as dificuldades da estiagem de 2012, o inverno ruim deste ano e o elevado número de colmeias vazias, as perspectivas para as próximas safras de mel deixam a desejar. "Mesmo havendo bom inverno em 2014, a produção será baixa, já que colmeias recém-povoadas apresentam produtividade muito inferior a colmeias povoadas em anos anteriores", explica Fátima.

Sumiço das abelhas derruba exportações de mel do Brasil


O Brasil caiu da 5ª para a 10ª colocação mundial em exportação de mel nos últimos dois anos. O motivo foi o abandono das colmeias na região produtora mais importante do país, o Nordeste. Em 2012, alguns estados registraram queda de 90% na produção e o abandono de colmeias chegou a 60%. "A queda no Nordeste reflete diretamente nas exportações nacionais de mel. A região é uma das maiores produtoras e exportadoras do país" explica Maria de Fátima Vidal, coordenadora de estudos e pesquisas do Etene (Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste).

Cerca de 46 mil pequenos apicultores em nove estados nordestinos vivem da atividade e, juntos, respondem por 40% da produção de mel no país -- em épocas com índice normal de chuva. Por trás do sumiço das abelhas está a seca que atinge a região há pelo menos 24 meses. Além das alterações climáticas, bactérias e uso de agrotóxicos são citados como causas da mortalidade das abelhas no Brasil. Mas a falta de documentação sobre o desaparecimento de enxames dificulta o trabalho de controle e monitoramento da situação.

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) prevê que o problema não deve melhorar até 2015. Neste ano, as perspectivas de pouca chuva estão se confirmando e, para o próximo, mesmo que haja precipitação normal, a recuperação das colmeias deve ser lenta. "Isso ocorre porque o período de chuvas no Nordeste é curto sendo que, quando ocorrem as floradas, os novos enxames primeiro puxam cera e fortalecem as famílias e, somente depois, no final do período chuvoso, é que começam a produzir mel", afirma Vidal, em artigo assinado pelaEtene, órgão do Banco do Nordeste.

Santa Catarina bate recorde depois de perda histórica

Os produtores de Santa Catarina também sofreram com o desaparecimento dos insetos. Em 2011, pior ano, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina(Epagri), o estado produziu cerca de 4 mil toneladas, enquanto a média anual é de 6 mil. "Muitas famílias deixaram a apicultura", lembra Walter Miguel, engenheiro gerente do Centro de Desenvolvimento Apícola da Epagri.

Cerca de 30 mil famílias atuam na atividade no estado do Sul e são responsáveis por cerca de 300 mil colmeias. Em 2011, o desaparecimento de abelhas chegou a quase 100% em algumas regiões. A floração de culturas como maçã e pêra foi prejudicada por causa da ausência das abelhas. "Estima-se que mais de 10% da produção agropecuária tenha sido comprometida pela falta das polinizadoras", destaca Miguel. Nessa parte do Brasil, o frio foi um dos principais motivos que ocasionou o sumiço dos insetos.

Após ações de manejo e orientação dos apicultores, as abelhas retornaram e a produção bateu recorde na última safra: 7 mil toneladas. Além do frio intenso, doenças, manejo inadequado e uso de agrotóxicos contribuíram para a queda da produtividade e sumiço dos insetos. Situação que preocupa pesquisadores, entidades governamentais e apicultores de todo o Brasil.

Síndrome do Colapso das Abelhas

Em países como Estados Unidos, Canadá, Japão, Índia e em nações da União Europeia, o problema é caracterizado como Síndrome do Colapso das Abelhas (CCD, sigla em inglês para Colony Collapse Disorder). Trata-se de um abandono repentino e massivo de colmeias. A situação é grave e, em estados norte-americanos chegou a comprometer a produção agrícola, já que a floração é feita quase que exclusivamente através desse inseto. De acordo com a Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), entre 2007 e 2008 aquele país perdeu cerca de 1 milhão de abelhas.

"Hoje, sabe-se que elas desempenham um papel fundamental na agropecuária. Cerca de 80% de tudo o que é consumido no mundo é polinizado pelas abelhas. A ausência delas reflete-se com impacto direto sobre a agricultura", afirma Walter Miguel, engenheiro agrônomo gerente do Centro de Desenvolvimento Apícola da Epagri.

Agrotóxicos estão entre as causas do sumiço de enxames

Márcio Freitas, coordenador geral de avaliação de substâncias tóxicas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), explica que até o momento há dois casos que se assemelham com CCD no país, em São Paulo e Minas Gerais.

Segundo o especialista, a falta de dados concretos de todas as regiões brasileiras compromete a análise das causas do desaparecimento das abelhas. "Como em muitas regiões do país, a apicultura não ocorre de forma organizada, por isso, muitos casos de desaparecimento não são documentados. Há cerca de cem casos informados ", comenta Freitas.

Apesar de descartar o CCD, o Ibama indica que os defensivos agrícolas estão entre os três principais causadores do desaparecimento de abelhas no Brasil. Eles matam os insetos imediatamente após a aplicação ou afetam seu sistema sensor, fazendo com que ele não consiga retornar à colmeia, enfraquecendo o enxame.

Desde 2010, a entidade analisa três tipos de neonicotinóides, defensivos agrícolas apontados por estudos internacionais como causadores deste fenômeno. Caso se confirme os efeitos nocivos, medidas mais rigorosas para proteger os insetos devem ser adotadas. A expectativa é que, até 2014, os primeiros resultados conclusivos estejam prontos. Em 2012, uma portaria do Ibama restringiu o uso destas substâncias durante o período de floração.

Em abril de 2013, 15 dos 27 países da União Europeia (UE) suspenderam o uso desses defensivos agrícolas. José Cunha, presidente da CBA, garante que existe um esforço conjunto entre os órgãos apícolas e o setor agrícola para mitigar os efeitos dos agrotóxicos sobre os polinizadores. 

"O Brasil não pode se desenvolver sem o agronegócio e o meio ambiente não vive sem os polinizadores", analisa, Ele enfatiza que, se forem adotadas medidas de fomento e proteção à atividade, a produção anual pode pular de 50 mil para 200 mil toneladas no país.

FONTE

Deutsche Welle
Autoria: Janara Nicoletti
Edição: Nádia Pontes

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