sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Whale Wars - Sea Shepherd - O slogan para a luta em proteção as Baleias



MY Steve Irwin approaching Melbourne.



Sea Shepherd Conservation Society
A Sea Shepherd tem causado crescente preocupação entre os órgãos governamentais, como mostrado por Wikileaks a cabo que recente revelou material enviado pela embaixada dos EUA em Tóquio para a National Oceanographic and Atmospheric Administration 's (NOAA), National Marine Fisheries Service (NMFS). Os quatro documentos revelam o entusiasmo do Japão para reduzir a sua caça à baleia nas águas da Antártida, se os EUA tomarem medidas contra o grupo de conservação.

Nos últimos anos, a SSCS vêm ganhando popularidade e apoio em grande parte devido à sua presença na série de "TV Realidade Whale Wars".
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Em crise de extinção, 15 espécimes são reencontradas

Durante uma busca que durou cinco meses e percorreu nada menos do que 21 países, pesquisadores redescobriram 15 espécies que eram dadas como desaparecidas. Entre elas, sapos, salamandras, uma perereca e a cobra-cega do gênero Caecilia. Um dos sapos, que estava na Índia, não era visto há mais de um século.

Cientistas estimam que mais de 30% dos anfíbios estão desaparecendo por causa de um fungo que se espalhou pelo mundo na última década, uma decorrência da mudança climática e da perda de seus habitats.

Em um estudo divulgado nesta quinta-feira, conservacionistas afirmam que de dez espécies de anfíbios consideradas realmente extintas, somente uma foi reencontrada --a no Equador, chamada de sapo do rio pescado.

De acordo com o especialista em anfíbios Robin Moore, da Conservação Internacional (CI), que participou da empreitada global com o Grupo de Especialistas em Anfíbios da União Mundial para a Conservação da Natureza (IUCN, da sigla em inglês), o exemplar achado no Equador pode dar indícios que expliquem como pôde sobreviver à extinção em massa que ocorre em nível global.

"Pode ser que os sobreviventes sejam resistentes à doença por motivos genéticos ou por serem beneficiados por uma bactéria que a combata", disse Moore a agência de notícias AFP.

Brasil está perdendo biodiversidade que sequer conhece, alerta Ipea

Estudo divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que o Brasil deveria ter no conhecimento e na conservação da biodiversidade uma de suas estratégias para o desenvolvimento, para aproveitar seu privilegiado capital natural. Mas o Ipea ressalta que, no que diz respeito à diversidade genética, "o conhecimento é, certamente, o mais incipiente e a pesquisa em exemplares da biodiversidade brasileira encontra-se no início".

“Se a maioria das espécies nativas é desconhecida, menos ainda se sabe acerca de seus genomas”, diz o relatório. De acordo com o Ipea, grande parte da informação está sendo irremediavelmente perdida, à medida que espécies se extinguem ou variedade interna é reduzida.

“Entre essas perdas podem estar as chaves para a cura de doenças, o aumento da produção de alimentos e a resolução de muitos outros problemas que a humanidade já enfrenta ou enfrentará. Daí a necessidade de se estimular iniciativas de valorização, pesquisa e conservação desse patrimônio”.

Conservação

O instituto, ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, afirma que, em relação à conservação da diversidade de espécies, o Brasil apresenta um nível de conhecimento e estrutura de pesquisa acima de outros países megadiversos, mas ainda assim carece de mão-de-obra especializada, como de taxonomistas (especialistas em classificação de seres vivos), diz o Ipea.

O país tem significativo potencial para descoberta de novas espécies, seja por meio da revisão do material já depositado em coleções no Brasil e no exterior, seja pela realização de inventários em regiões pouco amostradas.

O instituto ressalta que a infraestrutura e a formação de pessoal para caracterização da diversidade da de microorganismos encontram-se em estágio embrionário, o que é um entrave à sua exploração tecnológica. “Isso torna-se particularmente relevante ante a crescente importância econômica da biotecnologia, inclusive sob o ponto de vista estratégico em ciência”, comenta o estudo.

Vantagem competitiva

Aproximadamente 75% das espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção não são objeto de quaisquer medidas de manejo, a despeito das exigências contidas em normas específicas. “Considerando-se o amplo desconhecimento sobre a biodiversidade brasileira e de seus benefícios para a humanidade, e ainda a larga taxa de alteração que os biomas vêm sofrendo ao longo dos últimos anos, é bastante provável que parte considerável do capital natural brasileiro esteja sendo eliminada antes mesmo de ser conhecida pela ciência. Isso pode representar o desperdício de uma grande vantagem competitiva de nosso país, que é o uso sustentável desse patrimônio”.

O estudo defende que o potencial de perda da biodiversidade seja considerado na tomada de decisões para implementação de políticas e ações, nas esferas públicas e privadas, de forma a evitá-lo. Em relação a isso, o Ipea destaca as obras de infraestrutura e o uso do solo para as chamadas atividades produtivas, por serem, de acordo com os autores, importantes vetores associados a essa perda.

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