sábado, 18 de junho de 2011

Gigante da Internet anunciou parceria para a instalação de painéis solares residenciais nos EUA

Google investe US$ 280 milhões em energia solar

O Google anunciou nesta terça-feira uma aliança com a companhia de energia solar SolarCity para investir US$ 280 milhões na instalação de painéis solares residenciais nos Estados Unidos, maior aposta da gigante da internet em energias renováveis. 
O novo fundo financiado pelo Google representa o investimento mais alto já feito nos EUA em projetos para impulsionar o uso residencial de energia solar. 
"Esperamos que, com este investimento, nos vejam como um modelo a seguir", afirmou nesta terça-feira o responsável de operações comerciais verdes do Google, Rick Needham, no blog da companhia. 
O executivo destacou que, com este fundo, o Google acumulará US$ 680 milhões investidos no setor de energias alternativas. 
"Achamos que o mundo precisa de um amplo leque de energias alternativas no futuro. Estamos contentes de iniciar esta nova aliança com a SolarCity", acrescentou Needman. 
Já o executivo-chefe da SolarCity, Lyndon Rive, afirmou em comunicado de imprensa que a Google é um "exemplo" do que outras empresas americanas deveriam fazer. 
"Se mais empresas seguissem a liderança do Google, poderíamos reduzir significativamente a dependência de nosso país de energias poluentes", ressaltou o executivo-chefe da SolarCity, empresa com sede em San Mateo (Califórnia). 
Rive destacou que investir em energia solar gera lucros aos investidores, economiza dinheiro às residências, ajuda a criar empregos e protege o meio ambiente. 
A companhia, com mais de 15 mil projetos de energia solar distribuídos por dez estados nos EUA, espera beneficiar entre 7 mil e 9 mil proprietários de novas casas. 
Após anunciar a nova aliança, as ações do Google registravam alta de 1,41% no mercado de Wall Street, enquanto as principais empresas do setor de energia solar que cotam na Bolsa recebiam o anúncio com altas significativas - GR Solar (6,73%), Trina Solar (6,05%) e LDK Solar (4,32%).


Senadores “negociam” teor do Código Florestal


Líderes tentam costurar um projeto que agrade tanto ruralistas quanto ambientalistas 
Senadores “negociam” texto do Código Florestal
O projeto aprovado na Câmara deve ser mudado, principalmente, em relação aos dois pontos mais polêmicos: isenção a produtores rurais e áreas de proteção ambiental.
Ouça os detalhes com o repórter Jovem Pan José Maria Trindade.Agência Câmara

Jornal Jovem PanJosé Maria TrindadePodcast

ONU diz que problema da Amazônia é mundial


Secretário-geral das Nações Unidas afirma que desmatamento na floresta brasileira é problema global

ONU diz que problema da Amazônia é mundial
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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou nesta sexta-feira, ao concluir a visita ao Brasil que encerrou sua viagem pela América do Sul, que o desmatamento da Amazônia é um problema que preocupa e envolve toda a comunidade internacional.

"Não se trata de um assunto que afete somente o Brasil, mas afeta o mundo inteiro", disse Ban em entrevista coletiva que ofereceu pouco antes de retornar a Nova York, onde fica a sede das Nações Unidas
O secretário explicou que a forma como Brasil, que possui a maior parte da região amazônica, lida com os processos de desenvolvimento nessa região e com a manutenção das florestas é observada com atendimento pelo mundo, já que a poluição global responde por 20% das emissões de gases poluentes.

O secretário-geral e candidato à reeleição no cargo, explicou que esse assunto foi um dos eixos da entrevista que teve nesta sexta-feira com a ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira.

Também disse estar convencido que a proteção da Amazônia será um dos assuntos centrais da Conferência sobre Desenvolvimento Sustentado (Rio+20), que será realizada no início do próximo ano no Rio de Janeiro.

Segundo Ban, Rio+20 será "o evento mais importante das Nações Unidas em 2012" e, embora suas discussões não resultarão em acordos vinculativos, a conferência produzirá diversas "recomendações práticas" e sugestões para uma maior proteção do planeta.

O secretário-geral disse também que nesta sexta-feira, durante um encontro com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, se discutiu a possível realização de uma conferência sobre as experiências brasileiras nessa matéria.

Ban disse que a ideia seria realizar esse encontro no Brasil, com a participação de representantes de 70 países em desenvolvimento, que apresentariam os programas que pôs em prática o Governo brasileiro nos últimos anos, que permitiram melhorar a vida de milhões de pessoas.

Pouco antes da entrevista coletiva, Ban Ki-moon foi informado que o Conselho de Segurança da ONU apoiou de forma unânime suas aspirações de exercer um segundo mandato como secretário-geral.

"Estou muito motivado para continuar com o trabalho que começamos junto aos Estados-membros em 2007", declarou Ban, que avaliou em forma especial o apoio que recebeu da Colômbia, Argentina, Uruguai e Brasil, os quatro países que visitou na última semana.

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