quarta-feira, 25 de maio de 2011

Veja quem votou contra ou a favor das alterações no Código Florestal


Veja na lista abaixo se os políticos que elegemos votaram contra ou a favor das mudanças no Código Florestal. Escreva aos seus deputados e manifeste sua opinião. E guarde esses nomes para os responsabilizarmos pelo futuro de nossas florestas e os impactos ambientais



Brasília - Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão extraordinária destinada a votação do projeto de lei do novo Código Florestal

A Câmara dos Deputados votou a favor das alterações no Código Florestal. O Projeto de Lei 1876/99 foi aprovado por 410 votos contra 63 e uma abstenção. Na tarde desta terça-feira, recebemos inúmeras mensagens através de nossas mídias sociais se manifestando contra às alterações.
Temos aproximadamente 206 mil seguidores nas redes sociais. A conservação ambiental deve estar acima dos interesses de deputados que promovem um modelo retrógrado de desenvolvimento. O Brasil precisa olhar para o futuro e ser o líder de uma economia verde, baseada no desenvolvimento sustentável, com uma agricultura responsável e sem"correntão" em matas nativas.
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Câmara dos Deputados aprova alterações no Código Florestal

O Código Florestal foi aprovado por 273 votos a favor e 182 contra. 

O Código Florestal foi aprovado em votação realizada na última terça-feira (24), na Câmara dos Deputados, por 273 votos a favor e 182 contra. A proposta de alterações, feita pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB), deverá ser votada no senado e ainda pode passar por alterações.
Essa foi a primeira derrota da base aliada do governo Dilma Rousseff, no entanto muitas coisas ainda podem mudar, já que a proposta segue para análise entre os senadores e, segundo governantes do PT, a presidente não está contente com as condições determinadas nas mudanças do atual Código Florestal.
O debate, que marcou a decisão, foi repleto de acusações entre os representantes de diferentes bancadas, que usaram diversos artifícios para defender seus pontos de vista. Mesmo com a derrota, os líderes do governo disseram que impedirão a degradação ambiental que pode ocorrer, mediante a aprovação do novo código. Segundo o G1, Cândido Vaccarezza (PT), disse: “Não vamos admitir qualquer agressão ao meio ambiente. Se precisar ficar sozinha nesta questão [a presidente Dilma] ficará e vetará o ponto. Esta emenda é uma vergonha”.
A emenda citada, 164, foi o ponto mais discordante durante a sessão, pois deixa a cargo dos governos estaduais o poder de decisão sobre as atividades agropecuárias nas Áreas de Preservação Permanente (APP). Segundo o governo, a posição contrária a ela se dá pelo fato de que o governo federal deve ter poder absoluto para punir os proprietários rurais que não estiverem de acordo com as normas propostas.
A sugestão vitoriosa de Aldo Rebelo isenta os pequenos produtores da obrigatoriedade na recomposição das áreas de reserva legal e permite que alguns tipos de cultivos sejam mantidos em APP. A anistia, muito criticada pela bancada ambientalista, foi aprovada, no entanto será reavaliada pelos senadores, que poderão fazer alterações e acrescentar punições mais severas a quem desrespeitar a legislação. Com informações do G1.

Redação CicloVivo

Nível do mar pode subir um metro até 2100. O que podem estes números representar?


Como estarão, em 2100, cidades como Lisboa, Rio de Janeiro ou Luanda? De acordo com um estudo tornado ontem público pelo Governo australiano, estas cidades poderão passar a sofrer cada vez mais inundações, à medida que o nível do mar vai subindo.
Assim, e de acordo com o primeiro relatório da Comissão Clima do Governo australiano, o nível do mar pode elevar-se em um metro no próximo século, devido ao aquecimento central, o que poderá multiplicar o número de inundações devastadoras nas regiões costeiras.
Recorde-se que a última década foi avaliada como a mais quente desde que há registos.
O documento foi escrito por uma equipa de investigadores e cientistas e baseou-se nos mais recentes dados globais sobre o aquecimento central e as emissões de gases causadores do efeito de estufa, o principal responsável pelo aumento das temperaturas.
“Creio que o aumento médio do nível do mar, em 2100 e comparado com 1990, será de 50 centímetros a um metro”, revelou Will Steffen, que coordena a comissão e escreveu o prefácio do relatório.
O relatório, como seria de esperar, coloca um grande ênfase nas cidades australianas. As regiões costeiras perto de Sydney e Melbourne, por exemplo, estão “altamente vulneráveis” ao aumento do nível do mar.
Em 2100, Sydney pode sofrer “eventos extremos” uma vez por mês (!!!!!), desde inundações a tempestades caóticas.
O relatório pretende também mudar o debate político que decorre, hoje, na Austrália, com os partidos divididos em relação à questão das alterações climáticas – o que acaba por dividir, também, os próprios australianos.
“Esta década é crítica. As decisões que tomarmos agora e até 2020 vão determinar a severidade das alterações climáticas”, revela o estudo. “Para minimizar o risco precisamos de descarbonizar a nossa economia e caminharmos na direcção das fontes de energia limpas até 2050. As emissões de CO2 deverão ter o seu pico nos próximos anos e depois decair fortemente”, concluíram os cientistas.
A Austrália é, entre os países desenvolvidos, o que mais polui per capital. Os 22 milhões de australianos são responsáveis por 1,5% de todas as emissões de gases com efeito de estufa do mundo.

Semana Verde arranca hoje em Bruxelas. Conheça os principais temas em agenda.

A eficiência de recursos será o tema da 11ª edição da Semana Verde, que hoje arranca em Bruxelas, Bélgica. O evento decorrerá até sexta-feira, 27 de Maio, e vai explicar, através de mais de 40 ações, como utilizar menos recursos e, com isso, viver melhor.
Em cima da mesa estarão discussões sobre como enfrentar a escassez de recursos, e os desafios e oportunidades que poderão ser encontradas por este constante “bloqueamento” na procura de novos recursos.
Em 2010, participaram na Semana Verde cerca de 3.400 organizações, desde Governos, negócios e indústrias, ONG, academias e mídia.
Durante os quatro dias haverá tempo também para uma extensa conferência, que mostrará exemplos de estratégias públicas e privadas de promoção a uma mudança no sentido minimizar a utilização de CO2 e, assim, uma utilização mais eficiente dos recursos.Todos os eventos da Semana Verde são abertos ao público e a participação é gratuita. 
Saiba mais sobre a Semana Verde no site da Comissão Europeia. Pode também acompanhar todos os eventos a partir de sua casa, através destes live streams. (clicar em Greenweek Live, no segundo tópico a contar da direita, em cima).

Bateria “movida” a micróbios é testada por cientistas norte-americanos

O grupo escolheu a África Subsaariana como parte do estudo de campo e distribuirá algumas baterias, caso o projeto dê certo. (imagem: euligo.com)
Cientistas da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard (SEAS, em inglês) estão desenvolvendo um carregador de bateria capaz de reaproveitar a energia produzida por microorganismos presentes no solo.
O dispositivo utilizado pela equipe captura elétrons liberados durante o processo metabólico dos micróbios. A ideia já é testada em laboratório há mais de um ano e tem dado certo. Por enquanto, a tecnologia foi usada para fornecer energia apenas a lâmpadas do tipo LED. O grupo escolheu a África Subsaariana como parte do estudo de campo e distribuirá algumas baterias, caso o projeto dê certo.
Nessa região do continente africano mais de 500 milhões de pessoas vivem sem energia elétrica em suas residências. De forma que a maior parte dos 22% domicílios que têm telefones móveis precisa percorrer longas distâncias para conseguir recarregar os aparelhos.
A intenção é que, futuramente, a própria população construa seus protótipos. Segundo matéria do site O Eco, a líder do projeto, Dra. Aviva Presser Ainden, afirma que é simples construí-los e os materiais estão disponíveis na região, como telas de janelas e latas de refrigerante. Além de simples a bateria tem custa menos de um dólar. Acredita-se que a bateria movida a micróbios recarregue um telefone em até 24 horas.
Na África, o mercado de celulares é o que mais cresce mundialmente, pois esta é a única forma de comunicação barata que chega aos lugares mais remotos. Ainda assim, há centenas de milhares de pessoas que não usam o serviço devido à falta de acesso à energia elétrica. O projeto recebeu uma bolsa de cem mil dólares da Fundação Bill & Melinda Gates. Com informações do O Eco.

Redação CicloVivo

Energia solar na Índia terá o mesmo preço da convencional em 2019-2020: Relatório

  
Estudo divulgado nesta terça-feira avalia a queda do custo da geração como um incentivo para o uso da energia solar
A consultoria KPMG afirmou que uma política agressiva pode fazer com que o preço da energia solar caia entre 5% a 7% por ano na próxima década, garantindo a paridade com a rede em breve.Os planos da Índia é produzir 20 gigawatts de energia solar até 2022, apesar de obstáculos como custos de produção, falta de mão de obra especializada e conhecimento ainda existam.“O ritmo no qual a diferença entre as tarifas solares e as convencionais diminui vai determinar o ritmo pelo qual a energia solar irá decolar", afirma o relatório.“Enquanto nós esperamos a paridade para os consumidores domésticos e agrícolas em 2019-2020, a adoção da energia solar deverá acontecer ainda antes”.Em certos estados como o Rajastão e Gujarat no oeste e Tamil Nadu no sul a paridade deve se dar mais rapidamente por causa das políticas favoráveis e das melhores condições climáticas para a produção solar.Além disso, a energia convencional é mais cara nesses estados, pois eles são localizados longe das reservas de carvão.O carvão, abundante na Índia, fornece eletricidade ao custo de 2 rúpias, enquanto o quilowatt-hora pela solar fica na faixa das 11 ou 12 rúpias.De acordo com a Missão Solar Indiana, iniciativa criada em 2009, a energia solar vai gerar o equivalente a 13% da eletricidade do país até 2022, ajudando a terceira maior economia da Ásia a diminuir sua dependência do carvão.Já o relatório do KPMG afirma que a solar deve representar 7% da eletricidade da Índia, substituindo 16,900MW até 2022. Isso diminuiria em 30% a necessidade de importação de carvão do país. “Além disso, a energia solar pode evitar as emissões de 95 milhões de toneladas de CO2 equivalente por ano até 2022”, o que significa um corte de 2,6% no total de emissões previstas para a Índia naquele ano.
Em 2009, a Índia adotou o objetivo de diminuir o crescimento de suas emissões, dizendo que iria reduzir sua intensidade de carbono – a quantidade de dióxido de carbono emitido por unidade do PIB – entre 20% a 25% até 2020, com relação aos níveis de 2005.
A Índia é o terceiro maior emissor mundial, atrás apenas dos Estados Unidos e China, e seu crescimento acelerado está levando a um aumento nas emissões na geração da energia e de setores como transporte e indústria.  
Sua emissão per capita está em 1,8 toneladas, cerca de um terço da chinesa e um décimo da norte-americana.
Fonte: Reuters
Autor: Krittivas Mukherjee
Leia na íntegra (inglês)

Em 20 anos, Brasil perdeu 11 Bélgicas de Floresta Amazônica

Cerca de 333 mil quilômetros quadrados (km2) – um território equivalente a 11 Bélgicas, dois Reinos Unidos e uma Malásia foi devastado na floresta amazônica nos últimos 20 anos. Os dados foram apresentados pelo governo federal nesta sexta-feira, 20 de maio, em meio as celebrações do Dia Internacional da Biodiversidade, lembrado no domingo (22).
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a discussão sobre o tema não está restrita à proteção de plantas e animais. “A sociedade brasileira tem que entender o que significa a conservação da biodiversidade no seu dia a dia”, afirmou à Agência Brasil. “É importante que cada um entenda o que significa biodiversidade e o que isso tem a ver diretamente com a qualidade de vida, qualidade do crescimento econômico e do desenvolvimento social do país”, completou a ministra.
Mesmo com toda a destruição registrada no Brasil nas últimas duas décadas, o país detém a quarta maior área do mundo coberta por unidades de conservação – mais de 1 milhão de quilômetros quadrados, o que equivale a 8,5% do território brasileiro.
Segundo Rômulo Mello, presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), atualmente 10% de toda a biodiversidade brasileira é responsável por 50% dos fármacos e cosméticos produzidos no mundo inteiro. “Conservar a nossa biodiversidade é garantir o nosso futuro no ponto de vista ambiental e econômico porque, a partir dessa biodiversidade, podemos garantir a sustentação do ser humano na Terra”, lembrou.
Para o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, o grande desafio do Brasil é definir estratégias para os próximos anos, compatíveis com as metas internacionais aprovadas na 10ª Conferência das Partes sobre Diversidade Biológica (COP10), realizada entre outubro e novembro de 2010 em Nagoya, no Japão.
“Nosso compromisso é finalizar isso para a Conferência Rio+20, no ano que vem, para aprovar quais serão as estratégias e metas por meio de um amplo diálogo com a sociedade”, adiantou Dias. “Preservar a biodiversidade não é função só do governo, e sim de cada um de nós”, completou o secretário do ministério.
Falha na conservação
Na opinião da jornalista Miriam Leitão, o Brasil deixa a desejar quando o assunto é a conservação de sua biodiversidade (embora esta seja a maior do mundo). “Alguns países administram a escassez e nós administramos a abundância. Acho que não estamos sabendo fazer isso, como mostram os dados de desmatamento.”
A insustentabilidade de algumas práticas na agricultura foi apontada pela jornalista como um dos problemas nesse sentido. “A pecuária brasileira pode ser muito mais eficiente. Em vez de pecuária intensiva, que é largar o boi no pasto, poderia investir em áreas menores, de forma mais eficiente, e liberando mais terra para agricultura. Em várias áreas, a relação é de um boi para um hectare. É muita terra desperdiçada. Você pode usar melhor, porque a terra é rica”, argumentou.
O Dia Internacional da Biodiversidade foi instituído pela Organizações das Nações Unidas (ONU) em 1993. A partir de 2000, a data passou a ser comemorada no dia 22 de maio. Biodiversidade é o termo usado para designar a variabilidade de organismos vivos (flora, fauna, fungos e micro-organismos) existentes no planeta e responsáveis pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas.

Fonte: EcoD

Dez ex-ministros entregam carta a Dilma contra mudanças do código florestal

Dez ex-ministros do Meio Ambiente devem entregar hoje (23) uma carta à presidente Dilma Rousseff condenando as mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para o Código Florestal.
Segundo a carta - (Veja a carta na íntegra.), assinada por todos os ex-ministros do Meio Ambiente ainda vivos, como José Goldemberg, Rubens Ricupero, Marina Silva e Carlos Minc, entre outros -, nenhuma das propostas apresentadas até agora na Câmara dos Deputados avança na busca e consolidação de um desenvolvimento sustentável no país.
Os ex-ministros defendem o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que pode perder poderes com a mudança do Código Florestal, e pedem para que não seja ignorada a contribuição da comunidade científica brasileira, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe).
"Não podemos, tampouco, ignorar o chamado que a comunidade científica brasileira dirigiu recentemente à Nação, assim como as sucessivas manifestações de empresários, representantes da agricultura familiar, da juventude e de tantos outros segmentos da sociedade. Foram suficientes as expectativas de enfraquecimento do Código Florestal para reavivar tendências preocupantes de retomada do desmatamento na Amazônia, conforme demonstram de forma inequívoca os dados recentemente divulgados pelo Inpe", diz a carta.
Os ex-ministros pedem que a atualização do código florestal siga critérios para "facilitar e viabilizar os necessários esforços de restauração e de uso das florestas", e se colocam à disposição para contribuir com o processo.



Fonte: Amazonia.org.br

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