sexta-feira, 25 de maio de 2012

A exportadora de insetos




A Bug Agentes Biológicos, de Piracicaba, SP.,  produz insetos usados para controle de pragas em lavouras. Ela integra ranking das mais inovadoras do mundo e os ovos dos animais são exportados para regiões como Europa.

A empresa  vende fora do País um dos produtos mais inusitados da pauta de exportações brasileira. A companhia, que consta em ranking mundial como a empresa mais inovadora do Brasil e a 33ª do planeta, exporta ovos esterilizados de insetos. Isso mesmo. A Bug exporta ovos cujos insetos ajudam no controle de pragas de lavouras na Europa, Canadá e Israel. No Brasil, ela comercializa diretamente os insetos, mas para o exterior envia os ovos, que viram parasitoides em laboratórios.


Insetos atuam sobre ovos das pragas.

De acordo com o diretor comercial da Bug Agentes Biológicos, Diogo Rodrigues Carvalho, as exportações respondem, atualmente, por 20% da produção da empresa. Esse percentual já foi de 30% e o diretor acredita que voltará a crescer em função da cotação cambial brasileira. A Bug começou a exportar logo no início das suas atividades, procurada por importadores europeus. O continente tem tradição no controle biológico de pragas.

Mas como atuam os bichinhos da Bug? Eles são predadores de pragas como as lagartas. Depois de produzidos em laboratórios, são postos nas lavouras e ali depositam seus ovinhos sobre os ovos da lagarta. Como as larvinhas dos insetos comem o conteúdo do ovo da praga, nascem as vespinhas, em vez das lagartas. A tecnologia serve para qualquer tipo de cultura atacada por lagartas. A Bug também produz parasitoides para controle de outras pragas, como os ácaros e percevejos, afirma o diretor comercial da empresa.


Atualmente a produção da Bug consegue atender três mil hectares ao dia. Isso significa 300 milhões de insetos. Para levar a produção adiante, a empresa conta com quatro laboratórios, nos municípios de Piracicaba, Charqueada, Limeira e Engenheiro Coelho. Na entressafra, trabalham na empresa ao redor de 70 pessoas. Na safra das pragas, que é o período de verão, de novembro a março, o número de contratados vai a 100, de acordo com Carvalho. 

No Brasil, a Bug atende principalmente lavouras de cana de açúcar e as regiões de São Paulo e do Centro-Oeste. Os seus produtos, porém, estão em todo o País e servem para as culturas de grande porte e os hortifrutigranjeiros. Foi nesta última área, aliás, que a Bug encontrou os seus primeiros clientes quando abriu as portas, em 2001. “Havia muitos trabalhos publicados sobre morangos, tomates”, afirma Carvalho, sobre a produção científica de controle biológico voltado para estas culturas. A produção de insetos conseguia atender apenas dez hectares.


A empresa nasceu da ideia de Carvalho, um colega de mestrado e o chefe do Departamento de Criação de Insetos da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP), Heraldo Megri. Hoje apenas Carvalho e Megri seguem no negócio. O diretor comercial, na época, fazia mestrado em Entomologia Agrícola com Controle Biológico. Os três perceberam que, apesar de haver estudos sobre os parasitoides, não havia o produto comercial, a produção dos insetos de controle biológico para comercialização.

A Bug Agentes Biológicos foi incluída no ranking de 2012 da revista norte-americana Fast Company como a 33ª empresa mais inovadora do mundo. Ela também é a primeira do Brasil. Na lista global, as primeiras colocadas são Apple, Facebook, Google, Amazon e Square, por ordem. 



Contato
Bug Agentes Biológicos
Telefone: +55 (19) 3435 7435

Los Angeles proíbe distribuição de sacos de plástico



Los Angeles (LA) votou esta quarta-feira a proibição dos sacos de plástico, com uma vitória de 13 votos contra 1. A decisão segue uma tendência cada vez mais presente nas cidades norte-americanas com o objetivo de reduzir o depósito de plástico nas lixeiras.

De acordo com um comunicado da organização Plastic Bag Laws, a medida prevê que cerca de 7.500 lojas diminuam gradualmente a distribuição de sacos de plástico até que a proibição total entre em vigor já no próximo ano.

LA torna-se, assim, a maior cidade da nação a combater um grave problema ambiental, podendo impedir que mais de 2,7 mil milhões de sacos de plástico sejam abandonados nas ruas e nos cursos de água.

O conselheiro Paul Koretz apelidou a votação como histórica, num “dia que demorou muito tempo a chegar”. Embora já outras cidades da Califórnia tenham proibido os sacos de plástico, a população de 3,8 milhões em Los Angeles faz com que a medida nesta metrópole tenha um impacto maior.

Depois de vários ambientalistas terem lutado por esta decisão durante quatro anos, o “ponto de mudança” foi finalmente alcançado, tal como explicou Koretz.

A lei de LA poderá, agora, encorajar outras grandes cidades a seguirem o mesmo caminho, benéfico não só para o ambiente, mas também para a economia.

Na verdade, Los Angeles é a 48ª cidade da Califórnia a proibir os sacos de plástico. Nos últimos anos, São Francisco, São José e Long Beach, tomaram medidas idênticas.

Fonte: Greensavers

SP terá hospital público para cães e gatos, o 1º no Brasil


  • Instituição ficará no Tatuapé. Projeto deve ser formalizado pela Prefeitura na próxima semana.

A cidade de São Paulo vai ganhar o primeiro hospital público para cães e gatos do Brasil no Tatuapé, na Zona Leste. O projeto faz parte das ações da Coordenadoria Especial de Proteção a Animais Domésticos, criada nesta quarta-feira (23) pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD).

O projeto, proposto pelo vereador Roberto Trípoli (PV), será formalizado na próxima semana, quando a Prefeitura assinará contrato com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP). A entidade será responsável pela gestão do hospital.

"É uma ação inédita no país. Vamos quebrar paradigmas e espero que isso se estenda a outras cidades", afirmou o conselheiro da Anclivepa Wilson Grassi Júnior. Além de oferecer tratamento a animais de famílias carentes, o hospital servirá como escola para alunos de cursos de especialização veterinária ministrados pela associação. A Prefeitura calcula que a população total de cães e gatos em São Paulo seja de 3 milhões.

As instalações ficarão em um prédio que pertence à Anclivepa, onde a associação já tinha planos de criar um hospital. "A Prefeitura nos procurou para que uníssemos nossos projetos. Assim, poderemos potencializar nossas ações", disse Júnior. Segundo ele, o hospital deve entrar em funcionamento 30 dias depois de assinado o contrato.

Com a criação da Coordenadoria, o Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ) não será mais o único local de atendimento, proteção e encaminhamento de animais na capital paulista.

Da Agência Estado

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