quarta-feira, 6 de julho de 2011

Exposição resgata a história de um farol


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A exposição Iluminando Memórias, que conta as transformações ocorridas em torno do Farol Garcia D’Ávila e sua relação com o Projeto Tamar. Foi neste lugar que se formou a base de pesquisa, depois o centro de visitantes, até se constituir o atual Museu a Céu Aberto da Tartaruga Marinha. A edificação testemunhou a construção do primeiro cercado de incubação de ninhos e dos primeiros tanques para observação, recuperação dos animais, educação ambiental e sensibilização pública.
A exposição integra as atividades da 9a Semana Nacional de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), que este ano possui o tema Museu e Memória. Reúne informações sobre o funcionamento técnico da lanterna
 que emite sinais luminosos aos navegantes, a origem e importância do farol para economia da Praia do Forte, aspectos geográficos, fatos pitorescos na interação com a comunidade, além de sua relação com as tartarugas marinhas. Como o pouco espaço no alto da torre dificulta a visitação, uma câmera instalada na cúpula transmitirá imagens da paisagem em tempo real. Uma lanterna similar a original estará em exposição, assim como os objetos que eram utilizados para abastecê-la quando não era movida a energia elétrica, como atualmente.
As fontes que serviram de base para a exposição foram extraídas do relatório da Marinha do Brasil, que periodicamente inspeciona a estrutura e o funcionamento do Farol. Grande parte das informações foram complementadas por José Nunes Pereira, conhecido como “Seu Cajueiro”, que por 38 anos exerceu a profissão de faroleiro, sendo o último dos cinco que cuidaram do Farol Garcia D’Ávila.
Com alcance luminoso de 16 milhas náuticas (cerca de 28 quilômetros), o farol foi originalmente construído em ferro fundido. Em 1956, teve sua estrutura revestida de cimento. Em 1971, mudou de posição em função da ação do mar, e teve os 25 metros de altura reconstruídos em alvenaria e empastilhamento. A área de 10 mil metros quadrados que abriga o Projeto Tamar em volta do farol foi cedida pela marinha, no início dos anos 80.




Farol Garcia D’Ávila aberto ao público pela primeira vez

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A inauguração de duas exposições permanentes, marcaram a abertura inédita do farol Garcia D’Ávila, na Praia do Forte/BA, para visitação. O Tamar e a Marinha do Brasil apresentam as mostras Iluminando Memórias, que conta as transformações ocorridas em torno do farol e sua relação com o Projeto; e Luzes da Amazônia Azul, inaugurada em evento comemorativo pelos 150 anos do farol de Abrolhos. As duas exposições, que estão no Centro de Visitantes da Praia do Forte, têm o propósito de resgatar a história dos faróis e destacar a importância de sua preservação para o país e para o meio ambiente.

A cerimônia de abertura teve a presença de muitos amigos do Tamar, como: o Presidente do Superior Tribunal Militar, Almirante-de-Esquadra Álvaro Luiz Pinto; o Comandante do 2° Distrito Naval, Vice-Almirante Carlos Autran de Oliveira Amaral; o Secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins; Capitão de Fragata Andre Moraes Ferreira, Encarregado pelo Serviço de Sinalização Náutica do Leste -SSN2; e o último faroleiro da unidade, José Nunes Pereira, conhecido como Seu Cajueiro.

Projeto Kayapó - Noruega é principal doadora do Fundo


Fundo Amazônia destinará até R$ 16,9 mi a projeto Kayapó



Recursos são destinados à manutenção da floresta amazônica em uma área preservada de 10,6 milhões de hectares. Maior parte do investimento vem do governo da Noruega
 RIO – O Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apoiará ações de proteção de Terras Indígenas Kayapó. Por intermédio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), serão destinados até R$ 16,9 milhões de recursos não reembolsáveis para a constituição de um mecanismo operacional e financeiro de longo prazo e inovador denominado Fundo Kayapó.
O Fundo Kayapó será uma fonte regular de financiamento não reembolsável com o objetivo de apoiar projetos formulados por organizações indígenas e voltados às seguintes linhas de atuação: controle e monitoramento ambiental e territorial; fomento a atividades produtivas sustentáveis e atividades de gestão ambiental, além de custeio e de manutenção dessas organizações, associados às linhas de atuação pré-definidas. 
A iniciativa visa à conservação de cinco áreas localizadas no sul do Estado do Pará e norte do Estado do Mato Grosso, onde vivem, aproximadamente, 7 mil indígenas Kayapó. 
O apoio do Fundo Amazônia tem como objetivo a manutenção da floresta amazônica em uma área preservada de 10,6 milhões de hectares, representando cerca de 3% do bioma amazônico. Para efeitos comparativos, é uma região equivalente à soma da Dinamarca, Suíça e Israel ou a uma área 15% superior à de Portugal. 
Os Kayapó, com o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai), colaboram na preservação das fronteiras de seus territórios, ameaçados pela pressão externa de desmatamento exercida, sobretudo, por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros e posseiros. 
Embora esta ação conjunta venha obtendo expressivo êxito, a capacidade atual dos indígenas de monitoramento e controle é limitada. Caso não seja apoiada, poderá ser insuficiente para a proteção, a longo prazo, de seus territórios, sobretudo por sua localização em área conhecida como “Arco do Desmatamento”, região que apresenta os maiores índices de destruição florestal nos Estados da Amazônia Legal. 
Doação inicial será US$ 4 milhões 
Ao evitar o desmatamento em um dos maiores trechos contínuos de floresta tropical protegida do mundo, o projeto apoiado pelo Fundo Amazônia contribuirá não apenas para a melhoria da qualidade de vida dos indígenas, mas, também, para a manutenção de espécies consideradas ameaçadas. A região é de grande importância ambiental devido à sua rica diversidade. 
O primeiro aporte do Fundo Amazônia ao Fundo Kayapó será equivalente, em reais, à doação de US$ 4 milhões por parte da Conservação Internacional. 
Os demais desembolsos do Fundo Amazônia para o Fundo Kayapó estão condicionados a aportes de novos doadores e à avaliação do desenvolvimento do projeto. Apesar de não se constituir em um fundo com personalidade jurídica própria, o projeto Kayapó teve sua inspiração nos chamados fundos de endowment norte-americanos. 
Trata-se de um mecanismo operacional e financeiro de longo prazo, aberto para receber aportes de investidores em geral. O fundo terá seu capital principal aplicado segundo uma política de investimento aprovada pelos doadores, e os rendimentos financeiros gerados serão utilizados para apoiar os projetos das organizações indígenas Kayapó. 
Toda a governança e os critérios de utilização dos recursos serão estabelecidos contratualmente. Os projetos apoiados serão formulados e propostos pelos indígenas, selecionados por uma Comissão Técnica e submetidos à anuência da Funai, que integrará a Comissão. Posteriormente deverão ser aprovados por uma Comissão de Doadores, da qual o BNDES fará parte. 
A CI Brasil, organização brasileira criada em 1988 que apoia indígenas de etnia Kayapó desde 1992, época anterior à criação das próprias organizações indígenas Kayapó, também será membro da Comissão Técnica e atuará na governança do Fundo Kayapó como membro da Comissão de Doadores.
Noruega é principal doadora do Fundo 
Com essa última operação, a carteira do Fundo Amazônia passa a contar com 17 projetos aprovados, no valor de R$ 217 milhões. Os programas são coerentes com iniciativas que contribuem direta ou indiretamente para reduzir a emissão de CO2, decorrente da degradação e do desmatamento, sempre em linha com as políticas públicas de gestão ambiental. 
No conjunto, estes projetos abrangem ações em cerca de 215 municípios – dentre os quais 28 integrantes da lista dos municípios prioritários para prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento –, e beneficiam populações tradicionais, como ribeirinhos, indígenas, quilombolas e povos da floresta. 
O Fundo Amazônia, iniciativa do governo brasileiro, tem uma estrutura de governança participativa, coordenada pelo Ministério de Meio Ambiente, que conta com representantes da esfera de governo federal, dos Estados da Amazônia Legal e de instituições da sociedade civil. 
O governo da Noruega é o principal doador do Fundo Amazônia, com previsão de aporte de US$ 1 bilhão. O Fundo também conta com doações do banco de desenvolvimento da Alemanha, KFW, no valor equivalente a 21 milhões de euros. 

As informações são da Assessoria de Imprensa do BNDES

Projeto Peixe Boi na Costa dos Corais


Veja o projeto que ajuda a preservar o peixe-boi marinho na Costa dos Corais

O Globo Mar foi até a Costa dos Corais, a maior unidade de conservação marinha do Brasil, uma Área de Proteção Ambiental (APA) que foi criada em 1997 e possui, no total, 413 mil hectares. Ela começa em Alagoas, vai até Pernambuco e abrange 11 municípios. Viajamos até lá para acompanhar o peixe-boi marinho. “Essa APA foi criada com alguns objetivos. Um deles é proteger essa região de recife costeira e proteger o manguezal também, visando o peixe-boi marinho”, explica o consultor e biólogo Marcelo Vianna.

Preservar a Costa dos Corais é garantia de vida para o peixe-boi marinho. A espécie está ameaçada de extinção e precisa de ajuda para chegar até lá, e o socorro vem do Projeto Peixe-Boi. A nossa equipe acompanhou a viagem por terra de dois desses gigantes do mar de Itamaracá, em Pernambuco, até Alagoas, onde eles vão aguardar o dia de ir para o mar. Primeiro, eles vão ficar no mangue alguns meses, em fase de adaptação, para depois conhecer o mar. Cada um recebe uma bóia para que os tratadores saibam onde estão, mesmo durante os mergulhos.

Pesquisadores do Projeto Peixe-Boi saem em busca de um desses gigantes do mar, e a equipe do Globo Mar vai junto. Assim, encontramos o Arani, um peixe-boi que já passou pelo cativeiro e agora está livre no mar. Ele estava encalhado em uma praia no Ceará, após ter se desgarrado da mãe e ter pedido a amamentação. Ele foi resgatado, tratado e, há dois anos, foi recolocado na natureza. “A gente procura trabalhar em integrado com o pessoal da APA, porque a gente tem que preservar o ambiente para poder preservar o animal. O animal não vai sobreviver se o ambiente estiver degradado”, aponta o biólogo Iran Normande.

A nossa convidada deste programa, a mergulhadora Karol Meyer, tem muito em comum com o simpático peixe-boi. Ela é recordista mundial de apneia estática e ficou 18 minutos e 32 segundos sem respirar, enquanto o peixe-boi marinho fica até 25 minutos embaixo d’água sem respirar. E ela aproveita para mergulhar com o biólogo para ver o Arani de perto.

Criação de ostra ajuda no trabalho de preservação do peixe-boi marinho

Longe da APA da Costa dos Corais, mas bem perto dela, o Globo Mar descobriu uma atividade que vem crescendo muito pela região: a criação de ostras. Cícero foi o primeiro a apostar na nova profissão, que hoje é uma alternativa de trabalho para os pescadores. Durante um ano e seis meses, ele trabalhou sozinho no cultivo de ostras. O trabalho que Cícero começou, em 2003, ganhou números impressionantes oito anos depois. Atualmente, são 360 mil mesas, cuidadas por 53 famílias. No ano passado, foram vendidas, em média, 25 mil ostras, por mês. “Eu tinha que fazer alguma coisa pela minha comunidade”, lembra.

E chega a hora de a equipe do Globo Mar provar a iguaria. Mas será que todos vão ter coragem de experimentar ostra? A apresentadora Glenda Kozlowski enfrenta um dos maiores desafios e cria coragem de comer a ostra.

Depois de conhecer o trabalho do Cícero, voltamos para o cativeiro natural do Projeto Peixe-Boi porque chegou a hora de soltar Ariel. Ela nasceu em cativeiro e nunca nadou em mar aberto. Mas, primeiro, a equipe precisa separá-la dos outros. Ela é levada para a porta do cativeiro e solta pela equipe do projeto.


Peixe Boi

  
Criação de Ostras

Fonte: Globo Mar

Presidente do ICMBio visita Oceanário e cumpre agenda técnica em Sergipe


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O presidente do ICMBio, Rômulo Mello, acompanhado pela coordenadora regional do ICMBio/CR-6, Carla Marcon, visitou o Oceanário de Aracaju em fins de maio(28/5). Eles percorreram todo o espaço de visitação e fizeram vistoria das obras de construção do novo tanque de observação de animais.

A agenda oficial do presidente e sua equipe em Sergipe incluiu ainda reunião com o secretário de Meio Ambiente, Genival Nunes, e outras lideranças estaduais ligadas à conservação ambiental, além de visitas à Floresta Nacional do Ibura e ao Parque Nacional de Itabaiana. Na reunião, o presidente Rômulo Mello tratou do plano de manejo da Reserva Biológica de Santa Isabel, que reúne o maior número de desovas de tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) no litoral brasileiro. Também discutiu sobre os ajustes a serem feitos no polígono da Unidade de Conservação.

Ficou decidido que neste mês de junho o presidente do ICMBio volta a se reunir em Sergipe com instituições governamentais e ong’s, para tratar do processo de transformação de áreas protegidas no Estado em Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPN’s. Outro tema que vai entrar na pauta é a criação do Refúgio de Vida Silvestre – RVS da foz do rio São Francisco, protegendo a área marinha compreendida entre os rios São Francisco e Japaratuba.

Desde 1994 o Projeto Tamar trabalha com esse objetivo, lembra o coordenador regional do Tamar em Sergipe, engenheiro de pesca César Coelho. Além das tartarugas marinhas (usam esta área como corredor migratório e para descanso entre uma postura e outra) e das baleias Jubarte (usam essa parte do litoral para se reproduzir), essa região conta com formações recifais, agregações de meros e de aves marinhas migratórias, que chegam para pouso, descanso e alimentação.


Mercado de biodiversidade ultrapassou os US$ 2,4 bi


Mesmo com diversos países ainda atravessando crises econômicas, as ferramentas de preservação e pagamento por serviços ambientais registraram forte crescimento em 2010 devido principalmente ao maior interesse da iniciativa privada

A conscientização da importância de garantir o fornecimento dos recursos naturais somada a popularização de temas como conservação e sustentabilidade fizeram que empresas de todo o mundo buscassem como nunca antes programas para minimizar suas pegadas ambientais.

Foi o que demonstrou o estudo “2011 Update: State of Biodiversity Markets” (2011 Update: Estado dos Mercados de Biodiversidade), que identificou que o conjunto de iniciativas de mitigação e compensação ambiental - que pode ser chamado de mercado da biodiversidade - atingiu um volume recorde em 2010, alcançando um valor entre US$ 2,4 bilhões a US$ 4 bilhões. 

Essas quantias podem ser ainda bem maiores na realidade, já que cerca de 80% das transações nesse setor não divulgam valores. De qualquer forma, já é possível notar um grande crescimento com relação a 2009, quando o mercado foi avaliado entre US$ 1,8 bilhões a US$ 2,9 bilhões.

Divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Ecosystem Marketplace, o documento conseguiu dados de 45 iniciativas ao redor do mundo, abrangendo desde esquemas de ‘reservas de habitat’ (habitats banking) até o pagamento para comunidades rurais evitarem o uso irracional de florestas. 

“O maior interesse na preservação mostra o fortalecimento da noção de que somos dependentes da biodiversidade e que ela possui um valor econômico”, afirmou Susie Brownie, da consultoria deVilliers Brownlie Associates.

Bancos de Mitigação e a Iniciativa privada

A maior parte do volume do mercado vem das reservas de habitat, quando uma área é restaurada ou conservada em troca de créditos. Nos Estados Unidos, onde existe uma legislação que obriga indústrias e empreendimentos imobiliários a comprarem créditos para compensarem seus danos ambientais, esse tipo de iniciativa já está consolidada e movimenta bilhões a cada ano. 

Porém, o que nasceu como uma obrigação começou a ser vista como uma oportunidade por desenvolvedores privados, que adquirem áreas e as transformam em reservas naturais para ganhar créditos que são vendidos para as empresas. Atualmente, 70% dos bancos de biodiversidade norte-americanos são administrados pela iniciativa privada.

Também dos EUA vem o exemplo do Wal-Mart, que criou o programa “Acres for America”,
 pelo qual a empresa compensa a pegada ambiental de suas milhares de lojas através da preservação de regiões intocadas. Mais de 88 mil hectares protegidos estão sob o gerenciamento da companhia. 

A Austrália aparece como um novo pólo para o mercado de biodiversidade, com alguns estados adotando iniciativas regionais para preservar até 20 mil hectares. 

Já a Europa deseja reduzir a perda de biodiversidade causada pelas empresas do continente para próximo de zero até 2015 através de mecanismos de compensação. Países como a Alemanha, Reino Unido e França já possuem seus próprios bancos nacionais de biodiversidade.
Brasil

Na América latina em geral os pagamentos por serviços ecossistêmicos (PES) continuam sendo a ferramenta mais utilizada. Aqui no Brasil, os estados do Acre e o Amazonas já estabeleceram leis que regulamentam esse tipo de mecanismo. 

No final do ano passado, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a consultoria PricewaterhouseCoopers divulgaram o “Habitat Banking in Latin America and Caribbean: A Feasibility Assessment”, que demonstra o potencial do Brasil, Costa Rica, Chile e México para o desenvolvimento de ‘reservas de habitat’ sem prejudicar o crescimento econômico. 

O relatório reconhece uma série de adaptações necessárias ao mecanismo, examinando, por exemplo, o potencial para um sistema parecido com o REDD+, o “habitat banking- plus”, que garantiria os direitos das comunidades locais e permitiria atividades econômicas sustentáveis. 

O “2011 Update: State of Biodiversity Markets” critica a proposta de mudança do código florestal brasileiro, que reduziria o rigor da legislação ambiental e permitiria o avanço da agropecuária em regiões que antes eram proibidas, como topos de colinas e margens de rios.
Tendência

Apesar da crise econômica ainda ser uma realidade em diversos países, incluindo os Estados Unidos, o mercado de biodiversidade continuou crescendo, o que o Ecosystem Marketplace considera como a tendência para os próximos anos.

Ainda existem muitos obstáculos, como a falta de transparência, a corrupção e até o temor de muitos que consideram toda a forma de ferramenta de mercado como sendo a “privatização das florestas”. Mas de uma maneira geral, o cenário é positivo.

Problemas como a falta de uniformização podem ser ultrapassados em breve, com iniciativas como a Earthmind’s Green Development Initiative (GDI) desenvolvendo uma unidade comum de biodiversidade que poderia ser negociada globalmente. 

A ONU escolheu 2010 como o “Ano Internacional da Biodiversidade” e apesar de não ter sido marcado por grandes realizações, pelo menos as empresas parecem ter se mostrado mais interessadas em ações de preservação, mesmo que no fim objetivem o lucro.




Ecosystem Marketplace

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