sexta-feira, 11 de maio de 2012

Greenpeace: Desmatamento Zero... depende de você


Desmatamento Zero: depende de você
Olá Mauricio,
Estamos aqui para dizer que seu apoio é muito importante para divulgar a campanha pelo Desmatamento Zero.
Depois que os deputados aprovaram o massacre do Código Florestal, anistiando criminosos e abrindo as porteiras para o avanço da motosserra, o futuro das florestas está em suas mãos. A mobilização nacional pelo “Veta, Dilma” já está nas ruas e na internet. Divulgue a campanha pelo Desmatamento Zero para sua família e seus amigos. Clique nos botões abaixo e espalhe esta mensagem para as redes sociais.
Divulgue a Campanha
Com 1,4 milhão de assinaturas, levaremos aos políticos de Brasília uma lei de iniciativa popular para aumentar a proteção de nossas florestas.
Em nome do lucro fácil, querem destruir os últimos resquícios de vida selvagem do planeta. Mas, juntos, nossa voz é mais forte: queremos Desmatamento Zero no Brasil!
Tatiana de CarvalhoObrigada,
Tatiana de Carvalho
Coordenadora da Campanha da Amazônia
Greenpeace
Ajude o Greenpeace a proteger o planeta
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Para Amigos da Terra, Pacto Global da ONU oferece muito espaço a corporações

 

‘Pacto Global das Nações Unidas ignora as más praticas das corporações’
Declaração da Sociedade Civil alerta rumo à Rio+20




Amsterdã/Rio de Janeiro, 10 de Maio de 2012


Instituições das Nações Unidas e iniciativas tais como o Pacto Global oferecem demasiado espaço à influencia das corporações privadas. O lobby corporativo nas negociações da ONU tem conseguido bloquear soluções efetivas para problemas globais relacionados às mudanças climáticas, produção alimentar, pobreza, água e desmatamento. Ao invés disso, falsas soluções tem sido promovidas servindo aos interesses dos negócios, enquanto concentram o controle das corporações sobre as terras, recursos e a vida das pessoas.


Esta é a premissa central da declaração conjunta da sociedade civil Pondo Fim a Captura Corporativa da ONU (1)‚ iniciada por Amigos da Terra Internacional e por nove outras organizações a caminho da Conferencia Rio+20.

A declaração, que circula desde 19 de abril, é atualmente endossada por mais de 250 organizações da sociedade civil de todo o mundo.

Em resposta a esta declaração, o escritório do Pacto Global da ONU disse que tem sido sempre cuidadoso em deixar claro que ‘a ONU e a comunidade dos negócios não compartilham os mesmo objetivos centrais; meramente em algumas áreas-chave, os negócios, a sociedade civil, a ONU e os governos tem áreas comuns de interesse’ (2).

Entretanto, as organizações iniciadoras da declaração mantém que a iniciativa Pacto Global da ONU é cega as más praticas das corporações e facilita a cooptação corporativa de processos e resultados na ONU.

Tanto que o Pacto Global clama que, das empresas que assinaram ‘aderir aos padrões internacionalmente aceitos’, muitas delas na realidade constantemente falham em cumpri-los. Isto porque, ao contrario do que diz o Pacto Global, não existe um mecanismo crível de responsabilização. O Pacto Global apenas expulsa companhias se as mesma não relatam sobre violações aos direitos humanos, não por causarem estas violações como tais.

De acordo com Paul de Clerck, Coordenador da Campanha sobre Corporações de Amigos da Terra Internacional, ‘A resposta do Pacto Global ignora completamente a mensagem fundamental que é a de que a iniciativa oferece demasiada influencia ao setor privado e esquece que o papel da ONU é o de proteger as pessoas e a natureza contra crimes das corporações. Em resultado, a ONU está crescentemente promovendo falsas soluções que não servem aos interesses públicos, mas principalmente ajudam as empresas a aumentarem seus lucros’.

Estas observações não são apenas compartilhadas pelas organizações iniciadoras ou que endossam a declaração da sociedade civil, mas pela comunidade das organizações não-governamentais de forma ampla. Em recente declaração feita durante as negociações da Rio+20 em Nova Iorque, o grupo das ONGs alertou precisamente contra os perigos da captura corporativa (3). As ONGs chamaram os governos a adotar um quadro regulatório forte para as grande corporações, com requerimentos mandatários de relatórios e mecanismos de responsabilização ao invés de compromissos meramente voluntários de responsabilidade social corporativa.

As negociações da Rio+20 em Nova Iorque terminaram na semana passada sem grandes acordos além de estenderem-se para mais uma rodada antes da conferencia.

“Acreditamos que se os resultados da Rio+20 são esperados como o real “Futuro que Queremos”, a rodada de negociações informais que termina em 29 de maio precisará de uma mudança no sentido de lidar com a falta de balanço estrutural entre as corporações e os estados da ONU, a qual tem sido apoiada pela ação de alguns estados membro nestas negociações. A economia verde está sendo usada como um mecanismo que permite aos interesses das corporações capturar o ambiente e a agenda de desenvolvimento da ONU”, afirmou Anil Naidoo da organização Conselho de Canadenses, uma das dez organizações iniciadoras da declaração para por fim a captura corporativa da ONU.



(3) Intervenção do Grupo das ONGs sobre economia verde nas negociações da Rio+20 em Nova Iorque, em 1o de maio de 2012:

“A sociedade civil segue profundamente inconformada com o conceito de economia verde que tem sido usado para maquiar de verde o velho e desacreditado modelo insustentável de desenvolvimento exemplificado pela brecha gritante entre as condições dos 99% e dos 1%. Isto é particularmente evidente no excessivo foco de alguns países que insistem em promover um papel de liderança do setor privado na economia verde. Ao mesmo tempo, existe oposição a propostas para mecanismos regulatórios mais estritos para as grandes corporações, em particular para as corporações transnacionais. A ênfase nos mecanismos de mercado para a economia verde, que por definição promovem o comércio de carbono, de florestas e biodiversidade e de água, por exemplo, são grandes preocupações para nós e ao que nos opomos firmemente”, disseram as ONGs nas negociações


Amigos da Terra Brasil, é uma organização do movimento ambiental, sem fins lucrativos, que trabalha em prol de questões ambientais, políticas públicas e cidadania. Fundada em 1964. Desde então desenvolve ações, campanhas e projetos nas áreas mencionadas. É o único membro brasileiro da Federação Internacional Amigos da Terra, presente em mais de 70 países. (http://amigosdaterrabrasil.wordpress.com)

EUA lançam plano para substituir tecnologias nocivas ao ambiente


Obama: plano dará transparência a agência reguladora AP

  • Plano Nacional de Bioeconomia, inclui investimento em biocombustíveis e novas técnicas agrícolas.

De olho no potencial de geração de empregos e inovação num momento em que o país enfrenta sucessivas crises econômicas e perde a liderança em diversos campos da pesquisa científica, o governo dos Estados Unidos anunciou ontem o lançamento de um Plano Nacional de Bioeconomia, com o qual pretende estimular o crescimento do setor de biotecnologia. Abrangente, o projeto inclui desde a pesquisa e desenvolvimento de novas terapias e tratamentos médicos a biocombustíveis, passando por agricultura e inovações na manufatura que usem processos biológicos em substituição a métodos industriais nocivos à saúde e ao meio ambiente.

Dividido em cinco pontos principais, o plano renova o compromisso do governo americano com iniciativas já em curso, além de prometer prêmios e incentivos para pesquisadores, acelerar a transição de produtos dos laboratórios para o mercado, melhorar a educação e o treinamento de mão de obra para atuar no setor e encorajar parcerias entre os setores público e privado. Uma das medidas mais polêmicas, porém, é a remoção de alguns entraves no caminho das pesquisas, notadamente a atuação da FDA, a poderosa agência reguladora de alimentos e medicamentos. Há tempos laboratórios farmacêuticos e fabricantes de equipamentos reclamam da lentidão, falta de transparência e rigor do órgão, o que desencorajaria os investimentos. A ideia é acelerar e tornar mais previsíveis os processos de aprovação de novas drogas e tratamentos experimentais.

— As ciências da vida já provaram ser uma fonte vital de crescimento econômico e hoje elas prometem avanços que podem mudar a face de uma variada gama de setores — justificou John Holdren, conselheiro de ciência e tecnologia do presidente Barack Obama e responsável pelo novo plano. — Assim, este governo está comprometido em acelerar estes avanços e em assegurar que agências federais e entidades privadas trabalhem juntas para levar os benefícios da bioeconomia para o mercado o mais rápido possível.

Embora lamente o fato de o Brasil não contar com uma política nacional como a lançada nos EUA, Jerson Lima Silva, diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e professor do Instituto de Bioquímica da UFRJ, lembra que nos últimos anos o país experimentou um forte avanço na quantidade e qualidade da pesquisa e desenvolvimento científico, graças, em boa parte, a um apoio sistemático dos governos federal e estaduais. Só no Rio, conta, metade do orçamento anual da instituição, que deverá ficar em cerca de R$ 400 milhões em 2012, acaba destinado a estudos na área de ciências da vida.

— Mas ainda precisamos construir mais pontes entre os laboratórios e o setor produtivo — defende. — O Brasil deve aproveitar esse momento positivo que está passando para disputar de igual para igual com outros países em setores estratégicos como a biotecnologia.

Segundo Silva, a questão regulatória é um ponto crucial neste processo, assim como o excesso de controle e burocracia que elevam o custo das pesquisas. Ele destaca que são comuns os casos em que instituições recebem os recursos para as pesquisas, mas enfrentam problemas na aquisição e importação de equipamentos e insumos fundamentais para o trabalho.

— A compra de reagentes e outros produtos perecíveis muitas vezes passa por uma série de restrições e, quando os pesquisadores conseguem ter acesso a eles, já estão perdidos ou vencidos. Temos que trabalhar para que essas perdas que tivemos no passado não se repitam. Esses problemas têm que ser a exceção e não a regra no processo.

Presidente da Recepta Biopharma, que recentemente tornou-se a primeira empresa de biotecnologia brasileira a ter um produto aprovado pela FDA para testes nos EUA, José Fernando Perez também reclama dos entraves burocráticos à pesquisa. Segundo ele, o setor de biotecnologia tem características que o diferem de outros campos de inovação que devem ser levados em conta tanto pelo governo quanto por potenciais financiadores, pois exige investimentos maiores, que demoram mais tempo para dar retorno e trazem embutido um fator de risco muito grande.

— Se um avião tiver um bom projeto e uma boa engenharia, por exemplo, já se sabe que ele vai voar — explica. — Já na biotecnologia, tudo depende da resposta do corpo humano. Às vezes, no processo de desenvolvimento de uma nova droga, chegamos à fase III (última etapa de testes antes da aprovação para comercialização) e tudo dá errado. É como só descobrir que o avião não vai voar quando ele já estiver na cabeceira da pista.

Projeto irá testar métodos de restauração ecológica de matas de galeria e ciliares



A Embrapa Cerrados, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa conta com os experimentos do projeto Aquaripária, quetesta os métodos derestauração ecológica dezonas ripárias (matas de galeria e ciliares) e busca propor alternativas sustentáveis para o desenvolvimento do bioma Cerrado.

Esses experimentos foram plantados com espécies nativas usando diversos métodos de restauração ecológica e instalados nas cabeceiras das bacias dos rios São Francisco e Paraná, nos seguintes locais: córrego Ponte Alta, no Gama, rio Jardim, no Núcleo Rural Tabatinga e Capão Comprido, 
no Incra 8/Brazlândia.


De acordo com a líder do projeto, Lidiamar Albuquerque, pesquisadora da Embrapa Cerrados, a metodologia aplicada nessas áreas poderá ser replicada e servir de base para outrosprojetos. Segundo ela, os estudos nesses locais vão desde o processo de recuperação das matas ripárias, até sua influência na qualidade das águas dos rios. “Nosso objetivo é propormétodos mais viáveis economicamente e que permitam melhorar a saúde dos ecossistemas aquáticos e terrestres e de sua biodiversidade”, 
explicou.

Segundo a estudiosa, a expectativa futura da ação é a criaçãode um programa de recuperação continuada nas bacias hidrográficas estudadas, com a meta de usar essas metodologias em larga escala. “Esse projeto é muito representativo quando tratados do conhecimento científico para a estratégia de recomposição, recuperação e restauração denossos ecossistemas. Por meio dele, esperamos subsidiar os comitês gestores sobre estratégias de conservação das matasripárias nas bacias hidrográficas brasileiras”.


O projeto iniciado em janeiro de 2010, o projeto Aquaripária édesenvolvido pela Embrapa Cerrados em parceira com o Departamento de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB). Asmatas ripárias são importantes tanto para a conservação da qualidade da água, quanto para a preservação da biodiversidade aquática eterrestre.

As principais causas de degradação dessas matas são odesmatamento vinculado às ações de agricultores, pecuaristas, mineradores e madeireiros, assim como a expansão das áreas urbanas, a extração de areias nos rios, instalação dosempreendimentos turísticos mal planejados, dentre outras.



Cartilha

alguns dos métodos para a restauração ecológica das matasripárias em testes no projeto Aquaripária estão descritos na cartilha “Cerrado: Restauração de Matas de Galeira e Ciliares”, lançada pela Embrapa Cerrados, em março passado. A cartilha faz parte de um kit composto ainda de um vídeo e um jogoeducativo.

A cartilha tem como objetivo sensibilizar os agricultores da importância das ações integradas para a preservação. “Não adianta apenas pensar uma questão pontual, é preciso ter a visão do contexto da paisagem. O agricultor não pode só sepreocupar com o rio que passa em sua propriedade, mas também na área de seu vizinho que pode estar desmatando”,explica a pesquisadora Lidiamar Albuquerque.



São autores da cartilha, além de Lidiamar Albuquerque, os pesquisadores Fabiana Aquino, Araci Alonso, Jorge Werneck e a analista Evie de Sousa, todos da Embrapa Cerrados.


Juliana Caldas (4861/DF)
Liliane Castelões ( 16.613 MtB/RJ)

Viva a Mata 2012 divulga programação oficial



Com mais de 30 atrações programadas e 75 estandes temáticos, o público poderá conferir porque o “Nosso verde também depende do azul”

A partir do dia 18 de maio, o Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP), vai ficar azul com as atividades do Viva a Mata 2012. O maior evento brasileiro em prol da Mata Atlântica chega com novidades, destacando a importância da zona costeira e dos ecossistemas marinhos. Serão mais de 30 atrações programadas e diversas outras promovidas nos estandes. Durante três dias, o público poderá participar de palestras, debates, oficinas, exposições, observação de aves, apresentações teatrais e jogos.

A mostra é aberta ao público, gratuita, e acontecerá na Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP), entre os dias 18 e 20 de maio, das 9h às 18h. O objetivo do Viva a Mata é promover a troca de informações entre os que lutam pela conservação desta floresta, além de celebrar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio). A cenografia do evento é assinada pelo designer Beto Von Poser e o patrocínio é do Bradesco e da Natura.



Rio+20 é tema de debate no Viva a Mata 2012


PROGRAMAÇÃO



Auditório

18/05 – Sexta-feira

9h – Debate: Pagamentos Por Serviços Ambientais: legislação e iniciativas públicas
10h30 – Debate: Pagamentos Por Serviços Ambientais: iniciativas das ONGs
12h – Debate: Sustentabilidade das Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPNs
13h30 – Palestra: Desafios da Restauração Florestal
15h – Lançamento das publicações:
— Sociobiodiversidade da Ilha Grande de Santa Isabel-PI: um olhar da comunidade local visando a criação da Reserva Extrativista Cajuí
— Empresas Aliadas da Natureza: as reservas particulares como estratégia ambiental corporativa

19/05 – Sábado

9h – Debate: Estratégias para Conservação Marinha
10h30 – Debate: Turismo em Parques
12h – Debate: Turismo Comunitário
13h30 – Debate: Economia azul e a conservação dos ecossistemas marinhos
15h – Roda de conversa: Planos Municipais da Mata Atlântica

20/05 – Domingo

8h – Observação de aves no parque e palestra
14h30 – Debate: Sociedade civil rumo à Rio +20

Palco

18/05 – Sexta-feira

9h – Abertura do Viva a Mata 2012
10h30 – Música: Grupo Embatucadores
12h – Debate: Criança, a alma do negócio

19/05 – Sábado

10h30 – Teatro: Maria da Mata
12h – Roda de Conversa: Mobilização – Desafios de transformar indignação em ação
13h – Teatro: Comadre Fulozinha
15h – Roda de Conversa: Surf, praia e sustentabilidade

20/05 – Domingo

10h – Mobilização
12h – Aula aberta de Yoga
13h30 – Aula aberta de dança
15h – Orquestra de Tambores Cabuçu

Sala Exposição Itinerante

18/05 – Sexta-feira

13h30 – Oficina: Observação de aves em RPPNs
15h – Roda de Conversa: Produção de mudas, desafios e oportunidades

19/05 – Sábado

10h30 – Roda de Conversa: Plantando Cidadania 10 anos
13h30 – Roda de Conversa: Encontro Livre – Surfando na RIO+20
15h – Roda de Conversa: 15 anos do Programa de Voluntariado da SOS Mata Atlântica
16h30 – Educação Ambiental Rumo à Rio +20

20/05 – Domingo

13h30 – Rode de Conversa: Produtos Sustentáveis
15h – Palestra: Gestão de Organizações do Terceiro Setor

Expositores

Organizações, associações e reservas particulares (RPPNs) de 14 Estados brasileiros já confirmaram presença no evento. Até o momento, são 75 os expositores que estarão distribuídos pelos 18 estandes do Viva a Mata, divididos em 13 temas – Costa Atlântica, Centro de Experimentos Florestais, Produtos Sustentáveis, Áreas Protegidas, Ações Regionais, Educação Ambiental, Fauna e Flora, Reciclagem, Lagamar, Água, Túnel dos Sentidos, Oficina de Plantio e Empresas pela Mata Atlântica. Entre os expositores confirmados estão organizações como o o Projeto Coral Vivo, o Instituto Mar Adentro e a ONG Ecosurfi.

Visitas Monitoradas

Grupos interessados em agendar visitas monitoradas já podem se inscrever pelo e-mail educacao@sosma.org.br. Podem participar escolas, turmas de faculdades, grupos de igreja, empresas, escoteiros, associações, dentre outros grupos que queiram saber mais sobre a Mata Atlântica econhecer iniciativas em prol da sustentabilidade.


SERVIÇO

  • Viva a Mata 2012 – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica
  • Realização: Fundação SOS Mata Atlântica.
  • Onde: Parque Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral – São Paulo/SP
  • Quando: De 18 a 20 de maio, das 9h às 18h.
  • Informações: www.sosma.org.br
  • Todas as atividades são gratuitas.



Às Estrelas


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