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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Greenpeace - Diga para a P&G parar de usar óleo de palma sujo




Olá Maurício,

Como você já sabe as florestas da Indonésia estão desaparecendo a cada dia, reduzindo o habitat natural de animais ameaçados de extinção como os tigres-de-sumatra. Nas últimas duas semanas, você e mais de 200 mil pessoas ao redor do mundo, assinaram o manifesto exigindo óleo de palma livre de desmatamento.

A Wilmar, maior comercializadora de óleo de palma do mundo, e grandes marcas de diversos setores como L’Oreal, Unilever e Nestlé se comprometeram publicamente a utilizar somente óleo de palma livre de desmatamento na sua cadeia de produção.

Mas a P&G insiste em usar óleo de palma que vem de empresas que destroem as florestas tropicais da Indonésia. Para produzir produtos como o Head&Shoulders.

A produção de óleo de palma não precisa destruir o habitat desses animais raros. Graças a pressão de pessoas como você, que não aceita produtos envolvidos com desmatamento, podemos mudar essa realidade.


Precisamos acabar imediatamente com o óleo de palma sujo nos produtos que usamos em nosso dia a dia. Com sua ajuda, podemos salvar o que restou do habitat dos tigres-de-sumatra.

  • Cristiane Mazzetti 
  • Campanha de florestas 
  • Greenpeace Brasil

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Greenpeace: Ruralistas voltam ao ataque



Olá, Mauricio!

Na semana que passou, Kátia Abreu (PSD-TO) voltou a atacar publicamente os direitos indígenas às suas terras ocupadas tradicionalmente. Há mais de 500 anos, quando os colonizadores portugueses chegaram ao Brasil, os índios eram vistos com o mesmo olhar conservador expresso no último sábado (7), em pleno século XXI, pela digníssima senadora da República, em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo.

Com argumentos retrógrados e preconceituosos, que representam total desconhecimento sobre a cultura e a História do Brasil, a Senadora (eleita para representar os interesses de todo povo brasileiro) insiste numa cartilha desatualizada, com os mesmos velhos argumentos usados na batalha para destruir o Código Florestal em 2011.

E a mesma história se repete: tanto durante a disputa pelo Código Florestal como agora com o ataque aos direitos indígenas, os ruralistas liderados por Kátia Abreu mostram as garras em Brasília e, no campo, os índices de desmatamento voltam a crescer.

Hoje, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentou os dados do sistema Deter, que mostrou uma perda florestal de 2765,6 km2 de agosto de 2012 a julho de 2013. Isso significa uma tendência de aumento do desmatamento de 35% com relação ao período anterior. É a consolidação, na prática, da ofensiva que se abre no Congresso, que busca ampliar a oferta de terras ao excludente modelo do agronegócio nacional.

A face da bancada ruralista, da qual Kátia Abreu é representante de peso, é o retrato anacrônico do Brasil feudal nos tempos em que o Brasil novo, aquele que mostrou as caras nas ruas no último mês de junho, clama por uma mudança urgente nas práticas de se fazer política e no modelo de desenvolvimento, que ainda promovem a exclusão de milhares de brasileiros.


Abraços,
Danicley de Aguiar
Coordenador da Campanha Amazônia
Greenpeace

Se você, como nós, também quer que o Brasil seja a vanguarda econômica, social e ambiental do mundo, continue conosco e compartilhe o projeto de lei pelo Desmatamento Zero. Diga à Kátia e seus comparsas que queremos e vamos lutar por um novo Brasil, onde preservação do meio ambiente e inclusão social estarão na ordem do dia.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Greenpeace - Cadê o "Plano de Mobilidade Urbana?"



Você sabe o que são "Planos de Mobilidade Urbana" ?


  • No Brasil, 3,4% dos deslocamentos são feitos em bicicletas
  • São Paulo tem 69,8 km de ciclovias, enquanto Bogotá tem 400 km
  • Entre 2011 e 2012, 52 ciclistas morreram no trânsito de São Paulo 
  • O Brasil é o 5º maior mercado consumidor de bikes do mundo
  • Onde há incentivo e infraestrutura a população adere ao uso de bicicleta.
  • Em Amsterdam, há mais de uma bicicleta por habitante
  • O Plano de Mobilidade visa tornar seguro e gera facilidades no deslocamento do ciclista


Banner de 10 metros de comprimento em passarela da Radial Leste, 
São Paulo, cobrou a implementação de corredor de ônibus no local


Com protesto em diversos pontos de São Paulo, Greenpeace cobra início da elaboração do Plano de Mobilidade Urbana e soluções para o ir e vir na cidade

Era só mais uma manhã de trânsito em São Paulo, mas ativistas do Greenpeace mudaram a rotina e chamaram a atenção da população para o tema da mobilidade urbana. Em um banner de dez metros de extensão estendido no Viaduto Guadalajara no sentido bairro-centro da Radial Leste, a mensagem “Cadê o corredor de ônibus que poderia estar aqui?” lembrou os pedestres e motoristas que há uma demanda antiga por um corredor nesse local. Na Avenida Paulista e na Praça da Sé, homens-placa sinalizaram a necessidade de melhorias na mobilidade da cidade: desde mais ciclovias, bicicletários, ônibus e calçadas sem buracos e atitudes por um trânsito melhor.

Além desses locais, a campanha também relembrou outros pontos como a ciclovia na Avenida Eliseu de Almeida com entrega prevista para 2010, o corredor de ônibus da Vila Sônia (prometido pelo ex-prefeito Gilberto Kassab e reiterado por Haddad) e áreas com ausência de faixa de pedestres, como no acesso à Ponte da Cidade Universitária, próximo à Marginal Pinheiros. “São pontos da cidade que já poderiam ter recebido atenção do governo, mas que continuam deixando o cidadão sem o que lhe é de direito”, afirma Iran Magno, Coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.

O lançamento da campanha acontece no dia em que os prefeitos completam cem dias de gestão das cidades brasileiras. Relembrando a data, o Greenpeace endereçou uma carta ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, cobrando o compromisso do governo municipal com a elaboração de um plano democrático e consistente.

Com o tema Cadê o Plano de Mobilidade Urbana? A campanha incentiva que os cidadãos acompanhem a elaboração do Plano de Mobilidade de suas cidades, reivindiquem transparência, participação e melhorias, e também revejam seus hábitos cotidianos. Para isso, o Greenpeace oferece uma ferramenta ao cidadão: um site que contém, além de informações sobre o tema, um panorama de como estão sendo construídos os Planos de Mobilidade Urbana das capitais brasileiras. Fica também disponível um guia prático de como participar ativamente e como e cobrar ações efetivas.

Acesse aqui o site da campanha: www.greenpeace.org.br/cade


Os Planos de Mobilidade Urbana devem orientar e regulamentar o transporte e a mobilidade de uma cidade. Municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar de forma participativa seus Planos de Mobilidade Urbana a partir de um diagnóstico realista sobre a cidade e integrado com os outras políticas. Os Planos devem garantir que todas as pessoas tenham as mesmas condições de locomoção, priorizando os transportes não-motorizados e coletivos. É necessário também que sejam contempladas metas a curto e longo prazo, promovendo a diversificação e integração dos meios de transporte e controle à poluição e emissões de gases do efeito estufa. Um bom plano deve ser planejado de forma participativa e transparente, proporcionando melhorias de ordem econômica, social, de saúde e ambiental.

Hoje, o setor de transportes representa um quarto do total de consumo de energia global. O último inventário brasileiro de emissões de gases de efeito estufa mostra o setor como o segundo maior emissor do país. O governo federal estima que em 2020 se emita 60% a mais de CO2 do que em 2009. Investimentos para melhoria do transporte coletivo e incentivo ao uso de transporte não-motorizado são fundamentais para evitar o aumento da temperatura média global em mais do que 2 graus Celsius e, consequentemente, os impactos perigosos no planeta e para toda a sociedade.


Greenpeace - Shell em direção à Rússia


Olá, Maurício,

Após uma série de perigosas e humilhantes falhas, a Shell foi forçada a deixar a região do Ártico este ano. Entretanto, a gigante anglo-holandesa tem um plano B para continuar tentando explorar petróleo: entrar no Ártico pela Rússia. É por isso que precisamos que você compartilhe esse vídeo para expor este novo e perigoso plano da Shell e para que todos saibam o que está acontecendo, antes que seja tarde demais.


Cada vez mais desesperada para explorar os recursos da região, a Shell fez uma parceria com a petrolífera russa Gazprom e com isso terá acesso às reservas do Ártico através do território russo, país onde as leis são negligenciadas e a corrupção é comum. A mais nova amiga da Shell é famosa pela catástrofe de 2011, quando uma plataforma de petróleo afundou numa tempestade e matou 53 pessoas a bordo. Essa nova parceria é a garantia de novos vazamentos em um dos mais importantes e frágeis ecossistemas do planeta.

Nós podemos impedir que isso aconteça e podemos salvar o Ártico. Ajude-nos a divulgar o vídeo e atingir a reputação da Shell porque a última coisa que a empresa quer é aparecer como um investimento de risco para seus acionistas e sócios. Assista ao vídeo, compartilhe com seus amigos e convide-os a assinar a petição que pede a criação de um santuário internacional no Ártico. Ajude-nos a parar os planos ambiciosos da Shell.


Abraços,
Renata Nitta 
Coordenadora da Campanha Clima e Energia
Greenpeace Brasil



PS: Nosso trabalho no Greenpeace apenas é possível graças ao apoio financeiro de nossos colaboradores. Não aceitamos dinheiro de partidos, governos ou empresas. Nós dependemos de pessoas compromissadas com o meio-ambiente, como você. Clique aqui e torne-se um colaborador do Greenpeace hoje mesmo.




segunda-feira, 6 de maio de 2013

Greenpeace - 21 anos de presença no Brasil

O Greenpeace acaba de completar 21 anos de presença no Brasil. E na hora de assoprar as velinhas, nosso pedido não é nenhum segredo: queremos um Brasil com floresta em pé
 
Olá Mauricio

O Greenpeace acaba de completar 21 anos de presença no Brasil. E na hora de assoprar as velinhas, nosso pedido não é nenhum segredo:queremos um Brasil com floresta em pé.

Você pode nos ajudar a tornar realidade esse pedido: compartilhe a petição do Desmatamento Zero, faça o download do formulário e leve ao seu condomínio, escola e trabalho e ajude-nos a levar esse projeto de lei de iniciativa popular ao Congresso Nacional. Um presente que não é para o Greenpeace, mas para todos nós.

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Há exatos 21 anos, a tripulação do segundo Rainbow Warrior, navio símbolo do Greenpeace, desembarcou em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Com o protesto para relembrar o trágico acidente de Chernobyl, no qual 800 cruzes foram afixadas no pátio da usina nuclear, o Greenpeace Brasil foi oficialmente fundado.

Em mais de duas décadas de história, trabalhamos pela proteção das florestas e propomos um cenário energético mais limpo, pedindo mais investimentos em energias renováveis. O Brasil pode ser uma das primeiras economias a ter uma matriz energética 100% limpa e renovável e trabalhamos para que isso se torne uma realidade.
PS: 
 
Marcio Astrini Um grande abraço,
Marcio Astrini
,
Coordenador da Campanha da Amazônia
Greenpeace
Ajude o Greenpeace a proteger o planeta
 Junte-se a nós

quinta-feira, 21 de março de 2013

Greenpeace - Dia internacional das Florestas. Participe



participe da mobilização online pelo dia mundial das florestas dia 21/03 a partir das 15h e ajude a salvar nossas florestas
Olá Mauricio


Hoje, 21 de março, é o Dia Internacional das Florestas e vamos agitar as redes sociais para que mais brasileiros conheçam e abracem a lei do desmatamento zero.
Sua participação é muito importante: quanto mais assinaturas tivermos, mais rápido conseguiremos frear a destruição das nossas florestas. Compartilhe a petição com seus amigos e familiares e juntos vamos mostrar aos deputados e senadores que queremos um Brasil com florestas.

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Para completar esse grande dia de mobilização, os voluntários do Greenpeace também estarão coletando assinaturas em várias cidades do Brasil. Mas você também pode ir às ruas: baixe o formulário de coleta de assinaturas e colabore para que mais pessoas façam parte desse time que defende as florestas.

Para continuarmos esse trabalho nas redes e nas ruas, sua contribuição é muito importante. Colabore para que essas e mais ações para proteger nossas florestas sejam possíveis.
Marcio AstriniUm grande abraço,
Marcio Astrini
,
Coordenador da Campanha da Amazônia
Greenpeace
Ajude o Greenpeace a proteger o planeta

Junte-se a nós

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