quarta-feira, 20 de julho de 2011

Centro de pesquisa da Petrobras aprimora robô que detecta vírus da malária



Os testes já foram iniciados


O Robô Ambiental Híbrido Chico Mendes, criado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), em 2005, que funciona por controle remoto está sendo desenvolvido para ser operado por uma pessoa em seu interior.

“A nossa ideia é fazer um [robô] que tenha espaço para uma pessoa dentro”, o pesquisador do Cenpes, Ney Robinson Salvi dos Reis, um dos participantes do seminário sobre inovação tecnológica tecnológica brasileira na indústria de robôs, promovido pelo Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro.

A Cenpes, que autorizou que sejam iniciadas as pesquisas para a obtenção de lotes de produção do robô híbrido, partindo dos testes efetuados na Amazônia, já possui estudiosos trabalhando nessa modalidade do robô ambiental há cinco anos. A previsão para atingir a meta é de sete anos.

Robô Chico Mendes

Criado para fazer o monitoramento da região onde está sendo construído o Gasoduto Coari-Manaus, na Amazônia, o robô ambiental híbrido Chico Mendes, é a grande “vedete” do Laboratório de Robótica da Cenpes. Ele consegue atingir lugares onde não é possível chegar pelos meios convencionais.

A máquina pode se movimentar na água, na terra ou no pântano. Tem quatro rodas, uma estrutura que a protege de acidentes e capacidade de alertar sobre a presença de larvas do mosquito da malária.
Testes

O centro de pesquisa realizou, na Amazônia, uma simulação de vazamento de petróleo no Rio Negro, que foi realizado durante o evento internacional Mobex Amazônia 2010, do qual participaram mais de 150 representantes de 27 países.

Projetos

O laboratório de robótica do Cenpes pretende elaborar projetos como resposta ao desafio de exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas, visando ao pré-sal. “O laboratório de robótica tem essa incumbência de fazer ferramentas especiais para intervenções submarinas”, frisou Reis.

O pesquisador acredita que o Brasil tem todas as condições de desenvolver projetos na área de robótica, “seja para o pré-sal, seja para a Amazônia. Para qualquer coisa. É só a gente ter uma política de investimentos de médio e longo prazo”.



Com informações da Agência Brasil e Redação EcoD

WWF: Degelo obriga ursos polares a longas jornadas, os filhotes não resistem


Migração é fator de alto risco para filhotes de urso-polar, aponta estudo


Ursos jovens não possuem gordura suficiente para se 
manterem por muito tempo em águas frias

A mortalidade de filhotes de urso-polar que são obrigados a nadar longas distâncias com suas mães devido ao degelo do Ártico aparentemente é maior do que entre aqueles que não migram, segundo estudo recente produzido pela organização ambientalista World Wildlife Fund (WWF). O trabalho é pioneiro ao mostrar a migração como um fator de grande risco às espécies mais jovens.

Satélites foram usados para acompanhar 68 ursas-polares equipadas com colares GPS, entre 2004-2009, que tiveram de nadar longas distâncias. Durante o tempo em que permaneceram com o GPS, 11 ursas que nadaram por muito tempo tiveram crias. Destas, cinco perderam os filhotes durante a travessia. Ou seja, uma mortalidade de 45%. No grupo de ursas que não migraram, o índice caiu para 18%.




Os ursos-polares caçam, alimentam-se e procriam no gelo ou em terra, e não são criaturas aquáticas. "Eles são como nós", observou à Reuters o coautor do estudo, Geoff York. "Eles não podem fechar as passagens nasais em águas tempestuosas, acrescentou o cientista.

Além disso, os jovens não possuem gordura suficiente para se manterem por muito tempo em águas frias, alertou Steve Amstrup, um ex-cientista que trabalhou no instituto de pesquisas geológicas dos EUA, o U.S. Geological Survey.


A extensão de gelo no mar do Ártico, em junho, era a segunda mais baixo desde 1979, de acordo com o Centro Nacional de Neve e Gelo, que realizou a medição.




Um recente vídeo gravado em Hudson Bay, no Canadá, mostrou uma mãe urso polar e seu par de filhotes em busca de alimento, com um dos filhotes observados sofrendo convulsões sendo que ambos, infelizmente, se perdem dentro de dois dias de filmagem. O aquecimento global é a causa dessa e de outras fatalidades. O urso polar com o derretimento o gelo do mar, vê diminuir de forma acelerada tanto o espaço quanto o tempo para descansar e se alimentar. 



Mudanças climáticas no oeste Hudson Bay foram percebidas por causar o derretimento do gelo cerca de três semanas mais cedo do que há 30 anos, enquanto que o processo de congelamento é agora retardado por várias semanas. Além disso, um estudo recente do World Wildlife Fund mostrou que nos últimos anos, os ursos e seus filhotes, por vezes, têm sido forçados a nadar até 650 km por decorrência das atuais circunstâncias, onde neste momento seus habitats de gelo estão desaparecendo. Os jovens estão particularmente em grande risco,  porque eles ainda não são capazes de se adaptar ao frio. 


De fato, entre 1987 e 2004, a população de ursos polares na área da Baía de Hudson, declinou 22%, sendo que as previsões do governo dos EUA são da sua completa extinção em 2050 em algumas áreas. Kassie Siegel, diretora do grupo de pesquisa do Centro de Diversidade Biológica nos EUA, disse: "O aquecimento global não é uma crise que está a décadas de distância. É aqui e agora. A triste verdade é que os ursos polares já estão morrendo de fome com o aquecimento global que derrete o Ártico. 



"Nós agradecemos a World Wildlife Fund, o Centro de Diversidade Biológica, e todos os outros por seus esforços para aumentar a conscientização sobre a situação trágica em que se encontram os ursos polares. Que possamos "agir rapidamente" para co-existir em harmonia com a natureza para a salvaguarda de toda a vida em nosso planeta.


A aranha armadeira - Brazilian wandering spider, a mais venenosa do mundo



Extremamente rápida, agressiva e venenosa, a aranha armadeira (também conhecida como aranha macaco ou aranha de bananeira) é considerada a aranha mais venenosa do mundo pela edição 2007 do Guinness.

Espécie tipicamente sul-americana, todas as oito espécies do gênero Phoneutria (assassina, em grego) conhecidas pela ciência, ocorrem no Brasil e, por isso, é chamada Brazilian wandering spider, em inglês.

Essas aranhas produzem um potente veneno neurotóxico e picam furiosamente diversas vezes, quando incomodadas. Porém, o maior perigo que representam é sua proximidade com as áreas habitadas e a frequência com que elas entram nas casas, em busca de alimento e proteção, escondendo-se em roupas, sapatos e lugares escuros.

As armadeiras são responsáveis por 42% das picadas de aranha registradas no Brasil. Não por acaso, a espécie Phoneutria nigriventer é a que causa a maioria das intoxicações por veneno aracnídeo, justamente por ser comum na região sudeste, a mais populosa do país.

Além da dor intensa o veneno da armadeira, em homens, pode causar dolorosas ereções. Essas ereções podem durar horas e levar à impotência. Atualmente, um componente da toxina vem sendo estudado para uso no tratamento de disfunções eréteis.


Apesar da potência da toxina, raramente ocorrem casos graves de intoxicação em humanos, mesmo assim, para crianças com menos de seis anos e idosos, a picada de uma armadeira pode representar risco considerável de morte.



ALÉM dos MUROS



Equilíbrio é tudo aquilo que consegue harmonizar os opostos e essa harmonia é basicamente resultado de uma consciência que ilumina tanto para dentro, quanto para fora da pessoa. Consciência que ilumina para dentro é a lucidez que leva uma pessoa a compreender-se a si mesma, com todas as suas possibilidades e impossibilidades, aquilo que espera do mundo e de si mesma e aquilo que tem ou não capacidade para realizar; e consciência que ilumina para fora é a lucidez que faz a pessoa compreender o mundo exterior, o pensamento das outras pessoas, de que maneira o mundo reage diante da multiplicidade de solicitações, o que é tolerável e aceito pelo mundo, pelas pessoas com quem ela convive e pelo tempo e lugar em que ela vive.


A pessoa iluminada é aquela que acende, de fato, no seu interior uma luz que não se apaga, mas deixa transparecer essa claridade no exterior demonstrando capacidade em conduzir sua vida sem atritos. Para isso, a pessoa não necessita, nem mesmo, ser um religioso ou místico, basta apenas ter a consciência expandida no nível da completa lucidez, mas para alcançar esse grau de consciência é preciso começar o processo cultivando a quietude, que se expressa em níveis diferentes de qualidade.

Se quietude para uma pessoa, significa manter a calma quando, por exemplo, alguém lhe dirige uma palavra de falsidade ou um gesto descortês que a deixa abalada internamente, a quietude será algo muito mais sutil, a ponto desse mesmo gesto não lhe causar qualquer aborrecimento. Mas se a pessoa continuar avançando na sua prática, mais alto e sutil será o nível de qualidade da quietude que alcançará até chegar a um estágio em que passa a compreender aquele gesto hostil, considerando o contexto e a circunstância em que foi praticado.

Prosseguindo com a meditação, a pessoa subirá de nível e finalmente alcançará o estágio de consciência em que enxerga aquele gesto como uma expressão do universo que tem manifestações distintas, dependendo da característica de cada pessoa. A pessoa percebe que está alcançando degraus cada vez mais altos de quietude, que ela vai galgando na medida em que se mantém com constância no Caminho. A pessoa muda de nível porque a própria quietude também muda de qualidade e assim o praticante vai ampliando sua lucidez e passando a enxergar um universo cada vez maior, que existe ‘do outro lado do muro’.

Quando o muro deixa de existir, o Mistério é revelado.


A vida se apresenta como se estivesse cercada por um muro que impede as pessoas de conhecerem o que existe do outro lado. Na medida em que amplia o nível de sua consciência, no entanto, a pessoa vai derrubando aos poucos essa barreira e começa a enxergar cada vez mais longe.

Os muros são infinitos, cada vez mais sutis, de uma dimensão cada vez maior e colocados um atrás do outro; assim, conforme um praticante da meditação do silêncio vai entrando em experiências místicas mais profundas, seus muros vão sendo retirados e aparecendo outros mais sutis, num universo que se amplia infinitamente. É nesse universo ampliado que o Mistério se revela, aos poucos, porque se Mistério é tudo aquilo que está ‘do outro lado do muro’, quando o muro deixa de existir, o Mistério é revelado. Com isso, a pessoa começa a ter contato com um universo cada vez mais amplo e sua compreensão vai se ampliando também, até alcançar o estado da Absoluta Iluminação.

A busca da restauração da lucidez interior.

Quem chega a esse estágio de lucidez passa a agir com um grau de consciência mais elevado, que a levará ao equilíbrio e harmonia na convivência de ‘eu comigo mesmo’, ‘eu com os outros’ e ‘os outros comigo’. A harmonia interior gera menos atritos. Se toda a humanidade conseguir diminuir os atritos que surgem na convivência entre as pessoas, haverá mais afeto e paz no mundo. Mas, para chegar a esse ponto, é preciso, primeiro, expandir a consciência para restaurar a lucidez interior. 

Para encontrar a lucidez interior, até chegar à infinitude, precisamos começar cultivando a quietude interior.

Da mesma forma que a alma de uma pessoa está aprisionada dentro do seu corpo, a consciência de cada pessoa está aprisionada dentro de um mundo de impermanência, incerteza e ignorância. Para romper essa barreira e conseguir encontrar a lucidez interior, que vai permitir a ela enxergar o que está além da fronteira da vida e da morte, até chegar à infinitude, ela precisa começar cultivando a quietude interior.

Câmara dos EUA aprova fim de apoio a energia renovável

Obama e seu Senado Democrata
Será difícil a lei ser aprovada pelo Senado, onde o 
Partido Democrata, do presidente Barack Obama, tem maioria

A Câmara dos Estados Unidos aprovou hoje, com 219 votos a favor e 196 contra, um projeto de lei que retira o apoio federal a fontes de energia renováveis e aumenta os recursos parapesquisas sobre tecnologias que usam combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás). Será difícil a lei ser aprovada pelo Senado, onde o Partido Democrata, do presidente Barack Obama, tem maioria. A Câmara é controlada pelo Partido Republicano.

O projeto aprovado pela Câmara reduz os investimentos empesquisa sobre energia solar e para programas de promoção de eficiência no uso da energia e corta as garantias de crédito para projetos de energia renovável. Ele aumenta os recursos para pesquisas sobre tecnologia para captura de emissões de carbono de usinas termelétricas a carvão e para a construção de um depósito de lixo nuclear na montanha Yucca, em Nevada, projeto que há anos é objeto de críticas por parte dos ambientalistas.

Anteontem, a Câmara já havia aprovado um projeto que limita a autoridade da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês). De acordo com esse projeto, a EPA não poderá mais vetar a concessão de permissões para projetos de mineração de carvão, nem impor padrões de poluição da água aos governos estaduais. O presidente Obama já disse que deverá vetar esse projeto. As informações são da Dow Jones

Clickarvore - Portal SOS Mata Atlântica


Edital Click Arvore para restauração de áreas

O Clickarvore está cadastrando proprietários rurais, empresas e órgãos governamentais interessados em restaurar e manter áreas de preservação permanente em suas propriedades.

O novo Clickarvore apoiará projetos de restauração de áreas de 1,5 a 30 hectares, por meio da doação de mudas, patrocinadas pelas empresas parceiras do programa.

Podem concorrer projetos de proprietários rurais; pessoas físicas ou jurídicas; associações, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), Organização Não Governamental (ONG) ambientalista e de proprietários de terras sem fins lucrativos, interessados em restaurar e manter em suas propriedades áreas de preservação permanente com extensão de 1,5 a 30 hectares. Os projetos devem ter por objetivo a restauração florestal e contemplar:

- Conservação da biodiversidade regional;
- Proteção dos Recursos Hídricos;
- Conectividade de fragmentos florestais;
- Proximidade de Unidades de Conservação.

Se você está interessado em receber doações de mudas do Clickarvore, clique aqui e baixe o edital com informações detalhadas sobre o programa e instruções sobre como inscrever o seu projeto.

O primeiro edital de 2011, para a seleção de áreas de plantio desta nova fase do Programa Clickarvore receberá propostas até 20/09/2011 e compreende as regiões de Oeste de SP, Sudoeste e Leste de MS, Norte Central e Noroeste do PR, Rio de Janeiro e Sul da Bahia.

Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou do 1º Fórum de Secretários do Meio Ambiente da região amazônica

Fórum de Secretários do Meio Ambiente da região amazônica é instituído em Cuiabá


Para estabelecer uma agenda conjunta e promover o desenvolvimento da região amazônica de forma sustentável, foi instituído nesta segunda-feira (18/7), em Cuiabá (MT), o Fórum dos Secretários de Estado do Meio Ambiente da Amazônia Legal.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou desta primeira reunião do Fórum, e disse que é fundamental promover o desenvolvimento sustentável no País, pois o Brasil é protagonista em discussões internacionais que tratam de temas como biodivesidade, mudanças climáticas e segurança energética, hídrica e alimentar.

"Nesses cinco assuntos que estão sendo debatidos na agenda internacional, o País tem sido protagonista devido a seus recursos naturais. Precisamos mudar o modelo de desenvolvimento o quanto antes e incluir a sustentabilidade nas estratégias de planejamento. O passado já mostrou que quem não planejou anteriormente, hoje está pagando um preço alto. O Zoneamento Agroecológico e Econômico é um exemplo e uma opção de modelo sustentável", afirmou.

Izabella informou que, segundo estimativas do MMA, existem hoje, no Brasil, entre 40 e 45 milhões de hectares de áreas degradadas que podem ser convertidas para a expansão das fronteiras agrícolas, sem que para isso seja necessário derrubar mais nenhuma árvore.

O objetivo central do Fórum dos Secretários é reduzir as taxas de queimadas e desmatamento, promover a consolidação do mecanismo REDD+ (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Ambiental) e de benefícios socioeconômicos para os povos amazônicos.

A Amazônia Legal é composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão, Mato Grosso e Tocantins.

Fonte: MMA

Países caçadores de baleias recusam-se a votar em favor da criação de santuário no Atlântico Sul




CBI possui 89 membros entre defensores e caçadores de baleias 

A votação para criação de um santuário destinado a cetáceos no Atlântico Sul foi recusada pelos países caçadores de baleia, liderado pelo Japão, nesta quinta-feira, 14 de julho, último dia da sessão anual da Comissão Baleeira Internacional (CBI).

A iniciativa proposta pela Argentina e pelo Brasil provocou novos temores de tensões. Os delegados japoneses, seguidos pelos islandeses e por vários países africanos e caribenhos, abandonaram a sala de negociação quando o presidente propôs a votação. As negociações prosseguiam a portas fechadas.

CBI

A CBI, única instituição de gestão dos grandes cetáceos, prefere adotar as medidas por consenso para tentar superar as enormes divergências entre os países protetores de baleias e os caçadores (Japão, Noruega, Islândia e seus aliados).

Argentina e Brasil, dois dos 89 membros da comissão, solicitaram a votação da proposta de instaurar um santuário para impedir a caça comercial no Atlântico sul, uma medida mais simbólica que efetiva devido à moratória internacional em vigor sobre a prática.

Durante as discussões o comissário adjunto da delegação japonesa, Joji Morishita, alegou que pensou que “uma votação teria um efeito bastante negativo no bom ambiente que conseguimos criar nesta organização", mas afirmou compreender a importância da proposta. Morishita ainda disse que as delegações dos países caçadores abandonariam a sala para impedir o quórum necessário (45 países) para proceder a votação.

"Não acredito que se acontecesse uma votação isto seria o fim da Comissão Baleeira", defendeu o representante do Brasil, Marcus Paranaguá, que recordou que a proposta do santuário está sobre a mesa desde 2001.

Riscos para cetáceos

A CBI discutiu na segunda-feira, 11 de julho, a problemática dos lixos plásticos na superfície dos oceanos como uma ameaça para as baleias e os golfinhos.

No ano de 1999, uma baleia da espécie Cuvier encalhou com 33kg de plástico no corpo na cidade de Biscarrosse, na França. Outro fato marcante foi registrado em 2008, onde foram encontrados 134 tipos de redes nos estômagos de duas baleias da espécie Cachalote, encalhadas no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos.

"A ameaça dos dejetos de plástico para inúmeros animais marinhos foi estabelecida há tempos, mas a ameaça para as baleias e os golfinhos é menos clara", analisou o autor, Mark Simmonds, cientista-chefe da Sociedade para a Conservação dos Golfinhos e Baleias (WDCS, na sigla em inglês). "Mas já foi estabelecido que esses dejetos podem causar danos aos animais, seja porque os ingerem ou porque ficam enredados neles", concluiu.


Fontes:
AFP
Redação EcoD

Nos Estados Unidos, 2,7 milhões de 'empregos verdes'


Pela primeira vez, o número de vagas nos setores da economia de baixo carbono, incluindo energias renováveis, tratamento de resíduos e agricultura orgânica, ultrapassou os postos de trabalho da indústria dos combustíveis fósseis

Durante sua campanha para a eleição de 2008, o então candidato Barack Obama levantou a bandeira da economia de baixo carbono como uma forma de tirar os Estados Unidos da recessão e gerar milhares de novos empregos. Agora, parece que finalmente Obama poderá apresentar números que comprovam que essa aposta estava correta.

O relatório "Sizing the Clean Economy” (“Medindo a Economia Limpa”), divulgado nesta quarta-feira (12), pelo The Brookings Institute e pelo Battelle, duas das maiores instituições de pesquisas independentes do planeta, demonstrou que 2,7 milhões de pessoas estão trabalhando em empresas da chamada economia limpa nos Estados Unidos, um número superior aos 2,4 milhões registrados pela indústria dos combustíveis fósseis. 

“Mesmo com o país em recessão, setores como energia eólica, fotovoltaica e smart grid (rede inteligente) dobraram ou triplicaram na última década. A tendência é que cresçam ainda mais”, afirma Mark Muro, diretor de políticas do Brookings Institute. 

Para chegar a esse número, os pesquisadores consideraram que economia limpa diz respeito a todas as atividades que buscam melhorar os impactos da indústria tradicional no meio ambiente. Assim, foram incluídas como parte desse grupo empresas de agricultura orgânica, eficiência energética, energias renováveis, células de combustíveis, tratamento de resíduos entre outras.

“Nosso relatório tem o objetivo de apresentar a real importância da economia de baixo carbono. Até hoje, a falta de padrões e dados estatísticos sobre ela sempre foi um problema para determinar seu tamanho, crescimento e contexto. Esperamos ajudar a trazer à tona os números e a relevância desse setor”, explicou Muro.

Um dos destaques levantados pelos pesquisadores é que cerca de 26% dos empregos na economia limpa estão na manufatura, o que é apontado como um sinal de solidez e estabilidade. Para se ter idéia, essa porcentagem não passa dos 9% na economia tradicional.

Além disso, outra vantagem das empresas de baixo carbono é que elas são altamente ligadas à exportação. Cada empregado do setor exporta praticamente o dobro (US$ 20 mil) em produtos e serviços do que o funcionário de empresas tradicionais (US$ 10 mil).

Os salários também são mais altos, pagando até 13% a mais do que a média norte-americana. A maioria das vagas é ocupada por pessoas com algum treinamento prático, mas sem necessariamente terem uma formação mais aprofundada. Isto significa que novos funcionários podem ser recrutados de maneira rápida, o que torna o setor ágil e versátil.

Os empregos da economia limpa estão geralmente localizados em áreas metropolitanas, com 64% de todos os postos de trabalho e 75% das novas vagas estando dentro das 100 maiores cidades dos Estados Unidos.

Recomendações

O "Sizing the Clean Economy” deixa claro que é preciso que o governo reconheça a importância desse setor e faça sua parte, fornecendo condições para que a iniciativa privada possa crescer.

Para os pesquisadores, se o Congresso e o governo federal aprovassem medidas como a precificação do carbono ou padrões de qualidade para a geração de energia, isto faria que o crescimento da economia limpa disparasse no país. Se essas ações estão fora de questão, o governo deveria ao menos fornecer facilidades e incentivos com relação a impostos e financiamentos. 

Os estados também têm muito a lucrar se atraírem para seus territórios empresas de tecnologias limpas. A criação de aglomerados de empreendimentos, no estilo do “Vale do Silício”, ajudaria o desenvolvimento sustentável de diversas regiões hoje empobrecidas.

“Trata-se de uma grande oportunidade para cidades e estados que no momento não atravessam uma boa situação financeira. Atrair empresas de baixo carbono é garantir empregos de qualidade e novas divisas. É preciso perceber que a hora de investir é agora, pois esse é o momento de desenvolver as bases que vão garantir uma posição de destaque no cenário internacional nos próximos anos”, conclui Muro.

O Brasil não conta com levantamentos semelhantes, mas apenas os investimentos em energia renovável chegaram aos US$ 7 bilhões ano passado. O governo deve trabalhar com Universidades e com a iniciativa privada para que em breve também possamos comemorar os milhões de empregos em tecnologias limpas.



Imagem: The Brookings Institute/Battelle
Fonte: Carbono Brasil

Projeto Costões e Lagunas, se aprovado, dará ao país o segundo geoparque das Américas e o 78º do mundo


Geoparque de Araripe foi criado em 2006, no Ceará

O governo do Rio de Janeiro vai pleitear junto a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) a criação do Geoparque Costões e Lagunas, que abrangerá 15 municípios do litoral fluminense, de Maricá, na região metropolitana, até São João da Barra, no norte fluminense.

O projeto, se aprovado, dará ao país o segundo geoparque das Américas e o 78º do mundo. O Geoparque de Araripe foi criado em 2006, no Ceará. Os estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul também já apresentaram propostas e pleiteiam o selo, que garante reconhecimento mundial, por meio de uma rede global, estimulando o turismo científico e cultural.

O projeto será apresentado à Unesco em setembro, e a chancela, se concedida, vai ser feita em um prazo de seis meses a um ano, como explicou à Agência Brasil a diretora de Mineração e Meio Ambiente do Departamento de Recursos Minerais (DRM) do estado, Débora Toci.

“O fundamental da iniciativa na Unesco é a demonstração de que há toda uma preocupação ambiental, mas inserida também na própria população de que preservar os pontos de interesse, sejam geológicos ou históricos, é bom para ela mesma. Desde a importância da biodiversidade que a região tem, passando pela relevância de sua geologia, arqueologia até a relevância histórica”, destacou Toci.

Segundo informações do governo do estado, a sede do geoparque ficará na Fazenda Campos Novos, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde também está prevista a construção de um museu para reunir objetos e documentos que relatem a história e a relevância científica dos 104 sítios já mapeados.

A Unesco define um geoparque como "um território de limites bem definidos com uma área suficientemente grande para servir de apoio ao desenvolvimento socioeconômico local". Deve abranger um determinado número de sítios geológicos de relevo ou um mosaico de entidades geológicas de especial importância científica, raridade e beleza, que seja representativa de uma região e da sua história geológica, eventos e processos. Poderá possuir não só significado geológico, mas também ao nível da ecologia, arqueologia, história e cultura.


Fontes: 
Agência Brasil
EcoD 

Na revista Science, estudo afirma que as florestas absorvem até um terço das emissões mundiais




Segundo publicado, as árvores sequestram quatro bilhões de toneladas de dióxido de carbono ao ano.

 Porém o desmatamento faz com que quase três bilhões de toneladas sejam devolvidas para a atmosfera


O papel das florestas mundiais como mitigadoras do aquecimento global acaba de ganhar um grande reforço com o que está sendo considerado o “mais abrangente relatório sobre a capacidade de absorção de dióxido de carbono (CO2) das árvores já publicado”.



Divulgado na edição desta quinta-feira (14) da revista Science por um grupo internacional de cientistas, a pesquisa “A Large and Persistent Carbon Sink in the World’s Forests” aponta que as florestas são responsáveis por absorver até um terço das emissões de gases do efeito estufa causadas pelo homem. 
“Nosso trabalho coloca as florestas em um nível ainda mais alto de importância para regular a presença de CO2 na atmosfera. Se continuarmos devastando áreas de vegetação, estaremos perdendo uma grande ajuda para minimizar o aquecimento global”, explicou Josep Canadell, presidente do Projeto Global de Carbono da Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth.

Cientistas sempre tiveram dificuldade em medir exatamente quanto CO2 as florestas absorvem e quanto liberam em caso de desmatamento. Para conseguir achar essas respostas, um grupo de pesquisadores de diversas instituições internacionais e universidades combinou dados de inventários florestais, modelos climáticos e imagens de satélites para traçar o real papel das florestas durante o período entre 1990 e 2007.

Com esse método, calcularam que as árvores sequestram quase quatro bilhões de toneladas de carbono por ano. Infelizmente, 2,9 bilhões de toneladas acabam voltando à atmosfera por causa do desmatamento, o equivalente a 25% do total das emissões mundiais. Isso agrava ainda mais as previsões que afirmavam até hoje que a destruição das florestas seria responsável por algo entre 12% a 20% das emissões.

“Os resultados são inesperados e incríveis. Se conseguíssemos parar totalmente a devastação das florestas, seria possível remover da atmosfera quase 50% das emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis”, afirmou Canadell à AFP.

REDD

Uma das grandes surpresas da pesquisa foi a percepção de que florestas jovens, ou seja, áreas restauradas ou plantadas, na região dos trópicos, são ainda melhores para absorver CO2, sendo responsáveis por reter mais de 6 bilhões de toneladas durante os 17 anos observados. Isso equivale às emissões anuais dos Estados Unidos.

“Este é um dado muito importante para esquemas de reflorestamento e preservação, como a redução de emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD)”, salienta Canadell.
Porém, o estudo deixa claro que basear a estratégia de combate ao aquecimento global apenas no sequestro biológico seria um risco, uma vez que secas e incêndios podem causar a liberação de bilhões de toneladas de CO2 em pouquíssimo tempo.

“De qualquer forma, é fundamental que entendamos como funcionam e o que representam as florestas para o clima do planeta. Assim, teremos como planejar melhor ações de mitigação ao aquecimento global”, concluiu Werner Kurz, do Serviço Florestal do Canadá.

Dúvidas

Como nada é simples, vem da revista Nature um outro estudo que questiona a real importância do sequestro de CO2 realizado pelas florestas.

Com o título de “Increased soil emissions of potent greenhouse gases under increased atmospheric CO2”, a pesquisa afirma que quanto mais dióxido de carbono é absorvido pelas árvores, maiores são as emissões de outros gases, como metano e óxido nitroso, do solo para atmosfera.
Assim, o papel das florestas para mitigar o aquecimento global ainda seria importante, mas deveria ser reduzido a cerca de 20% do que é acreditado atualmente.

“Plantas capturam CO2 da atmosfera, mas no processo estimulam a proliferação e a atividade de microrganismos  que emitem gases ainda mais perigosos para acelerar a temperatura média do planeta”, explica Craig Osenberg, da Universidade da Flórida.

Segundo os autores, preservar e reflorestar continua sendo importante, até porque são atividades que levam a outros benefícios para os ecossistemas. Porém, se a intenção é combater às mudanças climáticas, o ideal seria reduzir as fontes de emissão.

“É muito mais eficiente e urgente que seja evitada ao máximo a queima de combustíveis fósseis. Não podemos ficar sentados esperando que a natureza limpe a nossa sujeira”, resumiu Bruce Hungate, da Universidade do Arizona.

O professor e o rio, "Tudo começou com um passeio de 500km a remo pelo Velho Chico"


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O professor de biologia Wellington Magalhães soube da greve de fome do bispo Dom Luis Cappio em defesa do rio São Francisco, em meados de 2006, na mesma hora decidiu fazer algo pela causa. Assim, Magalhães foi até o oeste da Bahia e percorreu um trecho de 500km do São Francisco de caiaque. De volta à Salvador, o professor decidiu abandonar 20 anos de carreira para se dedicar à defesa do rio. Hoje, à frente da Associação Velho Chico, desenvolve ações de educação ambiental e ajuda a conscientizar a todos da importância dos maiores cursos d’água da América Latina.

Como surgiu a ideia do projeto

Quando Dom Luiz Cappio utilizou como estratégia de luta a greve de fome em 2006, assumindo publicamente sua posição contraria ao projeto do governo federal da transposição das águas do Velho Chico, meus alunos e outros professores ficaram curiosos para entender como estava realmente as condições ambientais e sociais do rio São Francisco e do povo ribeirinho. Nesta ocasião sentir um forte apelo interior para ir ao oeste da Bahia conhecer de perto as condições do rio e do seu povo.

Por ter tido a oportunidade de viver o período da infância e adolescência em uma cidade que trazia no seu cotidiano uma estrutura social de baixo índice de violência e muita área verde preservada, consequentemente a pratica de esporte foi uma constante em minha vida. Resolvi então descer o rio em uma caiaque, num percurso de aproximadamente 500km, onde vi muita degradação ambiental e social. Então, prometi a São Francisco de Assis que quando chagasse a Salvador faria uma mobilização na cidade para a defesa do Velho Chico.

O professor abril mão da sala de aula para defender o rio

Deixou pra trás, anos de profissão para cuidar do São Francisco

Foi uma decisão muito difícil, pois envolvia toda a segurança financeira de minha família, além de 20 anos de emprego em duas grandes escolas de Salvador. Mas depois de muitas reuniões com minha esposa e meus dois filhos, na época 12 e oito anos, decidir transformar a campanha em uma ação mais organizada fundando então a Associação Cultural e Socioambiental Velho Chico (ACSVC).

Outro fator que contribui também foi a falta de projetos sérios nas escolas que possibilitassem a ação concreta, que interferisse realmente na esfera social e ambiental. Penso que a educação precisa passar verdadeiramente por uma grande reforma onde a teoria ande de mãos dadas com a prática. E creio que hoje eu consigo conciliar melhor estas duas realidades.

A vida desde então tem sido muito difícil, mas ao mesmo tempo extremamente prazerosa, onde a esperança tem sido uma bandeira constante a frente do nosso projeto. A adesão das pessoas à proposta é sempre positiva e torna tanto trabalho em algo muito suave, nos enchendo de esperança quanto ao futuro da associação e do planeta. A maior dificuldade é conscientizar as pessoas que pequenas ações fazem a diferença em uma grande escala, sobretudo quando se trata de um projeto ambiental

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Logo no início do projeto, em 2007, foram distribuídas mais de 550 cestas básicas 
para a população carente da cidade ribeirinha de Bom Jesus da Lapa


Pela educação ambiental

Ter tido a honra de conhecer lugares lindos lá pelos anos 1970 e 1980, inclusive o rio São Francisco, onde vi pela primeira vez uma onça pintada solta na mata, foi encantador.

E hoje encontrar praias e rios literalmente destruídos faz com que não dê para ficar parado sem fazer nada. E o mais triste desta realidade é constatar que quem mais destruiu nossa fauna e flora foram as pessoas que estudaram e acabaram patrocinando, em nome do consumismo, a destruição das floresta e mares nos grandes centros urbanos e no interior. Acho que como pai, eu tenho que fazer a minha parte pelo mundo. E a educação, em parceria com a ação, é uma ferramenta poderosa em busca de mudanças.

O rio São Francisco e realizações através do projeto.

Pelo menos uma vez por ano vou à região oeste da Bahia para olhar e sentir as águas do Velho Chico no corpo. É uma forma de alimentar minha relação amorosa com ele e sua defesa.

Através da mobilização de 24 instituições educacionais (com a participação de um público de mais de 35 mil pessoas entre docentes, discentes e colaboradores), da Pastoral da Comunicação (PASCOM), de empresas privadas e do Programa Chão e Paz transmitido pela TVE/Bahia, a Associação contribuiu para a melhoria da qualidade de vida dos ribeirinhos e para a bacia hidrográfica do Rio São Francisco (região oeste da Bahia) com as seguintes ações:

Em 2007 foram doadas, com o apoio da Diocese, 550 cestas básicas para a população carente da cidade ribeirinha de Bom Jesus da Lapa. Em 2008 foram entregues, na cidade de Barra, a D. Luiz Cappio, 7 mil mudas de árvores nativas, plantadas às margens do Rio São Francisco pelos alunos da cidade. Em 2009, ainda na cidade de Barra, foram doadas a D.Luiz Cappio e ao então prefeito Arthur Silva 15 mil mudas nativas também plantadas às margens do Velho Chico pelos alunos. Nesse mesmo ano, foi realizada uma excursão com 50 crianças carentes da região, filhas de trabalhadores rurais, que passaram um final de semana em Salvador, conheceram pontos culturais da cidade e tiveram a oportunidade de realizar o sonho de conhecer o mar.

O grupo também realiza o plantio de mudas nativas nas margens do São Francisco. 

Mais de 50 mil árvores já foram plantadas na região
graças ao trabalho do professor Magalhães

Em 2010 foram entregues à Secretaria de Meio Ambiente, da cidade de Santa Maria da Vitória, mais de 15 mil mudas de árvores frutíferas, que no futuro contribuirão para a economia local (na geração de renda), através da criação de cooperativas que beneficiarão a fruta (sucos, polpas, doces, licores e cocadas). Dentre as árvores, destaca-se o cajueiro, do qual se pode extrair a castanha (fonte de energia renovável), matéria-prima para a geração do biodiesel (Projeto do Governo Federal).

Para 2011, além do plantio de mais 15 mil árvores (para a mata nativa e ciliar da bacia hidrográfica do Rio São Francisco nas cidades de Ibotirama e Xique-Xique), a meta principal é implantar o Projeto de Educação Ambiental e Coleta Seletiva nas instituições de ensino, empresas e comunidades. O objetivo é recolher resíduos, que serão geradores de recursos, e os valores provenientes da reciclagem serão destinados à manutenção das atividades de caráter socioambientais da ACSVC e do Viveiro São Francisco de Assis.

Mais gratificante e a mais difícil nessa missão

Ser reconhecido pelas crianças como o tio Velho Chico, o professor que defende a natureza. E a mais difícil é ainda precisar do apoio financeiro de minha família, esposa e minha mãe para tocar a vida pessoal. Mas sabemos que uma questão de tempo.

Outra dificuldade é saber que alguns empresários fazem questão dos sacos de lixo, que precisamos utilizar para realizar a coleta nos restaurantes. Esta falta de consciência ambiental somada à usura dos centavos me deixa muito triste.


Outra etapa fundamental do trabalho de Wellington é a educação ambiental em sala de aula. 

"A educação, em parceria com a ação, é uma ferramenta poderosa em busca de mudanças"

Constatar a alegria dos alunos em plantar as árvores nas margens do rio e saber que este projeto acontece por causa da confiança e da participação dos alunos das escolas. Creio também que estou fazendo um trabalho social e ambiental, que no fim esta evangelizando.
Maior sonho

Transformar a associação em uma entidade sólida financeiramente e ser uma referência de organização, honestidade e amor à natureza e a Deus

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