segunda-feira, 27 de junho de 2011

Google lidera ações sustentáveis

 
A empresa Google afirma estar trabalhando para atualizar sua infra-estrutura de transporte verde e aumentar sua frota de EVs.  
Ao longo dos últimos anos, várias tecnologias inovadoras de veículos elétricos (EV) surgiram no mercado. Como resultado, eles têm desenvolvido a maior infraestrutura corporativa de carregamento de carros elétricos do país, adicionando à frota atual mais de 30 veículos plug-in ao Gfleet, nome dado ao serviço de partilha de automóvel entre os funcionários da empresa (Googlers), que recebem carga gratuita. 
A empresa acrescentou os carros Nissan Leafs e Chevy Volts à frota existente, que são utilizados em suas atividades diárias. Como explicado no blog oficial, não havia veículos elétricos no mercado quando o Google lançou sua iniciativa de sustentabilidade “RechargeIT” em 2007, quando adquiriu o Toyota Prius e o Ford Escapes e os adaptaram com baterias A123 Hymotion para criar sua própria mini frota de híbridos. 
A empresa agora oferece mais de 200 carregadores para veículos elétricos em Mountain View, Califórnia, no complexo Google e tem planos para adicionar mais 250 em breve. O objetivo é “eletrificar” 5% dos seus espaços de estacionamento. A empresa tem cerca de 23 mil funcionários, e a maioria deles estacionam no Googleplex. O sistema expandido de recarga já ajudou vários Googlers a decidir comprar EVs próprios. 
Eles calculam que estejam tirando das ruas, o equivalente a dois mil carros a cada dia por causa do programa de carregamento, Gfleet e o transporte empregado. A empresa afirma que ao apoiar novas tecnologias de transporte verde, estão capacitando os funcionários a serem verdes e fazendo sua parte ao ajudar a estimular o crescimento desta indústria.



Fonte Ciclo Vivo 

Rastreador de bovinos Ecoboi, ajudará a fiscalizar desmatamento na Amazônia e Cerrado

O Ecoboi vai permitir que criadores, compradores de carne e governos possam ter certeza que determinado rebanho não passou por terrenos ilegais. 

A Globalstar está desenvolvendo um sistema que vai contribuir para diminuir a destruição de biomas sensíveis como a Amazônia e o Cerrado brasileiro. Trata-se de um brinco capaz de rastrear, via satélite, os movimentos de animais como bois e búfalos, entre outros. Hoje, sem controle adequado, é comum a pastagem em áreas de preservação.

Batizado de EcoBoi, o produto vai permitir que criadores, compradores de carne (frigoríficos e supermercados, por exemplo) e governos possam ter certeza que determinado rebanho não passou por terrenos ilegais.

Outra vantagem é a melhoria da segurança sanitária. Constantemente o Brasil sofre com embargos internacionais por conta de focos de doenças como a febre aftosa. Entretanto, como não existe um monitoramento efetivo e seguro dos animais, todos os criadores de um determinado Estado ou região são prejudicados. Com os dados gerados pelo EcoBoi o pecuarista poderá provar que seu rebanho não teve contato com as áreas foco da doença.

O Brasil é o segundo maior produtor de proteína animal do planeta e o aprimoramento da rastreabilidade dos processos produtivos é uma tendência cada vez mais forte. Além disso, com o consumo em alta, aumentam as pressões para o desenvolvimento de novas fronteiras, porém, sem a degradação de áreas protegidas. “O EcoBoi nasce para atender a estas e outras demandas”, explica a responsável pelo projeto, Debbie Hirst.

Pesando cerca de 113 gramas, o brinco é totalmente compatível com o bem estar do animal.

A solução é constituída de hardware e software. Os sinais são captados pelos satélites da Globalstare encaminhados para os centros de processamento terrestres; aqui no Brasil existem três.

O software interpreta as informações e as disponibiliza na internet. A visualização é simples e não requer profundos conhecimentos técnicos, já que é utilizada a base cartográfica do Google Maps.  
O produto pode ser programado para criar cercas eletrônicas virtuais. Ou seja, caso o animal entre em um local proibido para pastagem, o produtor e os órgãos de fiscalização governamentais recebem um aviso. Dessa forma, é possível combater o desmatamento no momento em que ele ocorre.

“O monitoramento dos animais, sejam de produção ou silvestres, é uma questão fundamental para aprimorar as ações de proteção ao meio ambiente”, afirmou o Capitão da Polícia Militar Ambiental de São Paulo, Marcelo Robis Francisco Nassaro, em recente palestra proferida no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP. 
Comparado com os sistemas eletrônicos de monitoramento disponíveis, o EcoBoi é revolucionário porque é o único a usar comunicação via satélite. “Além disso, o próprio produtor pode operar o sistema, não necessitando de empresas especializadas. Outra vantagem é a utilização do brinco como sistema único de informações, já que é possível incorporar diversos dados como vacinações, parentescos, idade, entre outros”, diz Debbie. 
O preço do brinco ainda não está definido. O custo mensal para a transmissão está estimado em, aproximadamente, R$ 10,00 por equipamento. Algumas implementações no sistema ainda estão em andamento e a comercialização em larga escala começará em alguns meses.

Fonte: Ciclo Vivo

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