sábado, 17 de setembro de 2011

Ilha de Toquelau - 93% de energia solar e o restante com óleo de côco.



O governo da Nova Zelândia anunciou que pretende substituir a atual fonte energética da ilha de Tokelau, na Polinésia, por 93% de energia solar e o restante com óleo de coco. As alternativas renováveis devem ser implantadas até 2012.

Tokelau é um pequeno território da Polinésia, sob administração da Nova Zelândia, que corresponde às ilhas do mesmo nome, também conhecidas como Ilhas da União.

Para a combinação desse novo sistema, serão instaladas baterias que irão armazenar energia durante o dia para que possa ser usada à noite. A proposta concede duas exceções, os veículos motorizados e alguns equipamentos de cozinha poderão utilizar combustível fóssil.

A medida foi anunciada pelo líder de Tokelau, Foua Toloa, e irá minimizar o impacto ambiental em um local em que o nível do oceano tem grande possibilidade de aumentar devido ao aquecimento global. A decisão se caracteriza como um grande passo na busca e no incentivo de fontes de energia limpa. A pequena ilha está localizada no Pacífico Sul, onde há somente 1.500 habitantes, e seu ponto mais alto está apenas há cinco metros acima do solo, o que o torna muito vulnerável. 

Atualmente, a ilha utiliza 200 litros de combustível diariamente, isto inclui querosene, gasolina e gás natural. Com as células solares fotovoltaicas instaladas, os combustíveis fósseis não serão mais problema. Como este tipo de energia é dependente das condições climáticas, será implantado também um gerador específico para transformar o óleo de coco em energia e assim recarregar as baterias. 

A primeira ilha do mundo a ser alimentada apenas por energia renovável está localizada na Dinamarca e é duas vezes maior que Manhattan. Sua principal fonte enérgica são as turbinas eólicas. 




Folha
News Scientist
CicloVivo

40 anos de Greenpeace e vídeo exclusivo



Filie-se
Pare Angra 3
Olá, ciberativista
Amanhã, o Greenpeace comemora 40 anos de vida. Foi no dia 15 de setembro de 1971 que um pequeno grupo de pessoas zarpou de Vancouver, no Canadá, numa traineira caindo aos pedaços e com uma ideia maluca na cabeça: impedir que os militares americanos detonassem uma bomba nuclear para testes na ilha de Amtchika, arquipélago das Aleutas, no Alaska.
O barco afundou antes de chegar ao seu destino. E o grupo atrapalhou, mas não impediu o teste. O aparente fracasso, no entanto, lançou a semente do que veio a ser a principal organização de defesa do meio ambiente do mundo. O segredo desse sucesso foi o elo que essa viagem de nascimento do Greenpeace estabeleceu entre seus ativistas e milhares de pessoas dispostas a apoiar suas iniciativas em favor da natureza.
É graças a esse elo que o Greenpeace nasceu e cresceu. E é por causa dele que a organização continua mais viva do que nunca. Hoje, o Greenpeace opera com escritórios em 40 países, e suas ações têm o apoio de 11,6 milhões de ciberativistas e quase 3 milhões de doadores espalhados pelo mundo. Por tudo isso, nesse aniversário, você também merece os parabéns.
Afinal de contas, sem sua participação, teria sido impossível completar os primeiros 40 anos dessa jornada. É com ela também que conseguiremos seguir em frente pelas próximas quatro décadas. E se você quiser dar um presente para o Greenpeace nessa data, é muito simples. Clique e assine a petição para manter a exploração petrolífera longe de uma das maiores jóias de biodiversidade do litoral brasileiro, os recifes de corais dos Abrolhos, na Bahia.
Veja o vídeo de 40 anos do Greenpeace, hoje exclusivo para ciberativistas.
Marcelo Furtado

Abraços,
Marcelo Furtado
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Projeto AMA festeja mais de meio milhão de árvores plantadas com planos para muito mais


Meta do programa ambiental do Grupo Petrópolis é plantar 1,1 milhão de mudas até 2013.

O Projeto AMA, programa ambiental do Grupo Petrópolis, terceiro maior do setor cervejeiro no país e produtor das marcas Crystal, Lokal, Itaipava, Black Princess, Petra, Weltenburger, do energético TNT Energy Drink, da vodca Premium Blue Spirit e do Blue Spirit Ice, atingiu a marca de 529.258 mudas de árvores plantadas nas regiões onde possui suas quatro fábricas: Petrópolis (RJ), Teresópolis (RJ), Boituva (SP) e Rondonópolis (MT). O número representa 47,26% da meta de 1,1 milhão de árvores que serão plantadas até 2013.

Para Douglas Costa, gerente de marketing corporativo e relações com o mercado do Grupo Petrópolis, ultrapassar a marca de meio milhão de mudas representa o compromisso da empresa com a meta estipulada no lançamento do programa, que aconteceu em fevereiro de 2010. “É uma demonstração de que levamos a sério a preservação do meio ambiente e pretendemos alcançar a meta o quanto antes. A responsabilidade socioambiental já faz parte do pensamento da empresa”, declara.

Do número total, 247 mil foram plantadas em Teresópolis e outras 242.239 em Petrópolis, cidade sede da primeira fábrica do Grupo. No município de Boituva, em São Paulo, foram 40.119, e em Rondonópolis, no Mato Grosso, o solo já está sendo preparado para o plantio de ao menos 100 mil mudas.

O AMA tem como objetivos o reflorestamento, a conservação de recursos hídricos, a integração e a educação ambiental. Além das 529.258 árvores plantadas, o projeto já conseguiu restaurar e enriquecer mais de 20 milhões de metros quadrados de área de mata atlântica e ajuda a preservar quatro espécies ameaçadas de extinção dentro da flora brasileira: o palmito juçara, a jacarandá da Bahia, a canela preta e o Pinheiro do Paraná.

Costa destaca também o fato de o projeto ser realizado junto com as comunidades locais. Uma das principais ações consiste em organizar trilhas pelas zonas restauradas para que as pessoas, principalmente as crianças, tenham um contato mais próximo com a natureza e saibam por que devem preservá-la. Além disso, o AMA já fechou uma parceria com o Instituto Chico Mendes para promover um projeto de educação ambiental que atenderá aproximadamente 2 mil estudantes a partir do próximo ano.

“Somos conscientes da nossa responsabilidade e por isso assumimos esse compromisso ambiental atuando junto com as comunidades e com instituições de credibilidade. É importante trabalhar em parceria, sobretudo, com as pessoas que vivem no local”, diz Costa. “Além de fazer a nossa parte, queremos também estimular a sociedade a participar disso”, conclui.

Perfil-o projeto AMA – Área de Mobilização Ambiental é desenvolvido nas cidades de Petrópolis (RJ), Teresópolis (RJ), Boituva (SP) e Rondonópolis (MT) com uma série de ações em prol do meio ambiente. Faz parte do projeto o plantio de 1,1 milhão de mudas de árvores nativas até 2013, que junto as áreas de mata preservada, permitirá a retirada de mais de 85 mil toneladas de CO2 da atmosfera e a retenção de aproximadamente 36 bilhões de litros de água por ano e restauração e enriquecimento de mais de 20 milhões de metros quadrados de áreas de mata atlântica. Vale lembrar que até o momento já foram plantadas 529.258 mudas nativas da mata atlântica e do cerrado. Este projeto conta também com trilhas ecológicas e viveiros de mudas. Os objetivos do Projeto AMA envolvem conservação de recursos hídricos, redução dos impactos negativos dos resíduos, preservação da flora, reflorestamento e integração sócio-ambiental por meio da educação. [www.projetoama.com.br].

Perfil do Grupo Petrópolis -Fundado em 1994, o Grupo Petrópolis tem ampliado constantemente a sua participação no mercado brasileiro de bebidas com investimentos na qualidade de seus produtos e em equipamentos com tecnologia de ponta, mão de obra especializada, além da implementação de uma eficiente rede de distribuição.

Havaianas reforçam compromisso com sustentabilidade com seus novos anúncios




Criados pela AlmapBBDO, eles destacam as parcerias com organizações que apoiam causas sócio ambientais

Estreiam em setembro, dois novos anúncios criados pela AlmapBBDO que fazem parte da campanha das Havaianas voltada para a sustentabilidade. A brasilidade e o engajamento da marca são destaque nas peças, que além trazer belezas naturais ao fundo, contam como a compra de sandálias pode ajudar o Instituto IPÊ e a ONG Conservação Internacional.


O anúncio de Havaianas Ipê ilustra a fauna e da flora brasileira e traz imagens dos modelos da sandália — cuja venda terá 7% da verba revertida para o Instituto que preserva as espécies e possui mais de 50 projetos pelo Brasil. Já no de Havaianas e Conservação Internacional, a biodiversidade marinha da região de Abrolhos no litoral Sul da Bahia, protegida pela ONG qualificada como uma das mais eficientes do mundo, serve de estampa. As peças foram criadas por Marcus Sulzbacher, com Direção Geral de Criação de Marcello Serpa.

Fiat investe em conectividade e novos materiais

Paulo Matos, supervisor de projetos de inovação da Fiat: desenvolvimento de materiais a partir de fibras naturais

Para montadora, potencial de inovação no Brasil é grande e inclui ainda motores elétricos e tecnologias ligadas a biocombustíveis.

O Brasil está se tornando cada vez mais importante dentro do processo de inovação da Fiat. A montadora, que iniciou fabricação local em 1976, conta cada vez mais com a operação brasileira para elaborar veículos diferenciados e com características de ponta.

Segundo Paulo Matos, supervisor de projetos de inovação da Fiat no Brasil, atualmente a companhia trabalha no desenvolvimento de grande quantidade de inovações no país, em várias frentes. Uma delas é o desenvolvimento de materiais a partir de fibras naturais. "A diversidade da flora brasileira representa um potencial enorme nessa área", afirma. O executivo pondera, porém, que é preciso ir além da mera tecnologia.

"Há desafios logísticos. Precisamos fazer 3 mil carros por dia. Estudamos a questão tecnológica, mas também nos preocupamos com a cadeia de abastecimento", acrescenta.

Outro item presente na lista das inovações potenciais do Brasil, claro, é o biocombustível, o que inclui ainda alternativas como motores elétricos. "Somos a primeira montadora brasileira a ter uma solução de carro elétrico nacional. Afinal, o Palio Weekend Elétrico foi desenvolvido aqui", diz Matos. "Estamos estudando cada vez mais essa tecnologia e e também a questão dos biocombustíveis", acrescenta.

A eletroeletrônica é outra frente de inovação da Fiat no país. Neste caso, o objetivo da montadora é desenvolver tecnologias que levem mais conectividade a seus carros. "Estamos apostando em todas essas áreas aqui porque acreditamos que o Brasil tem um potencial muito grande para inovar", afirma Matos.

Todas essas tecnologias já estão sendo aplicadas na prática em veículos totalmente desenvolvidos pela empresa no país. Isso é mais evidente nos chamados carros conceito, produtos que funcionam como uma vitrine das pesquisas que a empresa vem conduzindo.

Um exemplo é o Fiat Concept Car II (FCC II), um bugue verde, que foi apresentado ao público em 2008. Trata-se de um veículo elétrico cuja carroceria foi produzida com materiais reforçados por fibras naturais.

Outro caso, este mais recente, é o Fiat Mio. "Ele permitiu que estudássemos questões como redução das emissões de gás carbônico, já que ele também é elétrico, e conectividade", diz Matos. O veículo, que permite integração com celular, foi apresentado no final do ano passado.

Desenvolvimento e pesquisa

A trajetória de inovação da Fiat no Brasil se consolidou com a criação do Pólo de Desenvolvimento Giovanni Agnelli. Inaugurado em 2003, o local é considerado o mais completo centro de desenvolvimento da empresa fora da Itália. Hoje, trabalham lá cerca de mil pessoas. De acordo com Matos, o centro foi fundamental para que a empresa pudesse intensificar a elaboração de inovações no país.

Porém, apesar de ser palco do desenvolvimento de diversas inovações da Fiat, o Brasil não conta com um centro de pesquisa como o que existe em Turim, na Itália, o chamado Centro Ricerche Fiat (CRF).

Por aqui, as pesquisas ocorrem de modo descentralizado e muitas vezes com a ajuda de centros de ensino e pesquisa como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Segundo Matos, a companhia ainda não chegou à conclusão se o modelo de pesquisa adotado no país é a melhor opção para a região ou se vale a pena estabelecer no Brasil um centro nos moldes do CRF italiano.

"Trata-se de algo que ainda estamos discutindo. Não temos uma visão clara sobre essa questão. O fato é que temos a intenção de fazer mais pesquisa no Brasil", afirma o supervisor de inovação da Fiat no Brasil.

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