quarta-feira, 27 de abril de 2011

CESE e CDESl, discutem hoje e amanhã segurança alimentar e desenvolvimento sustentável, Dilma Rousseff, estará presente.

Brasil e União Europeia



               
        
Entre hoje e amanhã, o Comité Económico e Social Europeu (CESE) e o Conselho para o Desenvolvimento Econômico e Social brasileiro vão reunir-se para discutir a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável.
A reunião fará parte do encontro União Europeia – Brasil, uma parceria estratégica criada em 2008 e que se reúne pela quarta vez.
“O objetivo desta parceria é aprofundar a excelente cooperação entre o CESE e o Conselho para o Desenvolvimento Económico e Social brasileiro, [para] percebermos onde é que as visões dos líderes sociais brasileiros e da União Europeia convergem mas também [para identificarmos] oportunidades para [eventuais] parcerias”, explica aqui a União Europeia.
Para perceber a importância desta reunião basta referir que a presidente brasileira, Dilma Rousseff, estará presente, assim como uma delegação de 14 membros europeus e que inclui o presidente do CESE, Staffan Nilsson.
O encontro servirá ainda para que a CESE e os seus parceiros internacionais anunciem as suas recomendações para a conferência que as Nações Unidas irá organizar no Rio de Janeiro já em 2012, aRio + 20.
Para mais informações sobre esta reunião podem contatar diretamente Beatriz Porres –Beatriz.Porres@eesc.europa.eu -, do Comité Económico e Social Europeu.
O CESE é um órgão consultivo da União Europeia manifesta os seus pontos de vista avalizados, através de pareceres, às principais instituições da UE, como a Comissão Europeia, o Conselho Europeu e o Parlamento Europeu.
Uma das suas principais funções é intermediar as instituições da UE e a sociedade civil organizada.

Ecobags podem causar piores danos ao ambiente, segundo relatório de pesquisa

Sacos plásticos são bastante prejudiciais 
ao meio ambiente por Redação EcoD

Relatório da Agência britânica do Meio Ambiente afirmou que o PEAD (polietileno de alta densidade) utilizado nos sacos plásticos causa menos danos ao meio ambiente do que as ecobags, sacolas reutilizáveis que vem sendo aderidas por supermercados de todo mundo.
O estudo, divulgado no último domingo, 27 de fevereiro, pelo jornal britânico “The Independent”, está sendo avaliado desde 2009 e sua publicação oficial será feita em breve, segundo a agência britânica. Intitulado de “Lige Cycle Assesment of Supermarket Carrier Bags”, o relatório criado pelos pesquisadores Chris Edwards e Meyhoff Jonna poderá reaver as opiniões de ambientalistas e muitos consumidores que já utilizam a sacola ecológica.
Encomendada em 2005 para descobrir qual tipo de saco que menos polui no mundo, o relatório defendeu o uso das sacolas de plástico porque, segundo ele, estes sacos são cerca de 200 vezes menos prejudiciais ao clima do que os sacos de algodão. Adicionado a isso, os sacos de polietileno emitem um terço do CO2 lançado pelas sacolas de papel aprovadas pelos varejistas.
De acordo com as informações divulgadas, os consumidores deveriam usar a mesma sacola de algodão, ou o mesmo saco de papel, durante todos os dias úteis do ano para conseguirem diminuir o impacto ambiental dessas sacolas em comparação ao pequeno impacto, segundo os estudiosos, dos sacos de PEAD.
No entanto, o estudo aponta que esse uso constante não é feito entre os consumidores pesquisados. O documento alertou que os sacos de papel são utilizados apenas uma vez e os de algodão somente 51 vezes antes de serem descartados. O que comprova, de acordo com o relatório, que estes tipos de sacos são mais poluentes do que os saquinhos plásticos descartados na primeira utilização.

Ecobags vem sendo aderidas por 
supermercados do mundo inteiro.
Foto: Srta.Bia

Sacos plásticos
“O PEAD teve o menor impacto ambiental entre as opções de uso individual em nove das dez categorias. A sacola de algodão teve um bom desempenho porque foi considerada a mais leve", afirmou o relatório ainda em testes.
Porém, mesmo com o estudo realizado, o que ainda prevalece é o lado negativo dos sacos plásticos, que poluem lixos e mares. Diminuir o uso e sempre reutilizá-los ainda é a maneira mais eficiente de ajudar o meio ambiente.
Para os sacos de algodão, seria válido a utilização deles centenas de vezes, o que diminuiria também a poluição desse tipo de sacola.

São Paulo se mobiliza em camapnha para fim do uso das sacolas plásticas este ano


Sacos plásticos demoram cem 
anos para se decompor/Foto. 
 Redação EcoD
Governo de São Paulo e varejistas entraram em acordo e vão abolir o uso das sacolinhas plásticas no estado. Até o fim do ano, serão retiradas do Pão de Açúcar/Extra, Carrefour, Walmart e de outras redes de supermercados as sacolas de plástico, que demoram mais de cem anos para se decompor na natureza
A campanha, que será oficializada nos dias 9 e 12 de maio na feira da Associação Paulista de Supermercados (Apas), pretende tornar São Paulo o primeiro estado do país a banir o material das redes. A medida, porém, não tem força de lei e, por isso, feiras e lojas poderão continuar distribuindo os sacos plásticos.
Novas embalagens
Após a feira da Apas, as redes varejistas terão até seis meses para deixarem de oferecer aos consumidores as sacolas. Como alternativa, os plásticos serão substituídos por embalagens feitas de amido de milho
( ecologicamente viável), que serão vendidas ao preço de custo de R$ 0,19.

Sacos plásticos sairão dos mercados 
paulista até o fim do ano.


Outra solução aceita é o uso das sacolas retornáveis de pano, a R$ 1,80. "Vamos incentivar entidades assistenciais e ONGs a fazer suas sacolinhas retornáveis. Os supermercados também vão comprar essas sacolas para vender no caixa." afirmou João Galassi, presidente da Apas.
Caixas de papelão já utilizadas pelos consumidores também serão outra maneira de substituição eficiente dos sacos plásticos.
A campanha de substituição já foi testada pelo estado em Jundiaí, onde o apoio popular retirou 132 milhões de sacos em seis meses, o que soma 480 toneladas de plásticos não biodegradáveis lançados no meio ambiente.
Na cidade de Belo Horizonte uma lei que proíbe o uso das sacolas entrou em vigor no dia 18 de abril e, no Rio de Janeiro, a lei de proibição ainda enfrenta resistência de grandes redes da cidade.

Às Estrelas


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