sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Índia transfere vila para salvar tigres em risco de extinção



  • Toda uma vila foi realocada na Índia para ajudar na proteção aos tigres, informaram autoridades locais.
Governo indiano planeja mover mais quatro agrupamentos humanos que se encontram em reserva de tigres. Mais de 350 pessoas de 82 famílias da pequena cidade de Umri, na reserva de tigres de Sariska, no Estado de Rajastão (norte da Índia), se mudaram na semana passada para outros locais.

O número de tigres em Sariska chegou a zero antes de subir novamente para cinco nos últimos três anos. Em 2002, eram 16.

Nas últimas décadas as populações de tigres vinham diminuindo. Uma contagem feita em 2011 estimou que 1.700 animais viviam na natureza, um leve aumento em relação a 2007, quando eram 1.400.

A estimativa, um século atrás, era de que cem mil tigres vivessem no país. Umri é a segunda vila em Sariska a ser transferida em um esforço para assegurar um habitat seguro para que os tigres consigam aumentem sua população.

Há 11 vilas com uma população de cerca de 2.500 pessoas vivendo no coração da reserva de tigres que precisam ser transferidas, diz o governo local. A transferência de mais quatro agrupamentos deve ocorrer nos próximos quatro anos. A maioria dessas pessoas trabalha em atividades pastorais.

"É um processo longo porque os moradores devem concordar em se mudar, não podemos forçá-los, mas apenas convencê-los", disse o porta-voz do governo local Somasekhar. A indenização que eles recebem em terras, dinheiro e animais, equivale a 1 milhão de rupias, ou R$ 34 mil. Os que aceitam mudar são transferidos para terras cultiváveis próximas de suas propriedades originais.

DA BBC BRASIL

Instituto Butantan 111 anos comemorados com viagem pela ciência nos seus três museus


Cobras Píton são raras e muito procuradas no mercado de animais


  • O Instituto Butantan propõe para esse fim de semana uma viagem pela ciência totalmente gratuita.

Em comemoração aos seus 111 anos, os três museus do instituto - Biológico, Histórico e de Microbiologia - estarão abertos no sábado e para visitá-los basta retirar ingresso na bilheteria.

Para quem já conhece os espaços, o Butantan traz novidades. No museu Biológico (que mais parece um zoológico, já que seu "acervo" é vivo), há novos animais em exposição: uma Píton Albina, cobra que no passado era vendida como animal de estimação; uma Jararaca da Amazônia, bicho muito temido naquela região por causa das dores que sua mordida provoca; e uma cobra Píton Granito, que raramente é encontrada na natureza, porque é resultado de cruzamentos de cobras de formas, cores e desenhos variados, como explicou Giuseppe Puorto, diretor do Museu Biológico do Butantan.

O local conta ainda com uma exposição permanente das principais espécies de serpentes brasileiras, aranhas, escorpiões e iguanas.

O museu Histórico guarda objetos antigos, usados em importantes pesquisas sobre vacinas no Brasil.

Já no museu de Microbiologia é possível não só ver o acervo como brincar de ser cientista. A proposta da visitação é fazer crianças e adultos entenderem um pouco sobre o mundo que os microscópios tornam visível, quer dizer, o universo dos microrganismos.

Equipamentos, painéis, modelos tridimensionais de bactérias, vírus e protozoários explicam as bases da microbiologia e revelam o que são os chamados "germes" ou micróbios.

ANOTE NA AGENDA

Instituto Butantan
ONDE: av. Vital Brasil, 1.500, Butantã; tel. 0/XX/11/2627-9536
QUANDO: sábado (25), das 9h às 16h30
QUANTO: grátis

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