sábado, 11 de junho de 2011

Programa reciclou mais de 300 mil toneladas de pneus inservíveis em 2010


 



A Reciclanip foi criada em março de 2007 pelos fabricantes de pneus novos Bridgestone, Goodyear, Michelin e Pirelli e, em 2010, a Continental juntou-se à entidade. 
A Reciclanip é considerada uma das maiores iniciativas da indústria brasileira na área de responsabilidade pós-consumo. O trabalho de coleta e destinação de pneus inservíveis realizado pela entidade é comparável aos maiores programas de reciclagem desenvolvidos no País, em especial o de latas de alumínio, garrafas PET e embalagens de defensivos agrícolas. 
O projeto teve início em 1999, com o Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis implantado pela Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), entidade que representa os fabricantes de pneus novos no Brasil. 
Ao longo dos anos, o Programa foi ampliando sua atuação em todas as regiões do País, o que levou os fabricantes a criar uma entidade voltada exclusivamente para a coleta e destinação de pneus no Brasil. Assim surgiu a Reciclanip. Desde 1999, quando começou a coleta dos pneus inservíveis pelos fabricantes, mais de 1,3 milhão de toneladas de pneus inservíveis, o equivalente a 270 milhões de pneus de passeio, foram coletados e destinados adequadamente. 
A criação da Reciclanip demonstra a responsabilidade da indústria de pneumáticos com as questões ambientais e com o estabelecimento de condições que permitam o desenvolvimento sustentável do País, valorizando, sobretudo, a preservação da natureza e a qualidade de vida e bem-estar da população.
Com 620 pontos de coleta distribuídos pelo Brasil, a Reciclanip prevê 20% a mais de investimentos para 2011 
A Reciclanip, entidade voltada para a coleta e destinação de pneus inservíveis (aqueles que não têm mais condições de serem utilizados para circulação ou reforma), coletou e destinou de forma ambientalmente correta 311.554 toneladas de pneus inservíveis em 2010, o equivalente a 62 milhões de unidades de pneus de carros de passeio. 
Desde 1999, quando começou a coleta pelos fabricantes, mais de 1,54 milhão de toneladas de pneus inservíveis foram coletados e destinados adequadamente, o equivalente a 310 milhões de pneus de passeio.  
A previsão de investimento em 2011 é de US$ 41 milhões, o que significa um aumento de 20% em relação à verba investida em 2010, que foi de US$ 33 milhões. 
Atualmente a Reciclanip conta com 620 pontos de coleta distribuídos pelo país e todas as destinações realizadas pela entidade são reconhecidas pelo IBAMA. Saiba mais sobre os pontos de coleta no site www.reciclanip.com.br
Após a coleta, o pneu é levado pela Reciclanip para sua destinação final. No Brasil, os pneus inservíveis são reaproveitados de diversas formas, como combustível alternativo para as indústrias de cimento, na fabricação de solados de sapato, em borrachas de vedação, dutos pluviais, pisos para quadras poliesportivas, pisos industriais, asfalto-borracha e tapetes para automóveis. 
Seguindo o modelo de gestão de empresas européias, com larga experiência na coleta e destinação de pneus inservíveis, a Reciclanip é diferente no quesito remuneração. Em outros países, as empresas são pagas pelos vários agentes da cadeia produtiva para cobrir as despesas operacionais e garantir a destinação de pneus inservíveis. Os consumidores europeus, quando compram novos pneus para seus veículos, por exemplo, são obrigados a pagar uma taxa para a reciclagem dos pneus velhos. Aqui no Brasil, os fabricantes de pneus novos, representados pela ANIP, arcam com todos os custos de coleta e destinação dos pneus inservíveis, como transporte, trituração e destinação. Saiba mais sobre os pontos de coleta no site.

Designer transforma pneu descartado em mobília


 
 
Uma das alternativas para os proprietários eco-conscientes é a utilização de peças recicladas como ponto focal no design de interiores. O impacto de projetos assim é positivo e oferece uma infinidade de benefícios. 
Uma das melhores alternativas para os proprietários conscientes ecologicamente é a utilização de peças recicladas como ponto focal no design de interiores. A moda em projetos de casas modernas são peças rústicas, móveis usados, antiguidades e utensílios reciclados ou readaptados. 
O impacto deste projeto, de reutilização, sobre o meio ambiente não pode ser negligenciado, pois oferece uma infinidade de benefícios que contribuem para a defesa verde. Além de tudo isso, você também está fazendo a sua parte para ajudar a economia, sem mencionar o impacto direto e positivo que ela traz para sua casa.

Os pneus, por exemplo, são fabricados com certas qualidades que os tornam capazes de suportar até mesmo condições ambientais e rodoviárias mais extremas. E, é por isso que este material não é tão fácil de ser reciclado, no entanto, estas mesmas qualidades podem torná-los uma excelente matéria-prima, especialmente para transformá-los em mobílias, por exemplo.
  
De acordo com o design de Carl Menary, um pneu velho pode se transformar em uma mobília durável, confortável e simples para seu quintal. Em sua concepção denominada “Re-tyre”, Menary usa um pneu de caminhão descartado e dois conjuntos de parafusos de roda reciclados para corrigi-lo de uma forma que seja permitido sentar-se confortavelmente nele. Além disso, o designer sugere a aplicação de cera de carnaúba natural para impedir que ele seja submetido à degradação UV.
Um jardim tem inúmeros usos e o “Re-tyre”, segundo o designer, pode se adaptar a qualquer situação. O produto nasceu do dilema ambiental de onde se descartar pneus que não servem mais. Converter este objeto antigo em um mobiliário novo utliza o mínimo de recursos e energia.
Mesmo que tenha uma forma simples, a cadeira pode oferecer três superfícies de assento. Por enquanto, o projeto é apenas um conceito, mas ainda assim é muito inovador, prático e ambientalmente correto.

Dobreve Energia S.A prevê investimentos de R$2 bilhões em fontes renováveis de energia até 2014


Empresa habilitou seis projetos eólicos e quatro PCHs para o próximo leilão, totalizando 300MW em potência instalada 
A Dobreve Energia S.A (Desa) anunciou nesta terça-feira (31/05) que pretende investir R$2 bilhões na geração de energia por fontes renováveis até 2014. Segundo a empresa, os recursos serão destinados à projeção, construção e operação de parques eólicos e pequenas centrais hidrelétricas (PCH). No total, a companhia espera agregar 700MW em capacidade instalada no período. Hoje, a companhia possui ainda 47 empreendimentos em projeto ou em fase de desenvolvimento, que representam 1.600MW. 
Pelo ritmo de prospecção atual, a Desa prevê chegar a 2014 com um total de 2,6GW em carteira. 
Para os próximos leilões de energia, A-3 e de reserva, marcados para julho, a Desa habilitou quatro projetos de PCHs (100MW) e seis eólicos (200MW), totalizando 300MW. O diretor de engenharia e construção da companhia Jorge Murad Possebon Mussi, espera ver preços entre R$120 e R$130 por MWh para as usinas eólicas nos certames. “Abaixo disso o negócio fica inviável”, explica. 
Apesar da grande participação nessas licitações, o foco da empresa está nas negociações no mercado livre. “No Ambiente de Contratação Livre (ACL), os preços negociados são melhores. A estratégia é fechar varias carteiras menores, de dois ou três anos, que na somatória acabam amortizando o investimento e garantindo os lucros. Também estamos fechando contratos de longo prazo. Sabemos que há poucos, mas existem”, resume o presidente da Desa, Carlos Augusto Leite Brandão.
A companhia revela ainda que está trabalhando em pesquisas de projetos fotovoltaicos em parceria duas empresas americanas, mas evita entrar em detalhes sobre os projetos. 
PCH Novo Horizonte 
A Desa lembra também que a PCH Novo Horizonte já está produzindo energia desde a última quinta-feira (27/05) e que agora aguarda apenas o aval da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que deve sair esta semana, para colocar a planta em operação comercial. A usina está localizada no rio Capivari, na região dos municípios de Campina Grande do Sul e Bocaiúva do Sul (PR). 
Com potência instalada de 23MW e garantia física de 12,75MW médios, a planta recebeu R$140 milhões em investimentos. A usina trabalha com dois geradores tipo Francis eixo horizontal de 11,5MW cada. A PCH está conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) por uma linha de transmissão de 52km e tensão de 138Kv, que é ligada à subestação Tunas 2, no Paraná.


Fonte: Jornal da Energia

Prédio Sustentável do Espaço Sebrae de Conhecimento, inspirado em Tribos Indígenas do Mato Grosso


"Lei de Resíduos Sólidos é prioridade", afirma gestora do Centro Sebrae de Sustentabilidade
Confira entrevista ao portal EcoDesenvolvimento.org


Prédio do Espaço Sebrae de Conhecimento foi inspirado nas casas Xinguanas, uma das principais tribos indígenas do Mato Grosso
Um espaço propulsor de conhecimento e de boas práticas de sustentabilidade, no qual os empreendedores podem ter acesso às informações a partir do atendimento no Sebrae de cada estado. O objetivo é aumentar a competitividade dos pequenos negócios no país, sem que para isso seja necessário agredir o meio ambiente. Assim é o Centro Sebrae de Sustentabilidade, inaugurado na segunda semana de abril deste ano em Cuiabá, capital do Mato Grosso.

Situado no interior do moderno prédio do Espaço Sebrae de Conhecimento, construção erguida por meio de princípios sustentáveis, como resgate da sabedoria de povos ancestrais na tecnologia e design do empreendimento, aproveitamento da água da chuva e luz natural, o Centro Sebrae de Sustentabilidade tem o propósito de gerar e disseminar o conhecimento sobre o tema nas micro e pequenas empresas.

Nesta entrevista ao portal EcoDesenvolvimento.org, a gestora do Centro Sebrae de Sustentabilidade, Suênia Sousa, detalha como funciona este espaço sustentável, enraizado em um estado campeão nacional de desmatamento em razão de atividades econômicas como a pecuária intensiva, e porque a Política Nacional de Resíduos Sólidos é tratada como um dos eixos prioritários no local.

EcoD: O que é e como funciona o Centro Sebrae de Sustentabilidade?

Suênia Sousa: Ele surgiu como uma oportunidade de o Sistema Sebrae, que se articula em todos os estados, a juntar suas experiências no âmbito do desenvolvimento sustentável, na micro e pequena empresa.

Nós temos Sebrae em todos os estados e cada um deles possui uma particularidade. Então, o Sistema Sebrae, que é nacional, decidiu que entraria com o tema da sustentabilidade como um eixo transversal de atuação em todas as atividades econômicas que nós atendemos. Foi organizado, então, um centro referência em sustentabilidade em Mato Grosso, para que todo o sistema pudesse colocar as suas experiências, fazer uma seleção de conhecimentos que estão espalhados por todo o Brasil. Este centro capta esses conhecimentos e os dissemina em todos os estados.

EcoD: Até para facilitar a atuação do Sebrae, no caso.

Suênia Sousa: Sim, sem dúvida. O Rio de Janeiro faz eficiência energética e aí atende a várias áreas econômicas. O Sebrae do Espírito Santo tem negócios sustentáveis desenvolvidos na cadeia de resíduos sólidos. O de Mato Grosso trabalha muito com a difusão da cultura da sustentabilidade na pequena empresa e programas de liderança sustentável. Tudo isso vem para o centro e nós disseminamos isso de uma forma que um Sebrae possa usar a experiência do outro.

É um espaço de geração e disseminação do conhecimento. De geração porque para aumentarmos essa atividade de sustentabilidade das empresas a gente busca boas práticas fora do país, com parceiros. E de disseminação porque ocorrem as trocas.

Em entrevista ao EcoD, Suênia Sousa destacou que o Centro Sebrae de Sustentabilidade tem capacidade de gerar e disseminar conhecimento/Foto: Assessoria Sebrae/MT

EcoD: Tem alguma motivação especial para que o Centro Sebrae de Sustentabilidade esteja situado em Mato Grosso?

Suênia Sousa: O Sebrae/MT trabalha com este tema (sustentabilidade) há mais de dez anos, até porque é necessário, uma vez que o nosso estado é um dos maiores emissores de gases-estufa [por meio do desmatamento]. A nossa atividade econômica traz muitos prejuízos aos ecossistemas.

Há um ano nós construímos um prédio que tem o nome de Espaço Sebrae de Conhecimento, que é bem peculiar, pois foi concebido com os princípios da arquitetura sustentável. O Sebrae Nacional entendeu que aqui (em Cuiabá) poderia ser realizado esse centro de referência.

Esse prédio tem o objetivo de que os empresários possam ter experiências ecotécnicas, digamos, ao vivo (risos), experiências feitas a partir do que nós conhecemos.

O Sebrae criou este centro por saber que esta é uma temática que precisa estar presente na vida da pequena empresa - Suênia Sousa, gestora do Centro Sebrae de Sustentabilidade.

Construção respeita a preservação da vegetação nativa, aproveita a água da chuva e possui luminárias solares: Foto: Rai Reis

EcoD: E quais são os princípios de sustentabilidade que foram aplicados na construção do prédio?

Suênia Sousa: Começa pelo resgate da sabedoria de nossos povos ancestrais. Ele tem a forma de uma casa Xinguana – que são os povos que habitavam o Mato Grosso. Nele, nós trazemos tecnologias que dão conforto ao ambiente. A estrutura é construída em duas cascas que resfriam, internamente, quando chove, e insulam quando está quente. Temos 100% de iluminação natural, luminárias solares, aproveitamento da água de chuva, espaços completamente abertos, vegetação nativa preservada, o básico em se tratando de uma construção sustentável. Mas o forte mesmo é trazer tecnologias das casas indígenas nele, como recurso de conforto ambiental.

EcoD: Como funcionam as operações no centro?

Suênia Sousa: O pequeno empresário deve procurar o seu Sebrae estadual, que por sua vez se conecta com o centro e, rapidamente, nós tentamos ajudar o máximo que for dentro desses eixos prioritários.

EcoD: Quais são esses eixos?

Suênia Sousa: O primeiro deles é a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Como é que a micro e pequena empresa vai se organizar para o cumprimento do marco regulatório, e as oportunidades de negócio que têm dentro dessa política e na Política Nacional de Eficiência Energética. São os dois principais eixos do centro.

Desenvolvemos estudos técnicos e políticas públicas voltadas para as micro e pequenas empresas nos municípios, pois o Sebrae tem uma atuação muito grande nessa área – a participação da entidade na Lei Geral e no Empreendedor Individual são exemplos disso. Um dos principais objetivos, nesse sentido, é conseguir financiamentos para o pequeno empresário, pois essas novas leis demandam novas tecnologias para serem incorporadas nos negócios.

O Sebrae reconhece, assim, que a sustentabilidade é um assunto prioritário na agenda dos governos e das empresas.
Assista a animação que detalha o projeto sustentável do prédio:

por Murilo Gitel/da Redação EcoD

Um biquíni solar

Biquíni com películas solares carrega dispositivos eletrônicos 
 
Cada biquíni é inteiramente feito à mão. Com esta invenção os usuários não precisam mais se preocupar com a bateria do iPod ou celulares, pois o próprio biquíni solar irá carregar os gadgets enquanto a pessoa estiver exposta ao sol. (Imagem:Divulgação) 
O designer norte-americano Andrew Schneider pensou nas pessoas que não largam os aparelhos celulares em momento algum enquanto projetava o “Solar Coterie”. A invenção é um biquíni solar capaz de carregar dispositivos eletrônicos. O traje de banho high-tech é feito com películas solares com uma saída USB, onde pode-se carregar um iPod.

O ítem foi adaptado com tiras de filmes fotovoltáicos "1 x 4" costurados em série, entrelaçados em um fio condutor. As células terminam em um regulador de 5 volts em uma conexão USB.

Cada biquíni, custa pouco menos de 200 dólares e é inteiramente feito à mão, exigindo uma média de 80 horas para ser feito. Com esta invenção os usuários não precisam mais se preocupar com a bateria do iPod ou celulares, pois o próprio biquíni solar irá carregar os gadgets enquanto a pessoa estiver exposta ao sol.

Surpreendentemente, o biquíni solar não impossibilita que a pessoa entre na água. No entanto, deve-se lembrar de desligar os dispositivos antes de mergulhar e secar as saídas USB antes de plugar qualquer coisa. O biquíni transmite toda a energia produzida diretamente para seu eletrônico conectado, ou seja, ela não fica armazenada. Segundo o inventor, o equipamento é totalmente seguro. 
A versão masculina apelidada de iDrink, estará disponível no mercado em breve. Com uma superfície de contato maior, a voltagem também será maior e a intensão do designer é gerar energia suficiente para gelar uma lata de cerveja. O slogan da marca explica a filosofia atrás do produto que pode ser resumida pela frase: "vocês têm música, cerveja, sol e um ao outro em roupas de banho - o resto está por sua conta". 
A coleção solar é perfeita para aqueles que querem ir à praia, ouvir música e ainda desfrutar de uma bebida gelada.

Redação CicloVivo

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