terça-feira, 16 de agosto de 2011

Um edifício sustentável ultra-moderno está nascendo em Miami, nos EUA.



A fachada do edifício proverá proteção do sol, além de servir de suporte para turbinas eólicas 



Edifício em Miami unirá arquitetura e tecnologia em prol da sustentabilidade. O prédio foi desenvolvido em parceria entre o escritório de arquitetura e design Chad Oppenheim, a empresa de consultoria de energia Buro Happold, e o escritório de engenharia estrutural Ysreal Seinuk. 

A construção, que terá 25 andares, vai custar cerca de US$ 40 milhões. Chamado de “COR” o projeto irá incorporar usos mistos de funções, com espaços comerciais, residenciais e de serviços. O edifício produzirá sua própria energia, utilizando tecnologias alternativas, como turbinas eólica, painéis fotovoltaicos e aquecedores de água solares. Além disso, ele ainda possui uma variedade de estratégias de design com grande custo beneficio. 

O esqueleto do edifício é uma estrutura super eficiente, que protege o edifício do clima quente da região, e provém sombra para os moradores. A fachada possui elementos arquitetônicos como terraços e estruturas que suportam turbinas eólicas. 

Além disso, o “COR” proverá galerias sombreadas no térreo com restaurantes e lojas, que irão proporcionar uma ligação com a rua, criando uma relação do edifício com os pedestres. 

O interior do edifício foi inspirado no espaço industrial, com raízes na funcionalidade e flexibilidade. Cada apartamento residencial será eficiente energeticamente e possuirão equipamentos que consomem menos energia. O piso será feito de tijolo de vidro reciclado e os corredores de acesso aos apartamentos serão feitos de tábuas de bambu. Versatilidade, interior bem iluminado e tecnologia de ponta. O edifício consegue unir com equilíbrio espaços comerciais e residenciais. 

No total, o COR terá 113 apartamentos residenciais, quase 2 mil m² destinados para escritórios e 500 m² para uso de serviços. 

O bairro onde o edifício está situado é conhecido por ser um centro de design de Miami, a ideia é que o edifício atraia este tipo de profissional criativo para a região. O edifício tem apartamento e espaços comerciais que vão de US$ 400 mil até US$ 2 milhões. A previsão é que o edifício fique pronto ainda neste ano. 


Fontes: 
Chad Oppenheim
CicloVivo

Japonês desenvolve sensor de radiação feito de garrafa PET

Foto: Universidade de Kyoto

O novo detector contém uma resina de PET, que detecta e mede o nível de radiação. 

O professor Hidehito Nakamura, da Universidade de Kyoto, desenvolveu um detector de radiação feito a partir do reaproveitamento de garrafas PET. A medida é mais barata que os aparelhos de medição atuais e ajudará o governo a controlar os níveis de radiação após o desastre nuclear de Fukushima.

O professor conta com o apoio de uma empresa japonesa, a Teijin, para que o produto, chamado de Scientirex, esteja totalmente finalizado até o final do mês de setembro. O grande benefício para o país oriental é o fato de que a invenção chega a custar 90% menos que os produtos tradicionais, item essencial diante do aumento da demanda, desde o terremoto ocorrido em março deste ano.

O novo detector contém uma resina de PET, que detecta e mede o nível de radiação. Por causa dos baixos preços, apenas 130 dólares, o Scientirex deve se tornar uma boa alternativa para o uso pessoal e também para o governo japonês e empresas privadas.

Isto também descarta a dependência oriental por detectores estrangeiros, principalmente provenientes da França, que atualmente domina o mercado de tecnologias de medidores de radiação. Nakamura acredita que o equipamento japonês possa se tornar competitivo no setor, também em nível mundial.

Desde o terremoto e o acidente ocorrido da usina nuclear de Fukushima, em março deste ano, a radiação tem sido uma preocupação constante no Japão. A invenção deve tornar o consumo de água mais seguro e facilitar o controle de áreas afetadas. 

Com informações do Estadão.
Redação CicloVivo

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