quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Sítio de Rachel de Queiroz é transformado em reserva particular do patrimônio natural

O município de Quixadá, no Ceará, ficou famoso por ser o local escolhido pela escritora Rachel de Queiroz para a produção de seus livros. Parte do sítio onde ela passava os dias foi transformado em reserva particular do patrimônio natural.

Manaus - Ecoturismo


PRAIA DO TUPÉ - MANAUS

Localizada no coração da floresta amazônica, Manaus impressiona pelas belezas naturais formadas por seus parques ecológicos, grandes áreas verdes e rios que cortam a região. Ali ecoturistas e amantes da natureza encontram os ambientes perfeitos para diversas atividades.

À margem esquerda do Rio Negro, na zona rural de Manaus, e instituída como Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, a RDS TUPÉ é uma área com potencialidade especial para o ecoturismo. Esta prática promove a sustentabilidade da floresta e animais da reserva e trás retorno financeiro diretamente para a população local: ribeirinhos, caboclos e indígenas que já estão capacitados para receber turistas.

A praia do Tupé, localizada a 34 quilômetros de Manaus, é bastante procurada por banhistas nos feriados e finais de semana. O acesso é feito exclusivamente por via fluvial. Durante a cheia do Rio Negro, a praia fica restrita a 20m de largura e, na vazante, atinge até 80m.

PRAIA DO LUA

Passar o dia à beira das praias de rio é um passeio imperdível. Um dos locais mais indicados é a Praia da Lua, também localizada à margem esquerda do Rio Negro, mais próxima, a 23 km de Manaus. Com formato de lua crescente, a praia tem vegetação de rara beleza, grande extensão de areia e águas límpidas e geladas.

Já em Anavilhanas, também no Rio Negro, a 100 km de Manaus, pode-se conhecer o maior arquipélago de ilhas fluviais do mundo. Cerca de 400 ilhas cobertas de floresta virgem formam um labirinto natural. No período de seca, a descida das águas revela inúmeras praias de areias brancas e interessantes formações naturais de raízes e troncos.


Manaus também oferece aos ecoturistas diversos parques. O Jardim Botânico Adolpho Ducke fica em uma reserva ecológica de 100 km² e é considerado o maior do mundo. Nele pode-se conhecer inúmeras espécies vegetais e animais. Já no Parque Municipal do Mindu, que ocupa uma área de 33 ha de mata remanescente do município, é possível ver o sauim-de-coleira, macaco que só existe na região de Manaus e que está ameaçado de extinção.

Manaus proporciona diversão a qualquer época do ano. De dezembro a maio, quando há muitas chuvas, as cachoeiras dos arredores da cidade ficam mais bonitas. No resto do ano, quando chove menos, surgem as praias fluviais no Rio Negro.


Praia de Ponta Negra: Localizada a 13 km do centro de Manaus, a Praia da Ponta Negra é um dos atrativos da cidade. Possui quadras esportivas de areia, ciclovia, mirante, playground, posto médico e um amplo calçadão com bares, restaurantes e lanchonetes.

Balneários Públicos: Tarumã, Tarumãzinho e Cachoeira das Almas, os igarapés (braços de rios) localizados nas proximidades da cidade, são fontes de lazer para a população nos finais de semana.


Encontro das Águas: Fenômeno natural provocado pela confluência das águas escuras do Rio Negro com as águas pardas do Rio Solimões, que se juntam para formar o Rio Amazonas. Por uma extensão de 6 km, as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturarem. Esse fenômeno se dá por haver uma grande diferença entre as temperaturas das águas e velocidade de suas correntezas. O Rio Negro corre cerca de 2 km/h a uma temperatura de 22°C. O Solimões, por sua vez, corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 28°C.


Hotéis de Selva: Em Manaus, os hotéis de selva são ótimas opções para os apaixonados pela natureza. As instalações estão em meio à floresta, proporcionando o contato direto com animais e com a rica vegetação amazônica. Por lá também é possível provar as delícias da culinária local e fazer passeios.

Projeto Rede Densa no Jardim Botânico de Manaus

Medindo o movimento dos continentes


Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP),  instalaram no local um medidor de temperatura, umidade e pressão, cujos dados serão usados para melhorar a previsão do tempo em Manaus. O aparelho instalado no Jardim Botânico de Manaus,  também ajudará os pesquisadores a monitorarem a movimentação do continente americano. 

O Jardim foi escolhido para abrigar a pesquisa por reunir qualidades essenciais para seu sucesso: segurança, facilidade de acesso e a possibilidade de instalar o instrumento em área com boa visibilidade do céu. O aparelho deve ficar no Jardim por seis meses.

A iniciativa faz parte do projeto Rede Densa, estudo nacional que, no Amazonas, é realizado em parceria pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), e o Inpe. O objetivo é entender, entre outros aspectos, como se dá a formação de nuvens e como isso influencia o clima e o tempo na região. 

No Brasil já são mais de 100 pontos fazendo esse tipo de medida”, conta Irani Inácio de Pádua, meteorologista da Divisão de Geofísica Espacial do Inpe, que acompanhou a instalação do equipamento no JB.

“Sabemos que o continente se move cerca de 20 centímetros por ano. Pode parecer pouco, mas para empresas como as petrolíferas, este é um dado importante, que ajuda, por exemplo, no posicionamento da tubulação de escoamento do petróleo”, diz Irani.

RESERVA FLORESTAL ADOLPHO DUCKE

Localizada no Km 26 da Estrada Manaus-Itacoatiara (AM-010), esta reserva tem 10.072 ha. e serve como suporte para todos os segmentos das pesquisas do Inpa e de outras instituições nacionais e internacionais. Por ser uma reserva típica de mata terra firme, vem sofrendo ultimamente, uma grande pressão antrópica devido o seu contato com a mancha urbana de Manaus. Para garantir a proteção da áreas a de toda a biodiversidade existente, evolui o projeto que esta transformando a área no "Jardim Botânico de Manaus" e, quando for concluído, será o maior do mundo.

 Jardim Botânico Adolpho Ducke


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Jardim temático das palmeiras

O JB de Manaus foi criado em 2000, e está situado em 500 hectares de floresta primária de terra firme, na borda da Reserva Florestal Adolpho Ducke, zona leste de Manaus. Ele é administrado por meio de uma parceria entre o INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), a Prefeitura de Manaus e o MUSA (Museu da Amazônia), além de contar com o apoio do CNPq, da FAPEAM, entre outras instituições.

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Heliconias da Amazônia

O JB de Manaus possui um acervo vivo de plantas distribuídas ao longo de mais de 3 km de trilhas, uma biblioteca, um viveiro de mudas para doação, um anfiteatro, e no momento, um pavilhão de exposições educativas. Podem ainda ser visitados os jardins temáticos (Palmeiras, Aráceas, Helicônias), a trilha de Agroflorestas e o viveiro de Orquídeas e Bromélias. Em breve um lago artificial trará uma representação de macrófitas aquáticas da Amazônia.

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Trilha guiada
Viveiro de orquídeas e bromélias


Floração das orquídeas do viveiro do JB


Diversas espécies de Orquídeas em exposição no Jardim Botânico estão em floração. “Elas são de vários tamanhos, cores e formas, mas o período em que estão com as flores pode ser curto” explica a monitora Jéssica, responsável pelas pesquisas realizadas com as Orquídeas. “Por isso é bom aproveitar este período chuvoso para fazer a visita e descobrir a beleza das flores desse grupo de plantas, se não… só no ano que vem!” - A entrada é gratuita e o Jardim é aberto para visitação de terça a domingo. 


Venha visitar os moradores do Jardim Botânico

Diversos animais nativos da Amazônia vivem nas florestas do Jardim Botânico de Manaus. Às vezes eles fazem uma “visita” ao pátio do Jardim, momento que é aproveitado por todos os visitantes. “Hoje vimos uma preguiça e um camaleão, mas nas trilhas vemos macacos, sauins-de-coleira, e muitos tipos de lagartos” conta Pollyana, nova guia das trilhas do Jardim.

Além dos animais livres, o JB de Manaus tem aquários de peixes amazônicos e viveiros de plantas típicas da região. 



Filhote de peixe-boi sem a mãe é resgatado no Amazonas



Animal foi encontrado em comunidade de Iranduba (AM).
Mamífero aquático é o primeiro a chegar a instituto em Manaus em 2011.


O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), sediado na capital do Amazonas, recebeu nesta segunda-feira (3) o primeiro filhote de peixe-boi resgatado este ano. O animal foi encontrado sem a mãe por um barqueiro, numa comunidade do município de Iranduba, na região metropolitana de Manaus.


(Trichechus inunguis)

O peixe-boi da Amazônia é o menor dos peixes-bois existentes no mundo, alcançando um comprimento de 2,8 a 3,0 m e pesando até 450 kg. Seu couro cinza escuro é extremante grosso e resistente. A maioria dos indivíduos tem uma mancha branca na região ventral. Esta característica, juntamente com a ausência de unhas nas nadadeiras peitorais, ajuda a distingui-lo do peixe-boi marinho e do africano. O peixe-boi da Amazônia é, também, o único que ocorre exclusivamente em água doce, podendo ser encontrado em todos os rios da bacia Amazônica. Alimentam-se essencialmente de plantas aquáticas e semi-aquáticas, e chegam a consumir mais de 10% do seu peso corporal em alimento por dia. Seu metabolismo é de apenas 36% daquele previsto para um mamífero placentário do mesmo porte. Isto o permite permanecer mais de 20 minutos em baixo da água, sem respirar. Cada fêmea de peixe-boi produz apenas um filhote a cada gestação e este filhote pode mamar por até dois anos. No passado, os peixes-bois foram muito caçados pela sua carne e couro. Hoje a caça, embora ilegal, é ainda feita principalmente pelas populações ribeirinhas, para o consumo da carne. Além da caça, as principais ameaças ao peixe-boi são a destruição e a degradação do habitat, a liberação de mercúrio nos rios e agrotóxicos. Ocasionalmente filhotes são acidentalmente capturados em redes de pesca. Represas hidrelétricas atuam como barreiras e isolam populações, limitando a variabilidade genética da espécie. O peixe-boi da Amazônia está classificado como espécie "vulnerável" pela UICN (2000).


Aldeia kuikuro, no Xingu, desenvolve plantação de pequi há séculos



Engenheiro florestal estima que região tenha 14 mil pés da árvore.
Índios da etnia falam língua da família caribe, herança de antepassados.

Importante para vários povos indígenas no Brasil, o pequizeiro tem função estratégica entre os kuikuros, no Parque Indígena do Xingu. A reserva em Mato Grosso tem 2,6 milhões de hectares, equivalente ao de Sergipe, e fica em uma zona de transição do Cerrado para a Amazônia.

No parque, cortado pelo Rio Xingu, moram 5 mil índios de 14 etnias. A reportagem entrou no local pelo sul da reserva, que faz divisa com o município de Canarana, em MT. O caminho segue por 200 km, por meio do Rio Coluene.

A aldeia kuikuro fica a cerca de 6 km do rio e no local fala-se uma língua da família caribe, herança da época em que seus antecedentes viviam nas fronteiras do Brasil com a Venezuela e a Guiana. São mais de 700 índios, a maior e uma das mais antigas tribos do Xingu. Acredita-se que a migração deles para a região se deu há mais de mil anos.

Na época, eles eram nômades e viviam só do extrativismo. Quando se fixaram no Xingu, os kuikuros passaram a praticar a agricultura. As ocas chamam a atenção de quem visita as aldeias do Alto Xingu. São construções gigantescas. As maiores chegam a ter 25 metros de cumprimento.

Segundo o cacique Afucacá, a cobertura é de sapé. “Em época de chuva, não chove [dentro]. Fica bem fresquinho dentro”, lembrou. O interior das ocas é escuro porque não há janelas. As únicas aberturas são duas portas, uma à frente e outra nos fundos. Cada oca é habitada pela linhagem completa da família, com avós, filhos e netos.

Quando os indígenas se casam, quem sai da casa é o homem. A divisão do espaço é muito simples: nas laterais são armadas redes de dormir e no centro fica a cozinha. O cacique Afucacá defende que sua função é lutar para não deixar morrer a cultura dos kuikuros. “Dentro da aldeia, nossa tradição está viva. O colar de caramujo, que estou usando, faz parte da tradição”, explicou.

Aos poucos, os kuikuros vão abrindo as portas da aldeia para a cultura dos brancos. No lugar já tem até equipe de TV, treinada por técnicos da organização não-governamental (ONG) Vídeo nas Aldeias que, em parceria com o Museu Nacional do Rio de Janeiro, ensinou os índios a operarem câmeras de filmagens para registrar sua cultura.

Na aldeia, a colheita do pequi é celebrada com brincadeiras e muita dança. A fruta é rica em vitamina A e também contém vitaminas C e B, além de proteínas e outros nutrientes. Com sua polpa, as mulheres fazem vários pratos. Um deles é a sopa de castanha de pequi, salgada, com pimenta verde, água e castanha cortada em pedacinhos.

O plantio da semente da fruta é feito toda vez que nasce um novo indivíduo na aldeia. A tradição leva em conta que o pai precisa semear árvores para garantir a alimentação do filho no futuro.

“Quando crescerem filhos e netos, a gente passa para eles cuidarem do plantio. Eu vou plantar 50 pés para minha caçula e ela vai poder começar a colher os frutos daqui uns dez anos”, diz Afucacá. O plantio do pequi é feito sempre no meio do mandiocal. Os índios exploram a roça por três anos e, depois, deixam a área só para a formação do pequi.

Por conta da tradição, há diversas plantações bem antigas na aldeia. Segundo o engenheiro agrônomo Marcus Schmidt, do Instituto Sócio Ambiental (ISA), a estimativa é de que existam cerca de 14 mil pés de caqui na região. "É a maior riqueza do Xingu e graças ao manejo dos índios. O dia que o Brasil descobrir realmente o potencial do pequi, não precisará investir tanto em técnica porque já existe a técnica. A gente pode ver aqui”, diz ele.

O que é o aplicativo Amazônia.vc?

amazônia.vc

Vigie as queimadas através de um mapa interativo 
Saiba mais, participe!

Amazonia.vc é um aplicativo que exibe em um mapa os últimos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre queimadas e desmatamento na Amazônia. Instalado no Orkut, o aplicativo permite que o usuário registre seu protesto contra cada queimada ou foco de desmatamento. Além disso, mostra também um ranking com os usuários que mais protestam e gera dados resumidos sobre a destruição da Amazônia. A criação do aplicativo é fruto de uma parceria do Fantástico com a Globo.com

Como faço para participar do Amazônia.vc? 

Para protestar no Amazonia.vc, você precisa entrar no Orkut e, na coluna da esquerda, clicar em "adicionar apps". Na lista que irá aparecer, clique no link "Amazônia.vc". Se o aplicativo não aparecer na lista, faça uma busca por "Amazônia.vc" no campo de pesquisa que fica em cima, à direita. Depois de clicar sobre o ícone do aplicativo, aperte o botão "Adicionar Aplicativo", que aparecerá na coluna da direita. A partir desse ponto, siga as intruções que aparecerão na tela e pronto! 

Não consigo achar o Amazônia.vc no Orkut. Onde posso encontrá-lo? 

O Amazônia.vc pode ser encontrado no endereçohttp://www.orkut.com.br/AppDirectory.aspx. Se o aplicativo não aparecer na lista, faça uma busca por "Amazônia.vc" no campo de pesquisa que fica em cima, à direita. 

Se eu não tiver Orkut, posso participar? 

Para poder protestar no Amazônia.vc é necessário ter uma conta no Orkut. Caso você ainda não tenha, é possível criar uma no endereço http://www.orkut.com. Se você não quer entrar no Orkut, mas gostaria de acompanhar as queimadas e focos de desmatamento, é possível acessar um mapa com essas informações no portal Amazonia.vc, acessível pelo link http://globoamazonia.com

Por que eu devo protestar? 

Ao protestar contra uma queimada ou desmatamento, você está mostrando ao mundo sua insatisfação com a destruição da floresta. Apesar de o seu protesto não ser um registro formal, ele é uma forma de pressionar para que medidas sejam tomadas contra a devastação da Amazônia. Os protestos também podem se transformar em reportagens no Fantástico e no portal Globo Amazônia.

Meu protesto é enviado a alguma autoridade? 

Não. Os protestos registrados são publicados no Orkut e no portal Amazônia.vc, mas não são remetidos a autoridades. Para fazer uma denúncia formal, você pode utilizar a Linha Verde, do Ibama: http://www.ibama.gov.br/linhaverde

Por que não consigo ver as chamas ou a fumaça da queimada quando aumento o zoom do mapa no aplicativo? 

As imagens de satélite apresentadas no aplicativo não são as mesmas utilizadas pelo Inpe para identificar focos de incêndio ou desmatamento na Amazônia. As imagens são anteriores e os pontos de queimada e desmatamento são sobrepostos a elas. Por isso, não é possível ver a destruição da mata. 

Com que freqüência são atualizadas as informações de queimadas e desmatamentos? 

Os dados sobre queimadas são publicados pelo Inpe e colocados no mapa diariamente, enquanto os focos de desmatamento, por serem mais difíceis de identificar, são atualizados ao final de cada mês, e revelam o que foi detectado no mês anterior. 

Nova rachadura ameaça partir ao meio navio petroleiro na Nova Zelândia


Voluntários da Nova Zelândia trabalham na coleta de corpos de animais 
que foram atingidos pelo óleo derramado do navio Rena e acabaram morrendo 

Cargueiro encalhado em recife já vazou 300 toneladas de óleo no oceano.
Serviço ambiental contabiliza número de animais mortos devido ao acidente.

Uma grande rachadura surgiu no casco do navio liberiano Rena, que encalhou a 22 km da costa da Nova Zelândia, e é "questão de tempo" para que a embarcação se parta em dois grandes pedaços, liberando grande quantidade de petróleo no oceano, de acordo com autoridades marítimas do país ouvidas pelo jornal "NZ Herald".

O navio, que transportava 1.700 toneladas de petróleo, colidiu com uma barreira de recifes no último dia 5 e desde então vaza óleo no oceano, que já atingiu praias importantes do litoral e começa a afetar a biodiversidade do local.

De acordo com o jornal "NZ Herald", equipes do serviço ambiental registraram ao menos 200 mortes de aves atingidas pelo óleo derramado e em um centro de tratamento para animais que trata 26 pássaros afetados.

O governo, que considera o acidente como o pior desastre ambiental da história da Nova Zelândia, contratou várias embarcações menores que tentarão evitar o vazamento e a queda de contêineres do Rena no mar. Devido aos ventos fortes, o navio se inclinou e derrubou ao menos 70 contêineres.

De acordo com as autoridades marítimas do país, a embarcação já vazou entre 130 e 150 toneladas óleo, que já atingiram praias como a Mont Maunganui, destino turístico na baía de Plenty, na ilha do Norte.

O capitão do Rena compareceu a um Tribunal Distrital para falar sobre o incidente, mas foi detido, podendo ser libertado mediante pagamento de fiança estimada em US$ 10 mil. Ele ficará preso até o próximo dia 18 de outubro e corre o risco de ter seu passaporte apreendido.


Ao menos 200 mortes de animais foram registradas, mas o serviço ambiental neozeolandês acredita em uma elevação neste número. O acidente com o navio petroleiro Rena é considerado pelo governo como o pior desastre ambiental do país (Foto: Mike Hutchings/Reuters)


Ventos e fortes ondas quase viraram o navio Rena, encalhado em um recife na costa da Nova Zelândia desde o último dia 5. A embarcação transporta petróleo e vazamentos já atingem a costa do país. (Foto: Reuters/New Zealand Defence Force/Handout)

Globo Natureza, em São Paulo

Cientistas da Argentina rastreiam últimos exemplares de onça-pintada

Filhote de onça-pintada que foi rejeitado pela mãe após o parto, no interior de Goiás. Animal recebe tratamento de ONG (Foto: Divulgação/ONG Nex)
Filhote de onça

Animais correm risco de extinção no país devido à caça predatória.
Estima-se que restam 50 onças no lado argentino das Cataratas do Iguaçu.

As peles de onças-pintadas mofadas em exposição em um escritório do governo em Buenos Aires são uma triste lembrança da precária existência desses felinos nas florestas do norte da Argentina.

As Cataratas do Iguaçu, na fronteira com Paraguai e Brasil, marcam agora o limite externo do alcance das onças-pintadas na Argentina. Estima-se que apenas 50 dessas onças vivam na selva subtropical ao redor das famosas cataratas.

Fora da vista das hordas de turistas, cientistas argentinos vêm monitorando uma das últimas populações remanescentes de onças-pintadas do país desde 2003. O objetivo do Projeto Jaguar (como também são conhecidas as onças-pintadas) é colocar colares de rastreamento com GPS nos animais para observar como eles são afetados pela agricultura e outras atividades.

Na maior parte dos anos, eles normalmente registram dois ou três animais durante uma campanha de rastreamento de um mês, mas desta vez nenhuma onça-pintada foi presa para ter o colar colocado, disse o líder da equipe Agustin Paviolo.

"Os estudos de risco populacional que vimos conduzindo em colaboração com o zoológico Lincoln Park, em Chicago, indicam que no período entre 20 e 30 anos, a probabilidade de extinção é bastante alta se não tomarmos uma atitude para reduzir as ameaças a essa população", afirmou.


Exemplar de onça-pintada que vive nas florestas existentes no Parque Nacional do Iguaçu, que abriga as cataratas de mesmo nome, e faz fronteira com a Argentina (Foto: Divulgação/Concessionária Cataratas do Iguaçu S/A)

Risco de vida
A floresta do norte da Argentina foi classificada como uma das áreas onde as onças-pintadas têm menor probabilidade de sobrevivência, junto com partes do Brasil, Venezuela, Guiana e locais na América Central e México.

As onças-pintadas costumavam rondar partes do sul dos Estados Unidos, descendo até a Patagônia, mas ocupam agora apenas 40 por cento de sua área histórica.

O World Wildlife Fund (WWF) estima que apenas 15.000 estão na selva, uma vez que o desmatamento as priva de alimentos e as torna mais vulneráveis a caçadores.

Cerca de 18 mil onças-pintadas foram mortas em todo o mundo a cada ano por causa da pele durante os anos 1960 e 70, e a caça continua sendo uma ameaça a elas apesar das campanhas atuais contra o uso de pele animal.

As onças-pintadas de pelúcia, tapetes de pele do animal e jaquetas à mostra no escritório de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do governo foram confiscados por autoridades nos últimos anos.

Da Reuters
G1

Greenpeace Brasil - O Xingu arde



Foto tirada da Estação Espacial Internacional mostra queimadas ao longo do Xingu (Crédito: ISS/Nasa)

Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ou ISS, na sigla em inglês) registraram uma imagem da Amazônia que nós, como brasileiros, não podemos ter orgulho: áreas queimadas e uma considerável nuvem de fumaça ao longo do rio Xingu, um dos mais extensos da Amazônia.

A foto, obtida no dia 17 de setembro de 2011, ilustra o corte e a queima no estado do Mato Grosso. Na imagem ainda é possível ver algumas áreas expostas de areia, o que mostra que o rio está em seu estágio de baixo fluxo, ou seja, no período anual da seca.

Ao longo de seus 2,3 mil km, o rio Xingu tem sido impactado por projetos de infraestrutura como as obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Mas a história não se resume a isso, infelizmente. Desde a década de 1960, a Amazônia se tornou alvo crescente de grandes grupos ligados ao agronegócio e sofe contínuo e acelerado processo de conversão de suas florestas para pastos e lavouras de produção extensiva.

Um dos métodos mais utilizados para o desmatamento é o fogo. E queimadas, especialmente na época de seca, são vistas ao longo do curso dos rios e em espaços abertos no meio da floresta. Uma vez que as regiões desmatadas são facilmente identificáveis a partir do espaço, também fica mais fácil seguir a taxa de desmatamento.

Neste ano, enquanto acirrava-se o debate sobre a reforma do Código Florestal no Congresso Nacional, o Mato Grosso – conhecido internacionalmente pela produção de grãos, pela agropecuária e por seus passivos ambientais – teve o maior índice de derrubada entre os Estados amazônicos. Se os ruralistas de Brasília ganharem o que desejam, os astronautas verão cada vez mais cenas como essa.


Leia mais sobre Código Florestal.

Assine a petição. Leia mais >

Postado por Camorim - 10 - out - 2011 

Tráfico de Animais está dizimando a Fauna Brasileira


Foto: Divulgação da Polícia Militar Ambiental de São Paulo.

Apreensão de filhotes de papagaio feita pela Polícia Ambiental do Estado de São Paulo em Presidente Prudente (SP), dia 28/09/2011  

Época de reprodução na natureza, época dos traficantes faturarem alto

Somente em três apreensões de setembro/2011 foram encontrados em poder dos traficantes mais de 1000 filhotes de papagaio. Imaginem quantos ninhos foram saqueados para obter esta quantidade de filhotes.

Que tragédia, Meu Deus! E tem gente que compra um filhote de papagaio achando que não tem nada a ver com este crime hediondo contra a vida. O tráfico existe porque tem consumidor.

Estes filhotes apreendidos mesmo que sobrevivam jamais poderão voltar para natureza. O destino será o cativeiro, até que a morte chegue para lhes aliviar o sofrimento

Ocorrência: 26/09/2011

Apreendidos 517 papagaios no trevo do ibó, em Belém do São Francisco (PE)

O Ibama foi acionado pela Polícia Federal em Pernambuco para fazer a autuação de dois homens presos, acusados de tráfico de animais silvestres na madrugada da última segunda-feira (26) na BR-316, no trevo do Ibó, em Belém do São Francisco/PE. Os infratores transportavam 517 papagaios num caminhão em condições precárias, amontoados em grades de ferro muito pequenas. Os animais seriam levados de Juazeiro/BA para Caruaru/PE e Maceió/AL. A Polícia Federal acredita que as aves seriam comercializadas na feira de Caruaru ao preço que varia de R$ 100,00 a R$ 200,00 e uma rede de traficantes de animais silvestres pode estar atuando na região, utilizando as BRs 428, 316 e 232 como rota de escoamento das aves. O Ibama aplicou uma multa no valor de R$ 5,17 milhões a cada um dos presos. No início da tarde, as aves foram transportadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Recife.

Ocorrência: 28/09/2011

Apreensão de 200 filhotes de papagaio

Trata-se de uma apreensão realizada por uma de nossas Patrulhas Ambientais, no município de Presidente Prudente.

A ocorrência foi atendida na madrugada de quarta-feira passada e culminou com a apreensão de 200 filhotes de papagaio que estavam sendo traficados do Mato Grosso do Sul e tinham como destino a Capital.

Infelizmente, cerca de 50 filhotes já estavam mortos.

Os filhotes foram destinados a uma instituição da região para os devidos cuidados.

Contra os traficantes foram arbitradas multas que totalizaram R$ 311.500,00, além da responsabilização penal imposta.

O resultado, em que pese indesejado, decorre da intensificação das ações de fiscalização desencadeada em todo o Estado.


Coronel PM - Comandante
Comando de Policiamento Ambiental
Rua Colônia da Glória, 650 - Vila Mariana - CEP 04113.001 - São Paulo - Capital
Fone: (11) 5082.3330

"JUNTOS, FAREMOS UMA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL CADA VEZ MAIS FORTE".



Apreensão de filhotes de papagaio feita pela Polícia Ambiental do Estado de São Paulo em Presidente Prudente (SP), dia 28/09/2011 - Foto: Divulgação da Polícia Militar Ambiental de São Paulo.

Ocorrência: 16/09/2011

R7 Noticias Do MS Record - Divulgação/PMA

Dupla é presa com 306 filhotes de papagaio em MS


Aprensão de filhotes de papagaios feita pela Polícia Rodoviária Federal em Bataguassu (MS), no dia 15/09/2011. O destino era a capital paulista. Foto: Divulgação da Policia Militar Ambiental de São Paulo.

Aves foram encontradas dentro de uma caixa em um carro na BR-267

Além dos papagaios, foi apreendido um filhote de arara

Dois homens foram presos na quinta-feira (15), na rodovia BR-267, na região de Bataguassu (MS), com 306 filhotes de papagaio e um filhote de arara, que estavam em caixas dentro de um veículo. Após perseguição policial, eles tentaram fugir, abandonando o veículo na estrada, mas foram detidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). As informações são do MS Record.

Os suspeitos, que moram em São Paulo, foram autuados pela PMA (Polícia Militar Ambiental) da cidade em R$ 153.500 cada um e foram encaminhados à Polícia Civil.

Os animais foram recolhidos pela polícia e foram transportados para o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), em Campo Grande.

Tráfico
De acordo com a Polícia Militar Ambiental, de setembro a dezembro, é período de reprodução do papagaio, a espécie mais traficada em todo o Mato Grosso do Sul. Nesta época, são realizados trabalhos preventivos nas propriedades rurais, por meio de informação da legislação e educação ambiental, para evitar o aumento do tráfico de animais silvestres.

Apreensões
A última apreensão da espécie ocorreu no último sábado (10), quando foram apreendidos 144 filhotes no distrito de Casa Verde, Nova Andradina.

Segundo levantamento da PMA, a região principal do problema está situada entre os municípios de Batayporã, Bataguassu, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Três Lagoas, Santa Rita do Pardo, Nova Andradina e Brasilândia.

Nestas áreas, os policiais estão em constante monitoramento do movimento dos traficantes.

Postado por ALEXANDRE PIMENTEL

Leia poema do vencedor do Nobel, Tomas Tranströmer



Apesar de popular na escandinávia, poeta Tomas Tranströmer possui apenas um poema traduzido para o português

O poeta sueco Tomas Tranströmer possui um poema traduzido para o português e publicado no Brasil.

A obra de 11 estrofes chamada “Poemas haikai” faz parte da coleção “Poesia Sempre”, da Fundação Biblioteca Nacional, lançada em 2006 com tradução de Marta Manhães de Andrade.

Leia abaixo a íntegra de “Poemas haikai”:

“Os fios elétricos
estendidos por onde o frio reina
Ao norte de toda música.

O sol branco
treina correndo solitário para
a montanha azul da morte.

Temos que viver
com a relva pequena
e o riso dos porões

Agora o sol se deita.
sombras se levantam gigantescas.
Logo logo tudo é sombra.

As orquídeas.
Petroleiros passam deslizando.
É lua cheia.

Fortalezas medievais,
cidades desconhecidas, esfinges frias,
arenas vazias.

As folhas cochicham:
Um javali está tocando órgão.
E os sinos batem.

E a noite se desloca
de leste para oeste
na velocidade da lua.

Duas libélulas
agarradas uma na outra
passam e se vão

Presença de Deus.
No túnel do canto do pássaro
uma porta fechada se abre.

Carvalhos e a lua.
Luz e imagem de estrelas salientes.
O mar gelado.”


Escritor sueco Tomas Tranströmer é o vencedor do Nobel de Literatura de 2011

Estocolmo, 6 out (EFE).- O sueco Tomas Tranströmer, que ganhou o prêmio Nobel de literatura nesta quinta-feira, é o primeiro poeta a ser agraciado com a honraria desde 1996, quando a polonesa Wislawa Szymborska foi laureada.

Tranströmer nasceu em 1931 em Estocolmo e publicou seu primeiro livre, "17 dikter" ("17 poemas)", em 1954. Desde o lançamento da obra, o escritor se tornou uma referência na literatura escandinava. Logo após sua publicação, "17 poemas" foi considerado um dos livros de poesia mais importantes dos anos cinquenta.

Desde então, Tranströmer escreveu várias obras, traduzidas para mais de 50 idiomas, que tinham como pano de fundo o cotidiano e a natureza. O poeta já tinha conquistado vários prêmios literários importantes, como o Bonnier para a Poesia, o Neustadt e o Petrarch da Alemanha.

Nos últimos anos, seu nome era cotado para ganhar o Nobel. Em 1990, Tranströmer sofreu um AVC que o deixou com dificuldades motoras e de fala, mas que não o impediu de continuar escrevendo. Além de escritor, ele é formado em psicologia e trabalhou durante muito tempo com a reabilitação de jovens envolvidos com o crime.

O poeta era tradutor e adaptou várias obras conhecias para sua língua natal. Ele é o oitavo escritor sueco a ganhar o Nobel de literatura. Os últimos tinham sido Eyvid Johnson e Harry Martinson, em 1974.

Jessica Gow/Reuters 


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