Estarão presentes representantes dos signatários do programa, atualmente 23 entidades, do setor madeireiro, da construção civil, da sociedade civil organizada e do governo. O evento ainda contará com pronunciamentos de autoridades convidadas dos governos Estadual e Municipal de São Paulo. Mais informações e inscrições podem ser feitas pelo site www.anggulo.com.br/madeira/2011/site.
No evento, que terá palestra magna do economista e ambientalista Sergio Besserman, conselheiro do WWF-Brasil e abertura feita por Rachel Biderman, coordenadora do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces), será lançado o site do programa Madeira é Legal. Na ocasião, representantes dos principais segmentos envolvidos na cadeia produtiva da madeira falarão sobre os resultados dos dois anos do programa.
Dimitrios Paleologos, vice-presidente do Sindicato do Comércio Atacadista de Madeiras do Estado de São Paulo (SINDIMASP), mostrará que as ações tomadas até agora já começam a derrubar mitos no setor da Madeira. Já há consenso em torno de que o madeireiro precisa dos ecossistemas florestais e de que, por meio do Manejo Florestal Sustentável, é possível agregar valor econômico à floresta sem destruí-la.
Em seguida, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), representado pelo engenheiro florestal e pesquisador da Seção de Sustentabilidade de Recursos Florestais do CT Floresta - IPT, Marcio Nahuz, mostrará como espécies madeireiras menos conhecidas no mercado podem ser usadas para substituir aquelas mais desejadas pelos consumidores. Isso ajuda a evitar o escasseamento de certas variedades e mostra como outras, ainda que menos conhecidas, podem ser utilizadas com aproveitamento igual ou superior.
Pela sociedade civil, Malu Villela, coordenadora da Rede Amigos da Amazônia do Centro de Estudos em Sustentabilidade e Centro de Estudos em Administração Pública e Governo, ambos da Fundação Getulio Vargas, apresentará algumas iniciativas da Rede Amigos da Amazônia, que conta com a participação do estado e cidade de São Paulo. A Rede tem o objetivo de fomentar a criação de legislações que eliminem a madeira de origem ilegal das compras e contratações públicas, bem como aprimorar a fiscalização do transporte e comercialização da madeira amazônica.