sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Palmas, a “capital das oportunidades”, sediará a sétima edição do Amazontech.


Amazontech incentiva iniciativas empreendedoras na Amazônia Legal 


O Tocantins, Estado mais novo da federação, apresenta uma localização geográfica privilegiada por estar no centro do Brasil, fazendo divisa com cinco Estados, além de integrar a Amazônia Legal. Esse ambiente o torna economicamente competitivo em relação ao transporte de cargas para todo o país, seja pelas rodovias federais, transporte aéreo e muito em breve pela Ferrovia Norte-Sul.

Palmas, a última capital do século 20, completamente planejada, é conhecida como uma terra de oportunidades, atrativa para migrantes e propícia ao aporte de novos investimentos. De acordo com o Censo Demográfico 2010, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Palmas foi a capital brasileira que mais cresceu na última década. Em 2000 a cidade apresentava uma população de 137,355 habitantes, hoje, conta com mais de 228 mil habitantes.

Diante desse cenário favorável, Palmas será palco, de 18 a 22 de outubro de 2011, da sétima edição do Amazontech, um programa multidisciplinar que, por meio do incentivo ao desenvolvimento científico-tecnológico e à inovação, busca promover o desenvolvimento econômico sustentável da Amazônia Legal. O Espaço Cultural de Palmas e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Públicos – Semasp serão preparados e adaptados para receber as principais estruturas do evento.

O Amazontech é um Programa do Sebrae desenvolvido pelos Estados e Sebrae nas Unidades Federativas da Amazônia Legal, Sebrae Nacional, Governo Federal, Embrapa, Universidades Amazônica e outros parceiros institucionais. Acesso a mercados, políticas públicas, responsabilidade sócio-ambiental e educação, com o propósito de assegurar competitividade e sustentabilidade fazem parte do conjunto de estratégias do programa.

Para o diretor superintendente do Sebrae no Tocantins, Paulo Massuia, o Amazontech veio para cumprir seu papel estratégico de tornar-se um dos catalisadores da integração regional e da consolidação de um mercado para os produtos da Amazônia, focados nos pequenos negócios. “Mais que desejar um desenvolvimento sustentável em suas múltiplas dimensões, o que se propõe é que o conhecimento construído no Amazontech seja um processo promovido de dentro para fora, ou seja, da Amazônia para o mundo. O conhecimento deve ser gerado, fomentado e enriquecido aqui mesmo”, esclarece Massuia.

Com o objetivo de divulgar o programa e captar parcerias e recursos foram realizadas no mês de abril e maio visitas institucionais e lançamentos do Amazontech em Belém, São Luiz, Cuiabá, Porto Velho, Rio Branco, Boa Vista, Manaus e Macapá. Foram realizadas ainda visitas institucionais ao Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Desenvolvimento, Indústrias e Comércio Exterior, Ministério do Meio Ambiente, Embrapa e Organização do Tratado de Cooperação Amazônica – OTCA em Brasília.

Estratégias de articulação institucional e de divulgação já estão em andamento com o intuito de mobilizar a participação de representantes dos oito países latinos que compõem a Amazônia Legal, sendo eles Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Tocantins, Roberto Pires, comenta que um dos grandes destaques do Amazontech será a Vitrine Tecnológica da Embrapa. “Esta ação promete atrair empresários do agronegócio, estudantes do ensino fundamental, universitários e visitantes interessados em inovação e transferência de tecnologias voltadas para agropecuária. O público terá a chance de conhecer e vivenciar, na prática, o trabalho da Embrapa reconhecido mundialmente”, explica o presidente, acrescentando que já está em negociação com a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado do Tocantins (Seagro) a realização do Congresso Amazônico de Apicultura da Região Norte, durante o Amazontech.

Mila Jaber, diretora técnica do Sebrae Tocantins, conta que outra novidade que está sendo articulada é a programação cultural do Amazontech. “Nossa proposta é disponibilizar durante os cincos dias o melhor da cultura dos nove Estados. Para isso criamos um comitê gestor formado por representantes da Secretaria de Cultura do Estado do Tocantins, da Fundação Cultural de Palmas, do Serviço Social do Comércio (Sesc/TO), da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) e do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO)”, ressalta.

Segundo a diretora, esse comitê terá a responsabilidade de definir o roteiro cultural do evento, bem como organizar o fórum que visa discutir e propor políticas públicas focadas no desenvolvimento da cultura amazônica, além de dar visibilidade às diversas manifestações culturais.

Sobre o evento


O Amazontech surgiu como resultado de reflexão e compreensão profunda sobre as necessidades do setor produtivo no contexto da Amazônia Legal, que se destaca pela característica singular de conter o maior bioma de floresta tropical do planeta. A Amazônia brasileira ocupa 61% do território nacional, com seus 510 milhões de hectares, tem uma cobertura vegetal equivalente a 22% da reserva florestal do planeta e seu reservatório de água doce detém 20% do total disponível na Terra.

Diante deste enorme potencial econômico e natural, o Amazontech visa encontrar novos rumos para a ciência, a tecnologia, a inovação e os pequenos negócios na Amazônia. O programa tem como proposta contribuir para a mobilização dos atores sociais da Amazônia em prol da integração de propósitos e esforços direcionados para a construção de um modelo de desenvolvimento fundamentado nas vocações sócio-econômicas e ambientais da região.

Desta forma, serão trabalhados no programa sete eixos temáticos que abordam Tecnologias para o uso sustentável dos recursos naturais; Biotecnologia para a Amazônia; Desenvolvimento Sustentável para os pequenos negócios; Cidades inovadoras e sustentáveis e as oportunidades de negócios; Meio Digital, TIC e Sustentabilidade; Fontes alternativas de energia e Mudanças climáticas.

Durante cinco dias os participantes poderão visitar a área de exposição de produtos, serviços e tecnologias, apropriados a negócios sustentáveis; dias de campo; vitrine tecnológica de produtos vivos; rodadas de negócios e de projetos; cursos, clínicas, oficinas, palestras, seminários; cozinha experimental; exposição multimídia “Amazônia Sustentável”; painel de oportunidades de negócios e investimentos na Amazônia, além do Prêmio “Amazônia Sustentável”.

Público-Alvo

Empresas do setor privado como indústria, comércio, serviço e agronegócios; instituições financeiras; organizações governamentais e não governamentais, nacionais e internacionais; instituições de ensino superior e comunidade acadêmica; instituições de ciência e tecnologia; organismos financiadores de Estudos, Pesquisas e Projetos, profissionais da imprensa, comunidade em geral e profissionais autônomos comprometidos com a sustentabilidade da Amazônia Legal.

Histórico

O programa surgiu em 2001, por iniciativa dos agentes Sebrae da Amazônia Legal, executado em parceria com o Governo Federal, Embrapa, Governos Estaduais da Amazônia Legal e Universidades Amazônicas e outras instituições atuantes na região. Hoje, o Amazontech é um evento de projeção internacional, que ocorre a cada dois anos, sempre em um Estado brasileiro que compõe a Amazônia Legal. O programa já ocorreu em Roraima, Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Maranhão.

Mais informações:

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