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sábado, 13 de dezembro de 2014

Documentário - O Pantanal (The Pantanal HD)




Pantanal Selvagem

O coração da América do Sul esconde um remoto e secreto mundo, um paraíso violento. Secas e enchentes devastadoras dão forma à vida das exóticas criaturas que lutam pela sua sobrevivência. Em uma área dez vezes maior que os Everglades da Flórida, o Pantanal está no coração do Brasil. A área parece idílica, mas a vida aqui é difícil. Quando a enchente anual começa a baixar, o Pantanal brasileiro torna-se território de grandes felinos. As batalhas entre onças-pintadas e jacarés acontecem em um cenário com todos os mais extremos elementos da Terra. Animais de terra devem lutar por sua chance para comer, conhecer e reproduzir-se.. Lar de alguns dos animais silvestres mais raros do mundo, tal como o uacari, o local é um dos maiores refúgios do Planeta para espécies como a onça, a águia-harpia e o peixe-boi.

Berço da VidaMilhares de quilômetros de floresta densa escondem um mundo de histórias extraordinárias de adaptação e sobrevivência. Peixes que podem saltar um metro fora da água para apanhar sua presa, tatus que nadam pela floresta inundada, rãs com pele tóxica e flores que capturam besouros para trocar de sexo da noite para o dia. Relações atípicas se desenvolveram no Pantanal. Uma árvore troca comida e abrigo pela proteção de formigas que lutam até a morte quando a árvore é atacada.

Mas o Pantanal está ameaçado. O impacto do ser humano neste mundo natural já o alterou drasticamente. Grandes predadores são essenciais para o equilíbrio da floresta como um todo. Os cientistas tentam estudar a furtiva e pouco conhecida onça.

Surpreendentes imagens dos seres vivos que habitam o Pantanal:
Brasil Secreto, PantanalBrasil Secreto, Pantanal




Surpreendente documentário HD produzido pela Rede Globo e suas afiliadas para o programa semanal da emissora Globo Repórter, O Pantanal, uma das maiores riquezas naturais do Brasil, situado na Região Mato-Grossense e em parte do Norte, o Pantanal guarda uma biodiversidade enorme e encantadora, em meio a Sucuris, Crocodilos e Ariranhas

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Pantanal sul-mato-grossense é retratado em vídeo da WWF-Brasil



O Pantanal é a maior área úmida continental do planeta e berço de uma rica biodiversidade.O vídeo mostra um pouco da beleza deste importante bioma. 

Vídeo produzido pelo WWF-Brasil mostra belezas naturais, ameaças e exemplos de projetos de conservação apoiados pela ONG no Pantanal, a maior área úmida continental do planeta e berço de uma das maiores biodiversidades do mundo.

As imagens foram captadas em uma viagem de campo organizada pelo WWF-Brasil no ano de 2011, com o produtor de vídeo Marco Sarti e o fotógrafo Adriano Gambarini. O objetivo foi registrar, por meio de fotos e vídeos, o Pantanal e as áreas do Cerrado na Bacia do Alto Paraguai.

A WWF teve contato com as Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) Buraco das Araras e Rio da Prata, nos municípios de Jardim, e Neivo Pires, em Miranda.

Já em Corguinho, a equipe conheceu as RPPNs Vale do Bugio e Gavião de Penachoe, em Aquidauana, visitou a fazenda de turismo ecológico e produção orgânica São José (Pousada Aguapé), onde foram produzidas imagens do Rio Aquidauana, da paisagem e de animais do Pantanal.

O roteiro incluiu também a fazenda de pecuária orgânica Rancharia, no Pantanal da Nhecolândia, onde o meio de transporte para se chegar na maior parte do ano é só o avião.

Além da fazenda, a imensa planície alagável foi sobrevoada, do Pantanal da Nhecolândia até Corumbá, registrando imagens das lagoas e salinas que compõem a paisagem pantaneira, uma visão única e especial desta que é uma das mais belas e remotas regiões do Pantanal.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O Pantanal visto por Aerenilso, um "pantaneiro" de 10 anos (Projeto Jaguar / ONG Panthera)

O Pantanal visto por Aerenilso, um miúdo de 10 anos (VÍDEO)

Produzido pela ONG Panthera.org






No Pantanal nosso objetivo é de melhor documentar a extensão até onde as onças criam conflito com as fazendas de gado. Quase 80% do Pantanal é usado para a pecuária e é um fato que as onças podem eventualmente atacar o gado. No entanto, fazendeiros locais frequentemente culpam as onças por todas as mortes de gado nos campos de pastagem e nós queremos investigar isso em detalhes.. Com as coleiras transmissoras, nós temos o único meio técnico possível de se produzir os dados científicos sólidos que precisamos para saber quais são as quantidades exatas de perdas reais de gado para as onças, assim como obter números precisos sobre quantos gatos selvagens podem ser mortos ilegalmente. Com essa informação em nossas mãos, nós podemos experimentar mudanças na técnica de proteção ao gado, tais como cercas elétricas, búfalos que guardam a manada, separação em currais protegidos para o gado jovem e vulnerável, e por aí em diante. Queremos demonstrar aos pecuaristas, que ainda possam estar relutantes, quais são as técnicas que podem realmente reduzir as suas perdas. Ao fazer isso, esperamos que possa ser estabelecida uma melhor relação de convivência entre pecuaristas e a onça. Se tivermos sucesso, no futuro as onças estarão mais seguras quando atravessarem as fazendas de gado.


Uma foto armadilha da câmera de um jaguar (onça),
com coleira no Pantanal brasileiro.

É impossível obter essa informação apenas observando os animais ao longo dos rios ou colocando câmeras automáticas escondidas que fotografam onças e outros animais selvagens quando eles passam. Ambas as técnicas são úteis para prover alguma informação sobre o número de onças, especialmente as armadilhas fotográficas, que fornecem informações precisas para estabelecer as estimativas de densidade. Mas esses recursos não nos permitem responder a contento à questões a respeito dos conflitos entre as onças e os criadores de gado.. Nossas coleiras transmitem informações à distância, então podemos seguir as onças enquanto essas se deslocam pela paisagem; as coleiras indicam até mesmo mesmo o local e o momento precisos de quando uma onça morre, então mesmo que não possamos examinar pessoalmente um animal morto, podemos ter informações que alertem quando muitos estão morrendo em uma determinada região e, aí, investigar melhor quais as causa dessas mortes. Não há como obter esse mesmo tipo de informação simplesmente observando onças por algumas horas por dia na beira dos rios, essa informação é preciosa e é essencial para se lidar com a questão do conflito homem x predador.

É um erro achar que as coleiras vão ficar no animal por toda a sua vida. Nossas coleiras são desenhadas com um dispositivo que faz com que elas se desprendam automaticamente depois de um período estipulado de dois anos. Isso significa que não temos que capturar um animal pela segunda vez para remover a coleira.




Os cientistas da fundação Panthera já capturaram centenas de felinos selvagens de muitas espécies diferentes em todos os continentes do mundo onde esses animais aparecem. Nós colocamos o mais alto valor na segurança total dos animais e temos muitas décadas de experiência em grupo para assegurar que esse processo seja realizado dentro dos padrões mais altos de segurança. É triste que sejamos ocasionalmente representados como “cientistas sem coração” interessados apenas em dados quando na realidade cada um de nossos biólogos faz sacrifícios pessoais e se coloca em situações de risco ao trabalhar com espécies selvagens, simplesmente porque nós realmente os amamos profundamente. Ao prosseguir com processos científicos rigorosos, nós temos esperança de garantir a continuidade de sua existência, para que as gerações futuras também tenham a possibilidade de continuar a amá-los.



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Luke Hunter, PhD
President
PANTHERA

Às Estrelas


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A gigante de couro pode atingir dois metros de comprimento e pesar até 750 kg.