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terça-feira, 12 de julho de 2011

Compreendendo o Agronegócio

 Sociedade e Economia do Agronegócio

O objetivo do projeto “Sociedade e Economia do Agronegócio: um estudo exploratório” é conhecer a (as) sociedade(s) do “agronegócio”. Não apenas os agentes diretamente envolvidos nas atividades agrícolas, industriais ou de gerenciamento. É importante, sem dúvida, conhecer as relações que se estabelecem entre os que administram a produção agrícola e industrial e seus subordinados que, é bom lembrar, em textos mais genéricos, são considerados inexistentes: como se o uso de máquina eliminasse os que as manejam do processo produtivo, e como se a utilização de insumos industrializados descaracterizasse seu trabalho como trabalho na terra.

Mas nossa preocupação é mais ampla que a unidade agrícola ou a planta industrial: interessa-nos focalizar toda a teia de relações sociais que atravessa o chamado agronegócio, de que as relações de trabalho constituem apenas um dos aspectos. Trata-se de identificar /estudar todo o (os) conjunto (s) de posições e de oposições sociais que permitem o chamado agronegócio existir como existe.

Adicionalmente, interessa-nos, ainda, observar como tais posições se consolidaram – ou se opuseram – em relação a um conjunto de políticas públicas – setoriais ou não – que marcaram e continuam a definir a forma de intervenção do Estado nessas áreas, ainda que tais mecanismos de política tenham sido percebidos de forma diferenciada pelos diferentes grupos sociais e implementados a partir de estratégias governamentais não necessariamente sinérgicas.

Uma investigação sobre um objeto com limites tão fluídos tem um caráter necessariamente exploratório. Trata-se menos de questionar interpretações do que preencher um vazio. O que se pretende é produzir um quadro amplo, inclusivo, de base quantitativa disso que tem sido designado como agronegócio e um conjunto de estudos etnográficos - alguns com características mais convencionais; outros mais centrados em questões que forem se apresentando ao longo da pesquisa – que “dêem carne” a esse ente meio fantasmagórico com que nos defrontamos todos os dias nas páginas da grande imprensa, nas discussões sobre a política econômica do país, nos estudos em torno da questão fundiária etc.

Para um maior detalhamento da pesquisa consulte o projeto original no link Acervo.

Índice de Cidades Verdes


Patrocinada pela Siemens, a Unidade de Inteligência do The Economist realizou um estudo sobre a sustentabilidade das grandes cidades do mundo. A avaliação considerou os fatores energéticos, saneamento, emissões de CO2, transportes, uso do terreno, entre outros. Os resultados foram classificados em um Índice de Cidades Verdes, com o objetivo de revelar as melhores práticas encontradas e educar sobre a importância dos centros urbanos na questão ambiental.

Na América Latina, 17 cidades foram avaliadas: Cidade do México, Monterrey, Puebla e Guadalajara, no México; Lima, no Peru; Buenos Aires, na Argentina; Montevidéu, no Uruguai; Quito, no Equador; Santiago, no Chile; Medellín e Bogotá, na Colômbia; Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba, no Brasil.


As cidades foram selecionadas de acordo com seu tamanho e disponibilidade de informações. O estudo analisou 31 indicadores de cada centro urbano e considerou Curitiba como a melhor avaliada. Guadalajara e Lima obtiveram os piores resultados.

Kaid Benfield, Diretor de Comunidades Sustentáveis & Crescimento Inteligente do Natural Resources Defense Council de Washington (EUA), escreveu um artigo falando sobre os resultados positivos desta iniciativa.

Segundo Benfield, embora a metodologia das listas e rankings possa ser contestada, elas sempre colaboram para o debate do tema e para indicações da situação atual. Principalmente se “os autores passaram algum tempo descrevendo as características particulares que tornam a avaliação de um local desfavorável ou favorável", escreveu Benfield no texto A Closer Look at the Green City Index.

A parceria entre Siemens e The Economist continua gerando avaliações. Os próximo alvos de análise serão as cidades do continente africano.

Etanol Verde


Made in Brazil

O Brasil é um dos maiores e mais avançados produtores de etanol, seguido pelos EUA, Argentina, Quênia e Malawi. Garantir a qualidade, e não somente a quantidade, do biocombustível brasileiro é uma estratégia fundamental para entrar em novos mercados, além de contribuir com a diminuição dos impactos ambientais.

A produção nacional concentra-se na região Centro-Sul, responsável por aproximadamente 90% do etanol brasileiro. Em 2010, foram produzidos 27,9 bilhões de litros. Em 2003, antes da circulação dos veículos flex, que utilizam gasolina e álcool, o volume de litros produzidos era de 12,5 bilhões. O gráfico abaixo apresenta a curva de evolução da produção brasileira.



Para garantir a qualidade do etanol, o governo de São Paulo criou o Projeto Etanol Verde em parceria com a União da Indústria da Cana-de-açúcar (UNICA) e a Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul (ORPLANA). O objetivo do projeto é desenvolver ações que estimulem a sustentabilidade da cadeia produtiva de açúcar, etanol e bioenergia.


Dentro do Projeto Etanol Verde foi criado o Protocolo Agroambiental, um certificado que reconhece e premia as boas práticas ambientais do setor sucroenergético, renovado anualmente. Existente há três anos, o Protocolo cobre alguns dos principais pontos de redução dos impactos ambientais da indústria da cana. Entre eles, a antecipação dos prazos de eliminação da queima da palha da cana, a proteção dos remanescentes florestais em nascentes e matas ciliares, o controle das erosões e melhores práticas de uso do solo.

Sendo um polo de produção de etanol, o Brasil e, principalmente, o Estado de São Paulo, primam pela boa imagem e qualidade de seu biocombustível. O aumento da competitividade da indústria sucroenergética representa uma oportunidade sustentável para o país.

Às Estrelas


The Most Astounding Fact
O Fato Mais Importante (Legendado)

PET



Medicamentos - Descarte Consciente


Google Street View - Dados cartográficos

A gigante de couro pode atingir dois metros de comprimento e pesar até 750 kg.