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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Greenpeace - Denúncia


Denúncia: devastação e impunidade na Amazônia
Olá Mauricio,

Você acha normal o uso de trabalho análogo ao escravo e o desmatamento ilegal de floresta? O governo parece achar. Nos últimos dias, entregamos ao Ministério Público e ao Ministério do Meio Ambiente duas denúncias que, apesar de graves, continuam comuns na Amazônia.

A primeira delas foi na Floresta Nacional (Flona) de Altamira, no Pará. Na primeira posição entre as unidades de conservação mais desmatadas em setembro, a área continua sendo devastada. A segunda foi ao lado da Flona: um fazendeiro que tem uma lista de crimes ambientais e trabalhistas – como o uso de trabalho análogo ao escravo – foi beneficiado por um programa do governo de regularização de terras.

A falta de governança permanece a todo vapor na Amazônia, e a destruição vem na esteira dessa realidade. É por isso que precisamos da sua ajuda para levar ao Congresso a lei de iniciativa popular pelo desmatamento zero. Precisamos do maior número de assinaturas possível para mostrar ao poder público que a devastação e a impunidade não são mais toleradas pela sociedade.

Você que já deixou sua marca nessa iniciativa que vai fazer história no país,participe a todos para registrar o título de eleitor, facilitando a validação das assinaturas quando ela chegar ao Congresso. Compartilhe com seus amigos. Para continuarmos trabalhando por um Brasil verde e limpo, precisamos da sua ajuda. 
Marcio AstriniUm abraço,
Marcio Astrini
Coordenador da Campanha da Amazônia
Greenpeace
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Projeto do Corredor Ecológico do Jalapão é renovado


Parque do Jalapão 
Corredor Natural

As serras do Parque do Jalapão chegam até 800 m de altura. Neste corredor natural de transição até a região da pré-amazônia, as características da fauna e da flora são bastante comuns. Segundo pesquisadores, as formações rochosas no cerrado têm mais de 70 milhões de anos. A força do vento e o movimento das águas foram os responsáveis por abrir fendas no meio da vegetação, que formaram as cachoeiras, serras e montanhas da região.

A Agência Japonesa de Cooperação Internacional (Jica, na sigla em inglês) acaba de renovar com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) o termo de cooperação para a implementação do Projeto Corredor Ecológico da Região do Jalapão, que abrange unidades de conservação (UCs) em Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia.

Na última quinta (8), a Divisão de Mosaicos e Corredores Ecológicos (DMCE) do ICMBio recebeu e-mail do representante da Jica, Koji Asano, comunicando a prorrogação do contrato. Asano confirmou que a avaliação foi concluída na semana passada e que o projeto do Jalapão recebeu uma das mais altas posições entre todos os projetos apoiados pela Jica no mundo.

No período de extensão do projeto, que será de mais oito meses, indo até o final de 2013, deverá ser dada prioridade à criação do conselho de mosaico do Jalapão, à capacitação de conselhos municipais de Meio Ambiente e à implementação do plano estratégico do corredor ecológico do Jalapão.

2ª parte

Na sexta-feira (9), às 14h30, na sede da Secretaria de Meio Ambiente do Tocantins, foi feito o lançamento oficial ao público do sistema web-SIG Geo Jalapão, construído na rede da Seplan, e um dos produtos resultantes da assistência dada pelo projeto a seus parceiros e apoiadores.

Segundo Allan Crema, chefe da DMCE do Instituto Chico Mendes, entre os dias 12 e 14, haverá oficina em Brasília, com representantes do ICMBio e secretarias do Meio Ambiente do Tocantins e Bahia, para discutir as novas diretrizes e estratégias do projeto, que incluem o estabelecimento de conectividade ecológica e criação de UCs pelos estados.

O que é o projeto

O Projeto Corredor Ecológico da Região do Jalapão engloba, inicialmente, nove unidades de conservação, sendo três federais (Estação Ecológica Serra de Tocantins (TO), Parque Nacional Nascentes do Rio Paranaíba (PI) e APA Serra de Tabatinga (PI); duas estaduais e uma municipal em Tocantins (Parque do Jalapão, APA do Jalapão e Monumento Natural das Corredeiras e Cânion do Rio do Sono); duas estaduais na Bahia (APA Bacia do Rio Preto e Estação Ecológica do Rio Preto); e uma RPPN em Tocantins, Catedral do Jalapão.


O projeto é uma iniciativa do ICMBio, em cooperação técnica com a Jica e parceria com as secretarias de Meio Ambiente dos estados de Tocantins (Semades) e Bahia, Secretaria do Planejamento e Modernização da Gestão Pública do Estado do Tocantins (Seplan), o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais da Bahia e Ministério do Meio Ambiente (MMA), dentre outras instituições da região, incluindo os municípios.

O objetivo principal do projeto é reforçar a conservação dos ecossistemas da região do Jalapão por meio da integração entre as unidades de conservação federais, estaduais, municipais e privadas e a comunidade, com vista à construção do plano estratégico para implantação do corredor ecológico, no qual estão definidas as principais diretrizes, áreas e ações estratégicas necessárias para manter ou restabelecer a conectividade ecológica entre as áreas protegidas e preservar a natureza.

Biodiversidade
Mateiros - TO


O Corredor

Corredor Ecológico é um instrumento de gestão e de ordenamento territorial, legalmente definido pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC (lei 9.985 de 18 de julho de 2000) com o objetivo de garantir a integridade dos processos ecológicos nas áreas de ligação entre unidades de conservação (UCs), permitindo assim, o fluxo gênico e a livre dispersão das espécies entre estas áreas naturais protegidas. O Corredor Ecológico é uma estratégia fundamental para evitar os prejuízos ecológicos proporcionados pelo isolamento das áreas naturais protegidas em meio à malha urbana e rural e garantir a efetividade das unidades de conservação na preservação dos recursos naturais e da biodiversidade em longo prazo.

O Projeto Corredor Ecológico da Região do Jalapão é uma iniciativa do ICMBio, em cooperação técnica com a JICA e com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado do Tocantins - SEMADES, Secretaria de Planejamento e Modernização da Gestão Pública do Estado do Tocantins - SEPLAN e do Instituto Natureza do Tocantins - NATURATINS, dentre outros importantes parceiros. O objetivo principal do Projeto é reforçar a conservação dos ecossistemas da região por meio do fortalecimento da integração entre as unidades de conservação federais e estaduais junto as comunidades do Jalapão, permitindo a elaboração de planejamento participativo para definir as estratégias e as ações necessárias para manter ou restabelecer a conectividade ecológica entre as áreas protegidas da região do Jalapão.


Vídeo: A importância da conservação e criação de áreas para o trânsito da vida silvestre

Greenpeace - Raposa do Ártico - O Brasil é um dos países que mais tem ajudado


Ajude-nos a salvar o Ártico. Assine e compartilhe a petição.
Olá Maurício,
O Brasil não é nem um pouco parecido com o local onde vivo, o Ártico. É um país onde não há neve, nem ursos polares e, ao contrário do polo norte, as temperaturas médias estão acima de 20ºC. No entanto, apesar das diferenças e da gigantesca distância física que os separa, o Brasil é um dos países que mais tem ajudado a proteger a região contribuindo com assinaturas na petição que pede a criação de um santuário global na região. Você pode nos ajudar compartilhando a petição e incentivando que outras pessoas também a assinem.
Divulgue a campanha
Obrigada por ser um dos 185 mil brasileiros que decidiram agir para defender o Ártico. Cada assinatura é importante para que seja possível pressionar os líderes mundiais a tomarem a decisão de cuidar de um dos ecossistemas mais importantes para o equilíbrio climático global. Já somos mais de dois milhões lutando pelo Ártico e precisamos que mais pessoas se juntem à nós.
O volume de gelo no polo norte nunca esteve tão baixo e se depender de algumas empresas que querem explorar petróleo na região, as temperaturas continuarão subindo e a vida animal local será ameaçada. 
Raposa do ÁrticoRaposa do Ártico
Símbolo da campanha polar do Greenpeace
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