domingo, 28 de agosto de 2011

SOS Mata Atlântica mostra péssimos índices de qualidade nos rios da Floresta Atlântica



A Fundação SOS Mata Atlântica divulgou o resultado do monitoramento de corpos d’água que realizou em 2010. Foram analisados rios e córregos de 12 estados brasileiros que compreendem o bioma Mata Atlântica e também o Distrito Federal. Infelizmente as novidades não são nada animadoras.

A análise da água que foi feita pelo método IQA, aplicado pelo Ministério do Meio Ambiente, classificou os corpos de água em ótimos, bons, regulares, ruins e péssimos. Dos 43 corpos d’água analisados, não houve nenhum classificado como bom ou ótimo. 25% deles ficaram dentro do nível ruim, 5% dentro do nível péssimo e os outros 70% restantes no nível regular.

A ONG alerta para a grande necessidade de mobilização das pessoas para a melhoria da qualidade da água. De acordo com a coordenadora do programa, Malu Ribeiro, os índices de qualidade do ano de 2010 são assustadores e a sociedade ainda trata a água com muito descaso.

“Queremos despertar nas pessoas este estado de alerta, a necessidade de mudança de comportamento. Encontramos rios cada vez mais comprometidos, mesmo em regiões em que imaginávamos boas condições”, afirma Malu.

Para Malu, a solução é um maior envolvimento da população local de cada lugar, que acompanhe os rios e cobre ações das autoridades. E para você, como o problema da qualidade da água pode ser resolvido? Você acha que apenas um maior envolvimento da sociedade pode mesmo refletir diretamente nos padrões de qualidade dos corpos d’água? E como fazer a sociedade interagir?

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