Todos pela Natureza!

domingo, 22 de maio de 2011

Vencedores do Prêmio Nobel cobram envolvimento de autoridades mundiais com a sustentabilidade

Com o apoio de especialistas, eles alertam para o impacto 
gerado pela humanidade após o início das atividades industriais.

A luta pelo futuro do planeta ganhou 20 novos reforços, todos vencedores do prêmio Nobel. O grupo se reuniu na última quarta-feira (18) para solicitar envolvimento das autoridades mundiais no que diz respeito às questões ambientais, em ações urgentes.
O documento com as recomendações foi enviado à ONU e chamado de “Memorando de Estocolmo”, em referência ao local que sedia a Fundação Nobel. Nele, os vencedores do Prêmio Nobel, com a ajuda de especialistas, alertam para o impacto gerado pela humanidade após o início das atividades industriais.
Diante da realidade atual, o grupo preparou também uma série de recomendações de ações que podem ser colocadas em prática se as lideranças mundiais se voltarem para esse objetivo, de cuidado com o meio ambiente e desenvolvimento sustentável do planeta.
Entre as sugestões está a preocupação com o atual modelo agrícola, que deveria passar por um revolução para se tornar mais ecológico, capaz de suprir as necessidades da população humana, sem deixar rastros no futuro dessa geração. Além disso, foi estabelecido o objetivo de definir estratégias de contenção do aquecimento global, com aumento na temperatura inferior a dois graus Celsius.
Uma das preocupações do grupo é em relação ao crescimento populacional e econômico, principalmente nos países em desenvolvimento. Todas as nações devem atentar a isso, pois o avanço econômico não deve ser alcançado às custas do meio ambiente.
O texto final foi entregue à presidente finlandesa, Tarja Halonen, que é uma das coordenadoras da comissão de desenvolvimento sustentável da ONU. Com informações do Portal iG


Fontes:
Portal iG
Redação CicloVivo.

Saiba como evitar o desperdício de alimentos


64% de tudo o que é plantado no Brasil vai parar no lixo
Uma alimentação consciente é influenciada pela escolha dos alimentos, mas também está diretamente ligada com o desperdício de comida. No Brasil, segundo o IBGE, 64% de tudo o que é plantado acaba indo para o lixo. Portanto é essencial mudar de atitudes para que esse cenário seja transformado.
Enquanto muitos jogam comida fora, 13,9 milhões de brasileiros passam fome. Além disso, desperdiçar comida está diretamente ligado aos gastos desnecessário de água e energia. Esses números levaram a jornalista Lydia Cintra, da revista Superinteressante, a preparar seis dicas de como evitar os desperdícios de alimentos.
A primeira delas é fazer uma lista de compras antes de chegar aos supermercados. Essa rotina faz com que o consumidor opte por coisas realmente necessárias. O cuidado com a quantidade deve ser ainda maior quando se trata de alimentos frescos, que estragam mais rapidamente.
Escolher os itens em um supermercado pode ser uma aventura, e como em todas as atividades que apresentam um pouco de risco, as compras também exigem atenção redobrada. É preciso sempre estar atento aos rótulos, para saber a procedência, composição e mais importante, a data de validade. Assim é possível evitar a compra de produtos que certamente não serão consumidos antes do vencimento e terão como destino o lixo.
Colocar no prato somente aquilo que vai comer é outro passo importante. Os pais costumam dar esse recado aos filhos, mas o cuidado deve existir em todas as faixas etárias. Em alguns restaurantes os clientes que desperdiçam comida são obrigados a pagar multas, portanto é melhor repetir, do que jogar fora.
Esse mesmo cuidado tido na hora de montar o prato deve ser considerado no momento de preparar a comida. Lydia, indica o preparo alimentar sob medida. As famílias pequenas ou pessoas que moram sozinhas deve levar esse requisito a sério na hora de entrar na cozinha. Segundo ela, “a tática é boa para evitar que você coloque na panela mais do que vai no prato”.
A técnica do reaproveitamento de alimentos é essencial para ter uma alimentação consciente. Utilizar o alimento em sua totalidade evita que partes cheias de nutrientes sejam desperdiçadas. Isso pode ser aplicado a cascas de frutas e legumes, talos de vegetais, entre outras coisas que podem ser usadas em novas receitas.
Por fim, a jornalista indica a multiplicação da prática, com cada uma das pessoas transmitindo esses ideais ao próximo, para que a conscientização seja passada para o maior número possível de pessoas e os números do desperdício sejam reduzidos.

Redação CicloVivo

sexta-feira, 20 de maio de 2011

ICMBio publica primeiro número de revista científica com avaliações do TAMAR


A Biodiversidade Brasileira, revista científica que acaba de ser lançada pelo ICMBio – Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade – traz em seu primeiro número o resultado de um processo de avaliação de pesquisadores e especialistas em tartarugas marinhas coordenado pelo Projeto TAMAR/ICMBio.

O que deve ser feito para proteger a fauna brasileira? O ponto de partida é a avaliação de seu estado de conservação, que permite o diagnóstico, a identificação e a localização das principais ameaças, das áreas importantes para a manutenção das espécies e da compatibilidade com atividades antrópicas. Tudo isso serve de subsídio para a revisão da Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção, cumprindo a meta do governo brasileiro como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica – CDB.
Avaliação do estado de conservação das TMs do Brasil – Iniciado em outubro/2009, o processo foi realizado segundo critérios da IUCN – International Union for Conservation of Nature, visando a participação da comunidade científica. De início, foi realizada uma consulta pública através de uma ficha publicada pelo ICMBio em seu website, e os resultados foram enviados para uma consulta dirigida a pesquisadores brasileiros especialistas no táxon. Neca Marcovaldi, coordenadora técnica nacional do Projeto TAMAR e vice-presidente regional do MTSG, coordenou o processo da revisão do táxon Tartarugas Marinhas, e o biólogo Alexsandro Santos, gerente nacional do Sistema de Informações sobre Tartarugas Marinhas (SITAMAR), foi o ponto focal deste processo.
As informações geradas pela consulta pública foram compiladas e um workshop foi realizado para categorizar o grau de ameaça das tartarugas marinhas. Este workshopcontou com a presença de membros do TAMAR/ICMBio e da Fundação Pró-TAMAR, da coordenadora da Lista Vermelha Brasileira, Dra. Mônica Peres, da Diretoria de Biodiversidade do ICMBio, e de pesquisadores especialistas em tartarugas marinhas. A avaliação originada foi então enviada para dois pesquisadores anônimos especialistas em critérios da IUCN, para sua validação (“peer-review”).
Resultados - O resultado dessas avaliações transformou-se no primeiro número da revista Biodiversidade Brasileira, que constata que as tartarugas marinhas foram quase que totalmente dizimadas nos últimos cem anos. A publicação traz as cinco espécies que ocorrem no Brasil como ameaçadas de extinção, em diferentes categorias: a tartaruga verde (Chelonia mydas), avaliada como “Vulnerável”; a tartaruga cabeçuda (Caretta caretta) e a tartatura oliva (Lepidochelys olivacea) como “Em Perigo”; a tartaruga de pente (Eretmochelis imbricata) e a tartaruga de couro (Dermochelys coriacea) como “Criticamente em Perigo”.

Às Estrelas


The Most Astounding Fact
O Fato Mais Importante (Legendado)

PET



Medicamentos - Descarte Consciente


Google Street View - Dados cartográficos

A gigante de couro pode atingir dois metros de comprimento e pesar até 750 kg.