Todos pela Natureza!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Justiça deu prazo de 30 dias para que não índios deixem reserva xavante em Mato Grosso


Brasília - A Justiça Federal em Mato Grosso aprovou o plano da Fundação Nacional do Índio (Funai) para retirar da Terra Indígena Xavante-Marãiwatsédé, no nordeste do Mato Grosso, um número ainda incerto de não-índios que vivem na área há décadas.

Na decisão de ontem (31), o juiz federal substituto, Marllon Sousa, estabeleceu um prazo de 30 dias para que os não índios deixem voluntariamente a área, em conformidade ao que já decidira a própria Justiça Federal em Mato Grosso, em 2007, e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em 2010, ao reconhecerem o local como terra tradicional indígena.

O juiz também autorizou o emprego da força policial caso após 30 dias ainda restem não índios vivendo no interior da área de 165 mil hectares (1 hectare equivale a aproximadamente a um campo de futebol) dos municípios mato-grossenses de Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia e São Félix do Araguaia.

“Tendo em vista que a ordem é para imediato cumprimento de decisão judicial, este juízo aguarda a desocupação da área pelos não índios de forma voluntária, ordeira e pacífica, garantindo-se assim o devido respeito às decisões judiciais, não esquecendo a manutenção da ordem pública, sendo a força utilizada somente em caso de recalcitrância da desintrusão da área indígena”, explicou o juiz.

Pela decisão, a Funai deverá, em 48 horas, fornecer uma relação dos não índios que vivem no interior de Marãiwatsédé. O prazo começará a valer a partir do momento em que a fundação for notificada da decisão judicial. A Funai também vai ter que fixar a data para o início do processo de desocupação compulsória com uma antecedência mínima de 15 dias. O prazo mínimo visa a dar à Justiça tempo hábil para solicitar o apoio da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal.

Além dos necessários mandados de desocupação da área indígena, a Justiça vai expedir mandados de busca e apreensão de armas irregulares que eventualmente forem encontradas durante a operação de retirada dos não índios da área.

Como medida de precaução, o juiz determina que a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal seja urgentemente notificada da decisão a fim de reforçar o quanto antes o policiamento ostensivo ao longo do trecho da BR-158, que atravessa a Terra Indígena Marãiwatsédé, inclusive no período noturno.

O juiz substituto também determinou que, em caso de abandono de móveis ou animais, estes serão entregues a Funai, que poderá leiloá-los. O valor obtido, contudo, terá que ser depositado em juízo até que a Justiça decida seu fim.

Quanto à realocação de parte dos atuais ocupantes não-índios da área, o juiz determinou que a Funai e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) cadastrem as pessoas que preencherem os requisitos necessários à inclusão no programa federal de reforma agrária, de forma a remanejá-las para assentamentos regulares.

“Tratando-se de procedimento de cumprimento de sentença não cabe ao magistrado proferir qualquer juízo de valor acerca do mérito da demanda principal, já objeto de sentença em primeiro grau de jurisdição, bem como de acórdão proferido no âmbito do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, os quais, sucessivamente, reconheceram a má-fé dos atuais ocupantes, bem como declararam a ocupação histórica das terras pelos indígenas da etnia Marãiwatsédé”, assinala o juiz.

 

Alex Rodrigues
Repórter Agência Brasil
Edição: Rivadavia Severo

Domínio eco.br para sites verdes



O Registro.br, serviço que regulariza todos os nomes de domínio (DNS) do país, anunciou na última quarta-feira (27) que a partir do dia 5 de julho disponibilizará o domínio “eco.br”, voltado para as chamadas ações “verdes”.

Segundo o comunicado do órgão, que foi enviado a todos os usuários que tem domínios registrados, “pessoas e empresas com iniciativas eco-amigáveis, ‘verdes’ e/ou sustentáveis poderão, assim, promover e destacar suas iniciativas nessa direção, utilizando o eco.br”.

Segundo o comunicado do órgão, que foi enviado a todos os usuários que tem domínios registrados, empresas e pessoas que já possuíam endereços “com.br”, “org.br”, “net.br” ou “emp.br” terão seus direitos reservados por 60 dias – período conhecido como “amanhecer”. Durante este período somente os titulares dos endereços poderão registrar nomes iguais no “eco.br”. Segundo o órgão, caso alguém queira registrar um domínio no “eco.br” que já exista, prevalecerá o registro de nome mais antigo. Nomes até então inexistentes poderão ser registrados sem dificuldades a partir do próprio dia 5 de julho.

No dia 3 de setembro, às 10 horas ( horário de Brasília ), os registros no “eco.br” estarão disponíveis normalmente. Uma pessoa ou empresa que ainda não tinha nenhum site poderá fazer seu registro no “eco.br”, porém sempre respeitando títulos já cadastrados e a ordem de demanda por nomes. O pagamento do registro “eco.br” será anual e custará R$30, mesmo valor de um registro normal, podendo ser feito através de boleto bancário ou cartão de crédito.
eco.br é bom para SEO?

Se você acha que ter um domínio “eco.br” fará a diferença na hora de um bom ranqueamento para sites ligados à ecologia, pense duas vezes. A verdade é que a presença da palavra “eco” não vai otimizar sua URL, melhorar seu ranqueamento e nem será importante na hora de aplicar as técnicas de SEO.

A última atualização do Google, chamada Penguin, diminuiu o impacto da presença de palavras-chave no domínio para o cálculo de ranqueamento. Em alguns casos até mesmo considerando como técnica de otimização excessiva, ou over optimization.

Este não é um comportamento exclusivo do Penguin, a atualização anterior, apelidada de Panda, também combate a over optimization, adotando a mesma postura do Penguin e diminuindo o peso da palavra-chave na URL do site para o ranqueamento. A qualidade de um domínio está diretamente relacionada à qualidade dos links externos que apontam para ele e ao adequação da página às diretrizes do Google.

Vale lembrar que esse mito de que o domínio influencia na relevância do site costuma ser pensado também em relação aos domínios “.edu” e “.gov”. O motivo é o processo mais criterioso que existe antes de registrá-los, o que traria maior credibilidade pelo ponto de vista do Google. Trata-se de uma simples suposição e não deve ser levada a sério.

Paula Borges/SEOmaster

terça-feira, 31 de julho de 2012

Fundação lança Plataforma Ambiental aos municípios


SOS Mata AtlânticaEcos da Mata nº 387
31 de Julho de 2012
Fundação lança Plataforma Ambiental aos municípios
Amanhã (1/8), a Fundação SOS Mata Atlântica, em parceria com a Frente Parlamentar Ambientalista e a Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA), lança a Plataforma Ambiental aos Municípios 2012. O documento apresenta os principais pontos da agenda socioambiental que precisam ser discutidos, respondidos e solucionados pelos próximos dirigentes dos municípios. A plataforma funciona como um instrumento de apoio ao cidadão eleitor, contribuindo no momento da escolha de seu candidato e na hora de cobrar propostas e resultados; e aos candidatos, que poderão utilizá-la e incorporar os temas em seu Plano de Governo. O documento estará disponível a partir de amanhã em www.sosma.org.br/projeto/plataforma-ambiental . Nas próximas semanas, a Plataforma Ambiental também será apresentada em capitais brasileiras, como Salvador e Rio Grande do Norte. Saiba mais e acompanhe a agenda no site da Fundação.
Centro de Experimentos Florestais dobra capacidade de produção de mudas
Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Schincariol, localizado em Itu (SP), concluiu uma obra que dobra sua capacidade de produção de mudas. O viveiro, que tinha a capacidade de produzir 400 mil mudas por ano, agora chegará a produzir 800 mil. A ampliação faz parte das comemorações do 5º aniversário do Centro, que será festejado em novembro deste ano. Outras ações estão previstas para marcar a data, como um programa de coleta e armazenamento de sementes. Segundo Ludmila Pugliese, gerente de Restauração Florestal da SOS Mata Atlântica e coordenadora do Centro, a ampliação do viveiro “é um importante passo para que cada vez mais projetos de restauração da Mata Atlântica possam ser realizados”. O Centro de Experimentos Florestais realiza também atividades de educação ambiental e é sede dos programas de restauração florestal da Fundação – Clickarvore e Florestas do Futuro – que juntos já realizaram o plantio de mais de 28 milhões de mudas de espécies nativas e recuperaram mais de 14 mil hectares de Mata Atlântica.
10 mil já enviaram cartas aos parlamentares que pioram o Código
A campanha Floresta Faz a Diferença alcançou 10 mil envios de e-mails aos parlamentares responsáveis pelas piores emendas da Medida Provisória (571/12) do Código Florestal. A meta é pressionar os deputados e senadores para que não votem nas emendas da bancada ruralista, bem como deixar o recado afirmando que a sociedade está de olho no trabalho do Congresso e lembrá-los que eles podem receber “cartão vermelho”. O mote da campanha é “O Jogo Não Acabou, Vamos Apitar Esta Partida”. Na opinião de Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, “o governo tenta filtrar os e-mails recebidos e segue o mau exemplo de não respondê-los”. “O mesmo foi feito com os 2 milhões de assinaturas colhidas pela petição contra as alterações do Código Florestal da Avaaz, também ignorada pelo governo”. Porém, Mantovani afirma que “o capital social da campanha continua forte e mobilizado nessa segunda fase”. Veja a lista dos parlamentares e envie um e-mail pelo site www.florestafazadiferenca.org.br. Repasse a campanha para seus amigos e familiares. Leia mais sobre o Código no site da Fundação.
18 proprietários foram contemplados pelo edital complementar do Clickarvore
A SOS Mata Atlântica anunciou o resultado do edital complementar de 2010 do programa Clickarvore. No total, 18 proprietários foram contemplados com 709.911 mudas para a restauração de mais de 400 hectares de Mata Atlântica. Foram selecionadas 17 propriedades da região Oeste de São Paulo e uma do Sul da Bahia. Os projetos aprovados têm como foco a restauração florestal e contemplam a conservação da biodiversidade, a proteção dos recursos hídricos, a conectividade de fragmentos florestais e a proximidade com Unidades de Conservação (UCs). Com a aprovação das propostas, a equipe de restauração florestal da Fundação realizará vistorias periódicas nas propriedades. Após três anos, se forem constatados bons resultados de restauração, o proprietário rural poderá receber incentivos econômicos.  O objetivo é que o proprietário direcione o recurso para melhorias na sua propriedade, aliando a restauração florestal com a adequação ambiental das áreas rurais. O edital complementar contou com recursos do Bradesco Capitalização e Bradesco Cartões. Veja a lista de propriedades contempladas no site da Fundação.
SOS Mata Atlântica forma Monitores em Educação Ambiental Vivencial
Entre os dias 24 a 26 de julho, a Fundação SOS Mata Atlântica realizou o curso de formação de Monitores para Educação Ambiental Vivencial, no Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Schincariol, em Itu-SP. Os monitores atuarão no projeto “Aprendendo com a Mata Atlântica”. No curso, eles puderam trabalhar a educação ambiental teórico-prática e aplicar a metodologia do Aprendizado Sequencial – Sharing Nature nos roteiros das visitas. Essa é uma metodologia que considera a ordem das atividades de contato com a natureza para conseguir a atenção, envolvimento e empatia dos participantes das ações de educação ambiental. Participaram 19 pessoas de Itu e região, inclusive representantes da secretaria do Meio Ambiente de Itu. Saiba mais no blog da SOS Mata Atlântica.
Últimos dias da exposição itinerante da SOS Mata Atlântica em Natal
Está em Natal? Aproveite, essa é a última semana do projeto “A Mata Atlântica é Aqui – Exposição Itinerante do Cidadão Atuante” na cidade. Até domingo (5/8), dois caminhões adaptados para atividades de educação ambiental estão no Campus da Universidade Federal do Rio Grade do Norte, no estacionamento ao lado do restaurante universitário, no Bairro Lagoa Nova. Entre os dois caminhões, em uma tenda de 150 m², o público pode conhecer a exposição “Nosso Verde Também Depende do Azul”, que traz informações sobre a importância dos mares e sua relação com a Mata Atlântica. Durante a visita, a equipe da SOS Mata Atlântica promove atividades gratuitas com o público, como jogos educativos, palestras, cursos, oficinas, cinema e muito mais. O projeto funciona das 10h às 17h até o dia 4 de agosto e das 10h às 16h no dia 5 de agosto. Acesse a programação completa no portal da Fundação. O patrocínio é de Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões & Ônibus, com apoio de diversos parceiros locais.
Homenagem a Ilmar Bastos dos Santos
A Fundação SOS Mata Atlântica lamenta o falecimento, na última quarta-feira, 25 de julho, de Ilmar Bastos dos Santos, um dedicado colega e entusiasta das causas ambientalistas. Biólogo com mestrado em Ecologia, Conservação e Manejo de Vida Silvestre pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre 1998 e 2003 Ilmar foi superintendente executivo da Fundação Biodiversitas e integrou o Conselho Fiscal da Federação das Fundações de Direito Privado de Minas Gerais (2001-2003) e o conselho curador da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte (1991-2004). Em abril deste ano, após ter sido indicado e aprovado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), ele assumiu a presidência da Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEAM) do Estado. Dentre outras importantes contribuições em sua história, Ilmar foi do grupo de pesquisadores e especialistas do Workshop Mata Atlântica 1990, que apoiou a definição do conceito, das prioridades e das estratégias para proteção do bioma. Ilmar deixa a todos os familiares, amigos e ao setor socioambientalista um grande legado de luta em prol da conservação do meio ambiente e da Mata Atlântica.

Às Estrelas


The Most Astounding Fact
O Fato Mais Importante (Legendado)

PET



Medicamentos - Descarte Consciente


Google Street View - Dados cartográficos

A gigante de couro pode atingir dois metros de comprimento e pesar até 750 kg.